Omar Aziz — texto do programa sobre Infraestrutura, transporte e mobilidade — parte 1 de 2 (Governador — AM, 2026)

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[b17] (infraestrutura) A segunda parte concentra-se em temas estruturantes da economia, apresentando o Zoneamento Econômico-Ecológico (ZEE) como instrumento fundamental para orientar o uso do território, em alinhamento direto com a regularização fundiária. Aborda, ainda, a infraestrutura de transporte e logística, hoje defasada diante da ampla necessidade de modernização e de integração intramunicipal, além da energia, tratada como condição estratégica para a redução das desigualdades no interior do Estado.

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[b1910] (infraestrutura) Infraestrutura e logística para a integração regional e o desenvolvimento econômico

[b1911] (infraestrutura) A partir daqui, trataremos de uma nova e ambiciosa visão para a infraestrutura e a logística do Estado do Amazonas, estabelecendo como pilar central a criação da Secretaria de Transportes e Logística. Essa nova estrutura organizacional será o braço executor de uma política de Estado focada em superar a dívida histórica com o interior, promover o desenvolvimento socioeconômico de forma sustentável e integrar, de forma efetiva, os 61 municípios entre si, com Manaus, com o Brasil e com o mundo. A implementação do plano, a partir de janeiro de 2027, será norteada por um compromisso inédito: o investimento anual e intransigente de 2,5% do PIB estadual em projetos de infraestrutura. Afinal, um dos problemas definidores do Amazonas é a falta de estoque de infraestrutura, sempre camuflado sob o seu pretenso isolamento e a alegada distância dos grandes centros. → infraestrutura-mobilidade/p26, infraestrutura-mobilidade/p27

[b1912] (infraestrutura) O maior desafio da infraestrutura no Amazonas é conciliar a manutenção de um modo de vida próprio e de uma cultura singular com a preservação das árvores em pé, enfrentando a pressão contínua sobre os biomas, ao mesmo tempo em que se criam condições reais para o desenvolvimento de atividades econômicas formais. Hoje, essas atividades são quase inviáveis no interior do estado, em razão dos elevados custos de transporte e da evidente ausência do poder público na construção das condições mínimas de infraestrutura logística e de zoneamento econômico.

[b1913] (infraestrutura) A infraestrutura não pode ser compreendida como uma arquitetura de rotas de destruição. Afinal, o Amazonas abriga a maior concentração indígena do país – cerca de 28% de todos os povos do Brasil – e detém os mais extensos e preservados trechos

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[b1916] (infraestrutura) Parte 02. Plano estratégico de desenvolvimento contínuos do bioma amazônico. Por isso, para a construção de rotas de oportunidades, é fundamental: permitir o desenvolvimento sem romper o equilíbrio ambiental e cultural, assegurando que o território e suas tradições permaneçam vivos para as gerações futuras.

[b1917] (infraestrutura) A proposta é de uma estratégia multimodal, abrangente, reconhecendo as complexidades de um estado de enorme extensão territorial como o Amazonas. Ela visa não apenas a construção e modernização de ativos, mas também a criação de um sistema de transporte inteligente, eficiente e regulado, que potencialize as vocações econômicas do estado, como a bioeconomia, o turismo sustentável e a indústria de alta tecnologia consolidada na Zona Franca de Manaus (ZFM). O estudo que agora apresentamos é um convite ao trabalho coletivo para construir a prosperidade, reconhecendo que a infraestrutura é anterior: ela é a base para a transformação da realidade e para a inclusão social e econômica de todos os amazonenses. → infraestrutura-mobilidade/p25

[b1919] (infraestrutura) O diagnóstico logístico do Amazonas revela uma infraestrutura deficiente, classificada como a pior do país. Essa fragilidade é um entrave estrutural para o desenvolvimento. A superação dos gargalos logísticos é condição para ampliar a competitividade da indústria, impulsionar o crescimento da Região Metropolitana de Manaus e promover a integração socioeconômica do interior.

