Flávio Bolsonaro — texto do programa sobre Trabalho, renda e previdência (Presidente, 2026)
Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").
Este arquivo tem 30 blocos do programa de Flávio Bolsonaro, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/280017104726). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/presidente/tema-trabalho-previdencia).
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[b323] (trabalho) Brasil que Prospera, para você conquistar o que é seu
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[b502] (previdencia) INSS sem fila o aposentado não espera pelo que já é dele
[b503] (previdencia) A atual gestão trouxe o caos ao sistema previdenciário. A fila de espera chegou a 3 milhões de requerimentos no início de 2026, um recorde absoluto, e cada número desses é um aposentado esperando pelo dinheiro que já lhe pertence.
[b504] (previdencia) Em 2022, nós entregamos essa fila em queda.
[b505] (previdencia) Vamos investir em tecnologia e digitalizar os processos do INSS, dando continuidade ao caminho do Meu INSS, e profissionalizar a gestão do órgão. → trabalho-previdencia/p36, trabalho-previdencia/p37
[b506] (previdencia) Sai a gestão voltada a entidades sindicais, entra a gestão profissional, medida por uma coisa só: quanto tempo o aposentado espera para receber. → trabalho-previdencia/p37
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[b693] (trabalho) Trabalho que compensa emprego com carteira, e o esforço valendo a pena
[b694] (trabalho) O trabalhador brasileiro não tem medo de trabalhar. O que ele quer é que o trabalho compense, que a carteira assinada não seja um luxo distante e que valha a pena para a empresa contratar com registro em vez de contratar por fora.
[b695] (trabalho) Hoje, o custo de um trabalhador formal chega a cerca de duas vezes o salário que ele leva para casa. Essa diferença é o que faz muita empresa não contratar, ou contratar na informalidade, e o informal é justamente quem fica sem carteira, sem FGTS e sem seguro-desemprego. Vamos reduzir gradualmente o custo do trabalho, sem retirar direitos, para que mais brasileiros tenham carteira assinada e a proteção que vem com ela. → trabalho-previdencia/p10, trabalho-previdencia/p85
[b696] (trabalho) Essa redução vai chegar com força a duas pontas que o mercado de trabalho brasileiro insiste em deixar de fora. Numa está o jovem à procura do primeiro emprego, que ouve de toda empresa a mesma exigência de experiência, sem que ninguém lhe dê a primeira chance de tê-la. Na outra está quem passou dos cinquenta e perdeu o emprego, tem experiência de sobra e mesmo assim não é chamado para as entrevistas. Para o jovem, vamos criar um contrato de → trabalho-previdencia/p29, trabalho-previdencia/p31, trabalho-previdencia/p33
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[b701] (trabalho) trabalho para os 18 a 24 anos em busca do primeiro emprego, com menor custo na folha, para que a empresa tenha estímulo a dar a primeira oportunidade e o jovem consiga a experiência que hoje lhe é cobrada e negada ao mesmo tempo. Para quem tem mais idade, vamos criar um contrato mais atrativo para a contratação de pessoas com 50 anos ou mais desempregadas há pelo menos 12 meses: quem chega à meia-idade com uma vida inteira de trabalho não pode ser tratado como descartável. → trabalho-previdencia/p29, trabalho-previdencia/p30, trabalho-previdencia/p31, trabalho-previdencia/p33
[b702] (trabalho) Vamos também dar mais liberdade a quem trabalha, com jornada flexível que caiba na vida de mães, jovens e de quem tem mais dificuldade de entrar no mercado. Por isso defendemos o negociado sobre o legislado, ou seja, permitir que trabalhador e empresa combinem diretamente as condições de trabalho que funcionam para os dois, dentro da lei, em vez de seguir uma regra única imposta a todos. Quando as duas partes negociam pensando em ganhos mútuos, cresce a qualidade do emprego, crescem as empresas e crescem as oportunidades. → trabalho-previdencia/p17
[b703] (trabalho) Por fim, ninguém encontra emprego se não souber onde ele está. Por isso vamos modernizar a intermediação de mão de obra, com um banco nacional de vagas conectado ao RH das empresas, para aproximar de forma rápida e direta quem procura trabalho de quem procura trabalhador, no lugar do sistema lento e desconectado de hoje. → trabalho-previdencia/p4, trabalho-previdencia/p5, trabalho-previdencia/p82
[b704] (trabalho) O trabalhador em primeiro lugar, não o sindicato proteger quem trabalha, não quem vive da estrutura sindical
[b705] (trabalho) O país precisa se posicionar contra a República Sindical, em que os interesses de dirigentes das entidades se sobrepõem ao interesse dos trabalhadores. É público e notório que, após a modernização trabalhista de 2017, tais agentes se mobilizaram para reverter as perdas advindas do fim do imposto sindical.
