Flávio Bolsonaro — texto do programa sobre Relações exteriores e defesa (Presidente, 2026)
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[p. 56]
[b824] (relacoes_exteriores) países que queiram a cooperação do Brasil, sem preconceitos ou ranços ideológicos. → exterior-defesa/p9, exterior-defesa/p119
[p. 61]
[b878] (relacoes_exteriores) Soberania com profissionalismo, não com ideologia soberania se exerce na prática, não no discurso
[b879] (relacoes_exteriores) Soberania é a capacidade de uma nação governar a si própria, fazer suas leis e cuidar do seu território. Ela se exerce na prática, com ações concretas, e não repetindo a palavra "soberania" a todo momento. Nos últimos anos, a política externa brasileira trocou o interesse nacional pela ideologia, protegendo regimes propensos ao terror e seus criminosos.
[b881] (relacoes_exteriores) O governo recebeu com honras o ditador venezuelano Nicolás Maduro, fraudador do processo eleitoral e preso por narcotráfico e narcoterrorismo.
[b882] (relacoes_exteriores) Lula autorizou a atracação de navios de guerra iranianos em portos brasileiros,
[p. 62]
[b887] (relacoes_exteriores) apesar da posição contrária de parceiros históricos, e no ano seguinte, enviou o vice-presidente da República à posse de líder do regime iraniano, marcada pela ausência de lideranças democráticas do Ocidente. Na bagagem, o governo brasileiro trouxe uma emblemática foto ao lado de lideranças terroristas, mortas poucos dias depois. Muito alinhamento ideológico, nenhum retorno para o Brasil: nem comércio, nem investimento, nem respeito.
[b888] (relacoes_exteriores) Nossa proposta é o oposto: uma diplomacia guiada pelo profissionalismo e pelo pragmatismo, não pela ideologia. O Itamaraty voltará a ser conduzido pela competência técnica que sempre marcou seus quadros, e o Brasil voltará a privilegiar os parceiros interessados no ganho mútuo do comércio, sem escolher amigos por afinidade ideológica. → exterior-defesa/p9, exterior-defesa/p119
[b889] (relacoes_exteriores) Não trataremos como adversários os nossos parceiros mais importantes e tradicionais. Nos últimos anos, as relações com países como Argentina, Estados Unidos e Israel foram levadas ao limite do rompimento. Vamos reverter esse quadro com profissionalismo e foco no interesse do Brasil. → exterior-defesa/p121, exterior-defesa/p137
[b890] (relacoes_exteriores) Negociaremos com todos os que interessam ao Brasil, da China à União → exterior-defesa/p121
[b891] (relacoes_exteriores) Europeia, dos Estados Unidos aos mercados asiáticos, porque o que orienta a nossa diplomacia é o interesse do produtor e do trabalhador brasileiro, não a simpatia ou a antipatia por este ou aquele governo. → exterior-defesa/p9, exterior-defesa/p82, exterior-defesa/p119, exterior-defesa/p121
[b892] (relacoes_exteriores) Defender a soberania de verdade não é fazer discurso: é abrir mercados para quem produz aqui, atrair investimento e garantir que o Brasil seja respeitado por sua força econômica e por sua seriedade, não por bravata. → exterior-defesa/p1, exterior-defesa/p60, exterior-defesa/p63, exterior-defesa/p103, agricultura/p18
[b893] (relacoes_exteriores) Brasil no mundo país integrado ao mundo é país que atrai investimento e emprego
[b894] (relacoes_exteriores) Um país que produz precisa vender ao mundo e atrair quem queira investir aqui, sem se tornar refém de ninguém. Nosso projeto equilibra a abertura comercial com o papel do Estado de evitar a dependência excessiva em áreas críticas, como as cadeias de suprimentos e de tecnologia. É uma diplomacia que reconhece o peso de atores que vão além dos Estados, e que trabalha para aprofundar a inserção do Brasil junto aos principais polos econômicos e tecnológicos do mundo e para avançar em acordos que ampliem mercados e reduzam vulnerabilidades. → economia/p48, exterior-defesa/p1, exterior-defesa/p49, exterior-defesa/p63, exterior-defesa/p64, exterior-defesa/p82, exterior-defesa/p94, exterior-defesa/p139, industria-ciencia/p17, agricultura/p18
[p. 63]
[b899] (relacoes_exteriores) O passo mais urgente é retomar o cronograma interrompido de adesão à OCDE, incluindo o fim gradual do IOF sobre o câmbio, que é condição obrigatória do processo. A adesão à OCDE é mais do que um selo: ela exige convergência das nossas normas aos padrões internacionais, melhora a governança das empresas estatais, reduz a corrupção e integra o Brasil às melhores práticas globais. Retomar esse referencial permitirá, inclusive, superar a relativização da Lei das Estatais conduzida em 2023 por decisão judicial, devolvendo segurança e previsibilidade a quem investe. E vamos nos preparar para uma abertura comercial que dê ao setor produtivo acesso a bens de capital, tecnologia e insumos importados, num ambiente de concorrência que reduz preços e melhora a oferta ao consumidor. → economia/p48, exterior-defesa/p5, exterior-defesa/p27, exterior-defesa/p64, exterior-defesa/p85, exterior-defesa/p114, exterior-defesa/p139
[b900] (relacoes_exteriores) Vamos executar um plano nacional de integração às cadeias globais de valor, com apoio real para o setor produtivo ganhar produtividade, tendo como prioridade a agroindústria avançada, os minerais críticos, a saúde e a economia digital, e apoiar a internacionalização das pequenas e médias empresas via BNDES e Apex-Brasil, para que o produto brasileiro chegue mais longe. Nossa energia limpa e a sustentabilidade são vantagens competitivas que sustentam essa projeção: nossa meta para 2030 é posicionar o Brasil entre os principais destinos mundiais de investimento em transição energética, tendo os biocombustíveis, a energia solar, a eólica e o hidrogênio verde como alavancas e a diplomacia como instrumento permanente. E vamos fortalecer as multinacionais brasileiras, ampliando sua presença internacional pela abertura econômica, pela adesão às regras da OCDE e por acordos comerciais de ganho mútuo. País integrado ao mundo é país que atrai investimento, e investimento é emprego que chega à ponta. → exterior-defesa/p2, exterior-defesa/p7, exterior-defesa/p47, exterior-defesa/p60, exterior-defesa/p63, exterior-defesa/p64, exterior-defesa/p65, exterior-defesa/p67, exterior-defesa/p82, exterior-defesa/p93, exterior-defesa/p103, exterior-defesa/p106, exterior-defesa/p139, industria-ciencia/p104, ambiente-energia/p42, ambiente-energia/p47, agricultura/p18
[b901] (defesa) Nossas ações concentrarão esforços no combate ao crime organizado e outras ameaças à segurança e defesa nacional. Incentivaremos amplo espectro de tecnologias disponíveis, com foco em inovação como drones e inteligência artificial. Os investimentos nas Forças Armadas devem ser condizentes com a inserção de um país que é membro de diferentes blocos e grupos de nações, voltados ao enfrentamento de desafios políticos e econômicos globais. → seguranca-justica/p46, exterior-defesa/p34, exterior-defesa/p54, exterior-defesa/p89, industria-ciencia/p61, cultura-esporte/p29
FIM — 16 blocos neste arquivo.