[b1920] (infraestrutura) Para mudar essa realidade, é necessário construir uma visão de Estado que coloque pessoas, negócios e a floresta no centro das decisões, articulando governança, regulação, infraestrutura e relações intergovernamentais em um projeto único e estruturante. Assim, a logística poderá se tornar vetor de desenvolvimento, garantindo mobilidade urbana planejada, integração regional e condições adequadas para o turismo, a bioeconomia e as cadeias produtivas locais. 

[b1922] (infraestrutura) Há uma ausência de planejamento integrado entre os entes — federal, estadual e municipal. Há uma quase ausência do Estado, tanto pela tributação quanto pela construção de infraestruturas de transporte. A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado do Amazonas (Arsepam) possui um papel fundamental, porém ainda subutilizado, na fiscalização e regulação do transporte intermunicipal, tanto rodoviário quanto hidroviário, bem como na regulação dos contratos de concessão.

[b1923] (infraestrutura) Faltam ações coordenadas que unifiquem a gestão da logística para a indústria, para a Região Metropolitana e, fundamentalmente, para o interior. A mobilidade urbana da Região Metropolitana de Manaus não está planejada e segue negligenciando a indústria e as suas necessidades, sem colocar as pessoas e os negócios no centro da atenção do poder público.

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[b1927] (infraestrutura) A dependência de repasses federais para grandes obras, como as rodovias BR-319 e BR-230 ou para as “hidrovias”, exige uma articulação política constante. No âmbito municipal, as prefeituras carecem de apoio técnico e financeiro do Estado para desenvolver e manter infraestruturas locais, como estradas vicinais, pequenos portos e Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4) com retroportos, que são essenciais para a capilaridade da logística regional.

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[b1931] (infraestrutura) As rodovias federais e estaduais apresentam trechos em condições precárias. O modal aquaviário, apesar de seu potencial, sofre com a falta de hidrovias sinalizadas, regulamentação de custos e uma rede de portos públicos moderna e compatível com as cadeias produtivas de cada região. O Aeroporto Internacional de Manaus contrasta com a precariedade dos aeródromos do interior, limitando o potencial turístico e empresarial.

[b1932] (infraestrutura) A logística no Amazonas carece de planejamento, integração e infraestrutura compatível com sua dimensão territorial e potencial produtivo, o que não se percebe quando avaliamos o Mapa Multimodal do estado. A ausência de conexões eficientes entre rodovias, hidrovias, portos e aeródromos compromete a mobilidade, o turismo, a bioeconomia e a competitividade regional. Superar esses gargalos exige uma ação coordenada entre os entes federativos, acrescida de uma visão estratégica que transforme a logística em alicerce do desenvolvimento sustentável e da inclusão territorial no estado.

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[b1937] (infraestrutura) Objetivos: geral e específicos

[b1939] (infraestrutura) • Modernizar a infraestrutura de transportes e logística do Amazonas, integrando os 62 municípios e ampliando a conexão nacional e internacional, por meio de investimentos anuais equivalentes a 2,5% do PIB estadual até 2030, com a meta de aumentar a eficiência logística em 20%, sob a regulação da Arsepam e em cooperação com os setores público e privado. → infraestrutura-mobilidade/p27

[b1941] (infraestrutura) • Rodovias integradas 2028: Recuperar 500 km de rodovias estaduais (AM-010, AM- → infraestrutura-mobilidade/p3, infraestrutura-mobilidade/p4

[b1942] (infraestrutura) 070 e outras) e viabilizar a trafegabilidade segura e sustentável da BR-319, liderando a articulação junto ao Governo Federal; → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p88

[b1943] (infraestrutura) • Hidrovias e portos, conectando os rios até 2029: Construir e modernizar, via concessões reguladas, cinco complexos porto-retroporto estratégicos em Parintins, Tefé, Tabatinga, Manicoré e Coari, e avançar na regulamentação das hidrovias; → infraestrutura-mobilidade/p13, infraestrutura-mobilidade/p14, infraestrutura-mobilidade/p16

[b1944] (infraestrutura) • Céus do Amazonas 2029: Modernizar dez aeródromos regionais em articulação com o Governo Federal e prefeituras, e estabelecer um programa de voos regionais com tarifas competitivas, visando criar uma malha aérea a cada 500 km de calha de rio; → infraestrutura-mobilidade/p40, infraestrutura-mobilidade/p41, infraestrutura-mobilidade/p42