[b706] (trabalho) O princípio da unicidade sindical garante monopólios a esses representantes.
[b707] (trabalho) Por conta disso, se organizam para reproduzir seus espaços de poder, vilanizando todas as propostas que de fato colocam o trabalhador em primeiro lugar.
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[b712] (trabalho) É o que aconteceu nos últimos três anos, no debate a respeito do trabalho por aplicativos. O governo enviou proposta que não avançou no Congresso, justamente por colocar à frente do processo o interesse de sindicalistas.
[b713] (trabalho) Da mesma maneira, insistem em projetos em que os sindicatos de servidores públicos são colocados à frente de associações mais representativas, tradicionais e, muitas vezes, as únicas existentes no interesse dos servidores.
[b714] (trabalho) Nessas proposições, o governo tem a audácia de propor que os sindicalistas sejam parte da formulação de políticas públicas, mesmo não tendo sido eleitos para tanto.
[b715] (trabalho) É mais do mesmo: insegurança jurídica e retrocesso. Situações que se repetem na discussão de jornada – onde o governo deseja ignorar a prevalência do negociado sobre o legislado – ou na discussão de situações já pacificadas pela reforma trabalhista, aprovada há quase dez anos.
[b716] (trabalho) Nosso projeto garante a manutenção das oportunidades de renda e de trabalho trazidas pelo trabalho por aplicativos. Nada pode estar à frente dos interesses de quem trabalha, dos usuários e da efetiva proteção social e previdenciária a eles assegurada. Esses trabalhadores serão protegidos, sem os interesses de dirigentes sindicais a frente do processo. → trabalho-previdencia/p25
[p. 54]
[b809] (trabalho) Vamos aproximar as duas pontas, com qualificação e intermediação que liguem quem busca trabalho a quem precisa de trabalhador no campo. E vamos dar segurança a quem depende de um programa social para aceitar esse trabalho sem medo: quem consegue um emprego, ainda que temporário, poderá voltar ao benefício se precisar, como detalha o Brasil que Prospera. Assim, o trabalho no campo deixa de ser um risco para a família e passa a ser um caminho de renda e dignidade. → trabalho-previdencia/p1, trabalho-previdencia/p16, trabalho-previdencia/p72
[p. 72]
[b993] (previdencia) O lado dos aposentados: fim das fraudes
[b994] (previdencia) O nosso lugar sempre foi ao lado de quem trabalhou a vida inteira. Em janeiro de 2019, a primeira medida do nosso governo, logo após a redução dos ministérios, foi a MP Antifraudes (MP nº 871/2019), que exigiu a revalidação anual dos descontos associativos na aposentadoria, cancelando qualquer desconto feito sem o consentimento do aposentado. Foi o primeiro governo em quase trinta anos a enfrentar esse escárnio contra os idosos. A medida caiu como uma bomba entre sindicatos e partidos de esquerda, que se mobilizaram e conseguiram suprimir essa e outras barreiras antifraude. O resultado foi a Farra do INSS: a explosão de descontos indevidos que triplicou os valores roubados de idosos, pensionistas e beneficiários de programas sociais em 2023 e 2024. → trabalho-previdencia/p39
[b995] (previdencia) E não paramos por aí. Mesmo depois de deixarmos o governo, seguimos a luta pelo aposentado a partir do Congresso: foi a mobilização da oposição, após a CPMI do INSS e contra a resistência do governo Lula, que conseguimos aprovar o fim definitivo dos descontos associativos, em novembro de 2025.
[b996] (previdencia) Vamos retomar esse combate com prioridade máxima. Reeditaremos um pacote antifraude na Previdência, nos moldes do que fizemos em 2019, e não pouparemos esforços para coibir qualquer nova tentativa de roubar o dinheiro de quem já deu sua contribuição ao país. → trabalho-previdencia/p39
[b997] (previdencia) Não podemos deixar que o consignado dos beneficiários do INSS se torne o próximo capítulo dessa história. O que se viu nos descontos associativos mostra o estrago que a falta de controle é capaz de causar. Vamos mudar a governança do consignado para que a fraude não se repita, revendo quem opera esses descontos e como são autorizados, com mais transparência e mais → trabalho-previdencia/p40
[p. 73]
[b1002] (previdencia) controle, incluindo dupla checagem que impede que tirem do benefício o que não foi autorizado. Chega de tratar quem depende do INSS como presa fácil. → trabalho-previdencia/p40
[b1003] (previdencia) E o combate à espera que ainda castiga o aposentado, com a fila do INSS que chegou a três milhões de requerimentos, está detalhado no Brasil sem Fila, com a digitalização dos processos e a profissionalização da gestão do órgão. → trabalho-previdencia/p36
FIM — 30 blocos neste arquivo.