[b1945] (infraestrutura) • Logística multimodal e regulada: Implementar um sistema de transporte multimodal, com hubs de integração em pontos estratégicos do interior, com operação e tarifas reguladas pela Arsepam para garantir o interesse público e privado. → infraestrutura-mobilidade/p25, infraestrutura-mobilidade/p32, infraestrutura-mobilidade/p101

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[b1948] (infraestrutura) Definindo as estratégias  Criação da secretaria de transportes e logística: → infraestrutura-mobilidade/p26

[b1949] (infraestrutura) • Implementar, no primeiro ano de governo, a nova secretaria, com uma estrutura moderna e técnica, organizada em três subsecretarias: → infraestrutura-mobilidade/p26

[b1950] (infraestrutura) 1. Subsecretaria de transportes para o interior: focada em planejar e executar as soluções de transporte hidroviário, aéreo e terrestre para os 62 municípios; → infraestrutura-mobilidade/p26

[b1951] (mobilidade) 2. Subsecretaria da região metropolitana: responsável pelo planejamento integrado da mobilidade urbana e do transporte de cargas em Manaus e seu entorno; → infraestrutura-mobilidade/p26, infraestrutura-mobilidade/p45

[b1952] (infraestrutura) 3. Subsecretaria logística industrial: dedicada a melhorar as operações do → infraestrutura-mobilidade/p26

[b1953] (infraestrutura) Polo Industrial de Manaus (PIM), da ZFM e das cadeias industriais do interior.  Métrica orçamentária de 2,5% do PIB: → infraestrutura-mobilidade/p27

[b1955] (infraestrutura) • Ampliar a capacidade técnica e operacional da Arsepam para regular as tarifas, a qualidade e a segurança do transporte intermunicipal de passageiros e cargas.  Articulação institucional e governança: → infraestrutura-mobilidade/p18

[b1956] (infraestrutura) • Fortalecer a representação do Amazonas junto ao Ministério dos Transportes e ao → infraestrutura-mobilidade/p30

[b1957] (infraestrutura) Ministério dos Portos e Aeroportos, bem como a Agências Federais (DNIT, ANTAQ, ANAC e ANTT), a fim de acelerar projetos federais. No âmbito local, criar consórcios intermunicipais, com o apoio técnico do Estado, para planejar e executar projetos de infraestrutura de interesse regional, alinhados com as prefeituras.  Parcerias Público-Privadas (PPPs): → infraestrutura-mobilidade/p30

[b1958] (infraestrutura) • Estruturar, via Carteira Estadual de PPPs, projetos de concessão para a construção, modernização e operação de rodovias, portos e terminais hidroviários, sob a estrita regulação da Arsepam. → infraestrutura-mobilidade/p6, infraestrutura-mobilidade/p28

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[b1964] (mobilidade) • Construção do plano de mobilidade metropolitano, incluindo rotas para assegurar o tráfego de cargas das indústrias e foco da infraestrutura urbana para pessoas, com parques, calçadas, ciclovias e infraestrutura de mobilidade urbana moderna em toda a RMM.  Mobilidade do ribeirinho: → infraestrutura-mobilidade/p46, infraestrutura-mobilidade/p50, infraestrutura-mobilidade/p106

[b1965] (mobilidade) • Construção de planos de mobilidade interurbana, incluindo rotas para comunidades de ribeirinhos, em todas as calhas de rio, permitindo o turismo comunitário e a viabilidade da produção extrativista responsável, reconhecendo e promovendo a cidadania no interior. → infraestrutura-mobilidade/p17, infraestrutura-mobilidade/p96

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[b1970] (infraestrutura) Eixo Estratégico: malha rodoviária e viária

[b1971] (infraestrutura) Programas e ações:  Estradas do Futuro: concessão para recuperação/manutenção da AM-010, AM-070 e AM-352.  BR-319: Missão Amazonas: articulação com Governo Federal para garantir a trafegabilidade sustentável, com a segurança ambiental de seu entorno.  Integração Nacional: articulação para integrar o Amazonas às principais rotas logísticas nacionais: BR-174, BR-163 e BR-230.  Acesso aos portos: garantir acesso rodoviário rápido e eficiente aos portos de interior (IP4).  Mobilidade da Região Metropolitana de Manaus: elaboração de um plano de mobilidade metropolitano, com definição de rotas para o tráfego de cargas industriais e reorientação da infraestrutura urbana para as pessoas, incluindo parques, calçadas, ciclovias e soluções modernas de mobilidade (com avaliação de um modelo de mobilidade urbana gratuita).  Vicinal Forte: programa permanente de monitoramento e manutenção de rodovias vicinais, com compromisso com a economia regenerativa e a preservação da floresta, evitando o efeito “espinha de peixe” e a consequente degradação ambiental, ao mesmo tempo em que assegura o escoamento da produção até os portos e sedes municipais. → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p5, infraestrutura-mobilidade/p6, infraestrutura-mobilidade/p11, infraestrutura-mobilidade/p46, infraestrutura-mobilidade/p49, infraestrutura-mobilidade/p50, infraestrutura-mobilidade/p55, infraestrutura-mobilidade/p88, infraestrutura-mobilidade/p90, infraestrutura-mobilidade/p106

[b1973] (infraestrutura) • Órgãos responsáveis: Secretaria de Transporte e Logística (Subsecretarias do Interior, Logística Industrial e Metropolitana), Seinfra, Arsepam, Casa Civil (articulação federal e com os municípios da RMM). → infraestrutura-mobilidade/p45

[b1974] (infraestrutura) • Prazo: janeiro de 2027 a dezembro de 2030.

[b1975] (infraestrutura) • Recursos: orçamento geral (2,5% do PIB) e concessões. → infraestrutura-mobilidade/p27

[b1976] (infraestrutura) • Resultados esperados: redução de custos; melhoria da mobilidade em Manaus, com foco nas pessoas; segurança viária e melhoria do acesso aos municípios. → infraestrutura-mobilidade/p46

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[b1979] (infraestrutura) Eixo Estratégico: infraestrutura aquaviária

[b1980] (infraestrutura) Programas e ações:  Hidrovias do Amazonas: transformação dos rios em hidrovias reguladas (pauta federal), com enfrentamento de gargalos estruturais, como o calado do Tabocal. → infraestrutura-mobilidade/p13, infraestrutura-mobilidade/p14, infraestrutura-mobilidade/p15, infraestrutura-mobilidade/p23

[b1981] (infraestrutura) Articulação de projetos do SGB, UFAM, UEA e INPA para a compreensão da dinâmica hidrofluvial e, a partir disso, desenvolvimento de obras sustentáveis que garantam a navegabilidade perene para cabotagem e longo curso, com origem e destino em Manaus.  Portos do Interior fase 1: construção de cinco complexos porto-retroporto para cargas e passageiros em Parintins, Tefé, Tabatinga, Manicoré e Coari (parceria Governo do Estado, Governo Federal e articulação com prefeituras).  Portos do Interior fase 2: construção de mais cinco complexos porto-retroporto para cargas e passageiros nos municípios de Alvarães, Fonte Boa, Lábrea, Borba e São Gabriel da Cachoeira, numa parceria entre o Governo do Estado, o Governo Federal e as prefeituras municipais.  Reforma da Manaus Moderna: modernização da infraestrutura portuária e fortalecimento da competitividade do transporte fluvial para o interior do estado.  Redução de custos: regulamentação dos Terminais de Uso Privado (TUPs), conforme diretrizes da ANTAQ, com ações para reduzir o custo da praticagem e melhorar a conexão desses terminais com o Polo Industrial de Manaus. → infraestrutura-mobilidade/p15

[b1983] (infraestrutura) • Órgãos responsáveis: Secretaria de Transporte e Logística (Subsecretarias do Interior e de Logística Industrial), Secretaria Nacional de Portos e Hidrovias (SNPH), Arsepam e Governo Federal.

[b1984] (infraestrutura) • Prazo: janeiro de 2027 a dezembro de 2030.

[b1985] (infraestrutura) • Recursos: orçamento geral (2,5% do PIB), recursos do Governo Federal e concessões. → infraestrutura-mobilidade/p29

[b1986] (infraestrutura) • Resultados esperados: transporte fluvial seguro, eficiente, com custos justos e integrado às cadeias produtivas locais.

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[b2010] (infraestrutura) Parte 02. Plano estratégico de desenvolvimento  Programa Ribeirinho Conectado: regulagem e implantação de concessões de rotas para o trânsito de cargas, passageiros e veículos entre os principais municípios do estado; criação de plataforma digital para conectar ribeirinhos de comunidades isoladas às sedes municipais mais próximas, viabilizando deslocamentos para fins comerciais, atendimento em saúde e circulação de mercadorias; lançamento de plataforma digital para estímulo do turismo comunitário em comunidades isoladas que recebam capacitação adequada. → infraestrutura-mobilidade/p17, infraestrutura-mobilidade/p96

[b2012] (infraestrutura) • Órgãos responsáveis: Secretaria de Transportes e Logística (Subsecretaria de Transportes para o Interior), Secretaria de Produção Rural, Marinha, Capitania dos Portos, Secretaria de Saúde e Secretaria de Turismo.

[b2013] (infraestrutura) • Prazo: janeiro de 2027 (contínuo).

[b2014] (infraestrutura) • Recursos: R$ 50 milhões (orçamento para Infraestrutura, Produção Rural, Saúde,

[b2015] (infraestrutura) FTI, Parceria Público Privada (PPP) e convênios federais.

[b2016] (infraestrutura) • Resultados esperados: mapeamento das comunidades ribeirinhas; redução da grilagem e das queimadas; aumento em 30% do turismo no interior do estado. Aumento do IDH no interior; e aumento do PIB do interior em 30%

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[b2020] (infraestrutura) Programas e ações:  Programa Asas do Amazonas: implantação e modernização de aeroportos/aeródromos, de modo a ter um ponto operacional a cada 500 km de calha de rio.  Programa Mais Voos, Menos Custos: regulamentação, junto à ANAC e em legislação federal, de um sistema de Yield Tarifa (R$/km voado) e criação da regra 4 por 1 (a cada 4 voos para fora, 1 para o interior).  Hub Manaus: transformação do Aeroporto Internacional de Manaus em hub de passageiros e cargas para o Norte da América do Sul, América do Norte e Caribe. → infraestrutura-mobilidade/p40, infraestrutura-mobilidade/p41, infraestrutura-mobilidade/p42, infraestrutura-mobilidade/p44

[b2022] (infraestrutura) • Órgãos responsáveis: Secretaria de Transportes e Logística (Subsecretaria do Interior e de Logística Industrial), SEDECTI, ANAC e companhias aéreas.

[b2023] (infraestrutura) • Prazo: janeiro de 2028 a dezembro de 2030.

[b2024] (infraestrutura) • Recursos: orçamento geral do Estado (2,5% do PIB) e convênios federais.

[b2025] (infraestrutura) • Resultados esperados: redução drástica do isolamento; fomento ao turismo e aos bionegócios. 

[b2026] (infraestrutura) Eixo Estratégico: gestão da logística

[b2030] (infraestrutura) Programas e ações:  Inteligência Logística: estruturação da Secretaria de Transportes como o centro de inteligência logística do Estado do Amazonas.  Melhoria de Interfaces: redução do tempo e do custo do transbordo em Manaus, Santarém e Belém.  Cadeias Produtivas: construção de uma cadeia logística para o escoamento de alimentos sustentáveis no interior, com frigoríficos, armazéns e estruturas de apoio nos retroportos, conforme as atividades econômicas de cada município. A execução será em duas fases, com início em cinco municípios na primeira etapa e expansão para outros cinco municípios na segunda etapa.  Logística 4.0: liberar a P&D em veículos autônomos e drones nacionais, como foco inicial no transporte just-in-time no Polo Industrial de Manaus, criando espaço em que seja permitido o trânsito de veículos e drones semiautônomos e autônomos. → infraestrutura-mobilidade/p21, infraestrutura-mobilidade/p31, infraestrutura-mobilidade/p39

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[b2034] (infraestrutura) • Órgãos responsáveis: Secretaria de Transportes e Logística (todas as subsecretarias), SEDECTI, FAPEAM, universidades, startups e empresas de base tecnológica.

[b2035] (infraestrutura) • Prazos: janeiro de 2027 a dezembro de 2030.

[b2036] (infraestrutura) • Recursos: custeio da Secretaria e recursos de fundos de C&T.

[b2037] (infraestrutura) • Resultados esperados: planejamento logístico unificado; redução de gargalos; geração de novas vantagens competitivas. 

[b2038] (infraestrutura) Eixo Estratégico: modais dutoviário e ferroviário

[b2039] (infraestrutura) Programa e ação:  Dutovias: estudo da viabilidade do gasoduto Urucu–Porto Velho e de dutovias de pequena escala em Manaus; promoção da integração territorial entre Coari e Rondônia. Ferrovias (longo prazo): monitoramento do projeto da Ferrovia Norte–Sul e de sua chegada a Porto Velho (RO) como oportunidade futura, reconhecendo que ferrovias não são a solução para os problemas imediatos do Amazonas. → infraestrutura-mobilidade/p38

[b2041] (infraestrutura) • Órgãos responsáveis: Secretaria de Transportes e Logística e SEDECTI.

[b2042] (infraestrutura) • Prazos: janeiro de 2027 a dezembro de 2030.

[b2043] (infraestrutura) • Recursos: orçamento destinado a estudos de viabilidade.

[b2044] (infraestrutura) • Resultados esperados: preparação do Estado para oportunidades logísticas

[b2050] (infraestrutura) Programa e ação:  Cadeias produtivas do Amazonas: estudo, em articulação com os municípios, da compatibilização de retroportos para armazenagem e para operações ágeis de embarque e desembarque, com implantação de linhas de balsa para rô-rô caboclo integradas a Manaus, viabilizando as cadeias produtivas regionais associadas a uma economia regenerativa no interior do Amazonas. → infraestrutura-mobilidade/p20

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[b2054] (infraestrutura) • Órgãos responsáveis: Secretaria de Transportes e Logística (todas as subsecretarias), SEDECTI e FAPEAM.

[b2055] (infraestrutura) • Prazos: janeiro de 2027 a dezembro de 2030.

[b2056] (infraestrutura) • Recursos: custeio da Secretaria e recursos de fundos de ciência e tecnologia.

[b2057] (infraestrutura) • Resultados esperados: planejamento logístico unificado; redução de gargalos; geração de novas vantagens competitivas.

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[b2064] (infraestrutura) Monitoramento e avaliação do Eixo 1: malha rodoviária e viária

[b2069] (infraestrutura) a) Quilômetros de rodovias estaduais recuperadas (Meta: 500 km até 2028). → infraestrutura-mobilidade/p4

[b2070] (infraestrutura) b) Número de municípios atendidos pelo programa Vicinal Forte.

[b2072] (infraestrutura) a) Índice de Condição da Malha Rodoviária Estadual (ICM), medido anualmente.

[b2073] (infraestrutura) b) Redução percentual no tempo médio de viagem nas rotas contempladas.

[b2074] (infraestrutura) c) Redução no número de acidentes de trânsito nos trechos recuperados.

[b2076] (infraestrutura) Relatórios de medição de obras da Seinfra, relatórios de conformidade da Arsepam, sistemas de georreferenciamento de prefeituras e pesquisas anuais com transportadoras.

[b2078] (infraestrutura) Relatórios de progresso mensais; avaliação de impacto trimestral; reuniões de revisão estratégica semestrais.

[b2080] (infraestrutura) Sec. de Transportes e Logística (Subsecretarias do Interior e Metropolitana), Seinfra, Arsepam.

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[b2083] (infraestrutura) Monitoramento e avaliação do Eixo 2:

[b2090] (infraestrutura) a) Número de complexos porto-retroporto com obras iniciadas/concluídas (Meta: → infraestrutura-mobilidade/p14

[b2092] (infraestrutura) b) Número de linhas fluviais reguladas pela Arsepam com bilhetagem eletrônica.

[b2094] (infraestrutura) a) Aumento do volume de cargas (toneladas) e passageiros nos portos do interior.

[b2095] (infraestrutura) b) Nível de satisfação dos usuários dos terminais.

[b2096] (infraestrutura) c) Variação da tarifa média do transporte para passageiros e cargas.

[b2098] (infraestrutura) Relatórios de execução da SNPH, relatórios de fiscalização da Arsepam sobre operações e tarifas, dados da ANTAQ e pesquisas de satisfação.

[b2100] (infraestrutura) Acompanhamento mensal dos projetos; análise trimestral de fluxo e tarifas; avaliações semestrais da qualidade dos serviços.

[b2102] (infraestrutura) SNPH (execução) e Arsepam (monitoramento e regulação). 

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[b2136] (infraestrutura) Relatórios de execução dos convênios, dados da ANAC e das companhias aéreas, e coleta de preços de passagens.

[b2138] (infraestrutura) Monitoramento trimestral do fluxo aéreo e tarifas; avaliação semestral do impacto no turismo.

[b2140] (infraestrutura) Secretaria de Transportes e Logística (Subsecretaria do Interior), SEDECTI. 

[b2141] (infraestrutura) Monitoramento e avaliação do Eixo 3: malha aérea

[b2146] (infraestrutura) a) Número de aeródromos regionais modernizados (Meta: 10 até 2029). → infraestrutura-mobilidade/p41

[b2147] (infraestrutura) b) Número de novas rotas aéreas para o interior.

[b2148] (infraestrutura) c) Aumento da frequência semanal de voos para os municípios-alvo.

[b2150] (infraestrutura) a) Redução do valor médio da tarifa aérea por trecho (Yield Tarifa).

[b2151] (infraestrutura) b) Aumento no número de passageiros (turismo e negócios).

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[b2160] (infraestrutura) Monitoramento e avaliação do Eixo 4: gestão da logística e integração

[b2165] (infraestrutura) a) Implantação do Centro de Inteligência Logística (marco: sim/não).

[b2166] (infraestrutura) b) Número de projetos de P&D em “Logística 4.0” iniciados.

[b2167] (infraestrutura) c) Número de cadeias de produção sustentável (ex.: frigoríficos) com logística estruturada.

[b2169] (infraestrutura) a) Redução percentual do tempo médio de transbordo nos portos.

[b2170] (infraestrutura) b) Nível de satisfação da indústria (FIEAM/CIEAM) com a nova gestão logística (pesquisa anual).

[b2172] (infraestrutura) Publicações e relatórios do Centro de Inteligência, cronogramas de projetos de P&D, atas de reuniões e pesquisas com o setor privado.

[b2174] (infraestrutura) Relatórios de progresso trimestrais e avaliação estratégica semestral.

[b2176] (infraestrutura) Secretaria de Transportes e Logística (todas as subsecretarias), SEDECTI, FAPEAM. 

[b2177] (infraestrutura) Monitoramento e avaliação do Eixo 5: modais dutoviário e ferroviário

[b2182] (infraestrutura) a) Percentual de conclusão do estudo de viabilidade do gasoduto

[b2185] (infraestrutura) a) Qualidade técnica dos estudos de viabilidade, avaliada por comitê externo.

[b2186] (infraestrutura) b) Nível de articulação com os órgãos federais responsáveis pelos projetos ferroviários.

[b2188] (infraestrutura) Entrega de estudos e relatórios de acompanhamento, atas de reuniões com agentes federais (ANTT, MME).

[b2190] (infraestrutura) Apresentação de relatório semestral ao Comitê Gestor sobre o status dos projetos e estudos.

[b2192] (infraestrutura) Secretaria de Transportes e Logística (coordenação) e SEDECTI.

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[b2200] (infraestrutura) Atrasos ou cortes em repasses federais para obras em BRs (notadamente a BR-319).

[b2202] (infraestrutura) Embargos de obras por questões ambientais e licenciamento

[b2205] (infraestrutura) Falta de interesse ou capacidade técnica da iniciativa privada nos modelos de PPP/Concessão.

[b2207] (infraestrutura) Resistência de comunidades locais e conflitos fundiários na faixa de domínio das rodovias.

[b2215] (infraestrutura) Gestão da BR-319, com articulação política e técnica contínua junto ao DNIT e Ministério dos Transportes. → infraestrutura-mobilidade/p2

[b2221] (infraestrutura) b) Inserir os projetos em programas federais prioritários (PAC, PRDA etc.) e garantir sua execução via emendas da bancada federal ou projeto de iniciativa do executivo federal. → infraestrutura-mobilidade/p2, infraestrutura-mobilidade/p29

[b2222] (infraestrutura) a) Envolver os órgãos ambientais desde a concepção dos projetos de engenharia. → infraestrutura-mobilidade/p33

[b2228] (infraestrutura) b) Elaborar Estudos de ImpactoAmbiental → infraestrutura-mobilidade/p33

[b2229] (infraestrutura) (EIA/RIMA) robustos e transparentes, prevendo programas de compensação ambiental e social claros. → infraestrutura-mobilidade/p33

[b2230] (infraestrutura) a) Realizar estudos de viabilidade econômico-financeira (EVTE) criteriosos e transparentes. → infraestrutura-mobilidade/p33

[b2236] (infraestrutura) b) Promover roadshows para apresentar os projetos a investidores nacionais e internacionais. → infraestrutura-mobilidade/p28

[b2237] (infraestrutura) c) Oferecer um modelo contratual com segurança jurídica e garantias governamentais claras. → infraestrutura-mobilidade/p28

[b2243] (infraestrutura) a) Conduzir audiências públicas e consultas prévias às comunidades afetadas, incluindo indígenas e ribeirinhos. → infraestrutura-mobilidade/p34

[b2244] (infraestrutura) b) Mapear e regularizar a situação fundiária dos trechos prioritários em parceria com o INCRA e o IDAM. → infraestrutura-mobilidade/p57

[b2250] (infraestrutura) a) Desenvolver um plano de execução por trechos prioritários com recursos estaduais ou de fundos de desenvolvimento para as obras mais críticas. → infraestrutura-mobilidade/p58

[b2256] (infraestrutura) b) Buscar financiamento junto ao BASA e BNDES. → infraestrutura-mobilidade/p29

[b2258] (infraestrutura) a)Ter um plano de resposta rápida com equipe técnica dedicada para atender às condicionantes e questionamentos dos órgãos de controle. → infraestrutura-mobilidade/p59

[b2259] (infraestrutura) b) Estabelecer um fundo de contingência para custear medidas compensatórias emergenciais. → infraestrutura-mobilidade/p60

[b2261] (infraestrutura) a) Fracionar os lotes de concessão para atrair empresas de menor porte. → infraestrutura-mobilidade/p61

[b2262] (infraestrutura) b) Reavaliar o escopo do projeto ou assumir a execução com recursos próprios nos trechos mais críticos e menos atrativos. → infraestrutura-mobilidade/p62

[b2264] (infraestrutura) a) Implementar canais de mediação de conflitos. → infraestrutura-mobilidade/p34

[b2283] (infraestrutura) Gestão de Riscos do Eixo 1: malha rodoviária e viária

[p. 137]

[b2286] (infraestrutura) Parte 02. Plano estratégico de desenvolvimento  Gestão de Riscos do Eixo 2: infraestrutura aquaviária

[b2293] (infraestrutura) Variação extrema do nível dos rios (secas/cheias), impactando a navegabilidade e a operação dos portos.

[b2296] (infraestrutura) a) Incluir nos projetos portuários estruturas adaptáveis, como portos flutuantes (flutuantes principais e balsas de ligação) e rampas de acesso com maior extensão. → infraestrutura-mobilidade/p35, infraestrutura-mobilidade/p103

[b2297] (infraestrutura) b) Manter um diálogo constante com o Governo

[b2298] (infraestrutura) Federal (DNIT/Marinha) para priorizar a dragagem de pontos críticos. → infraestrutura-mobilidade/p15

[b2299] (infraestrutura) a) Desenvolver, junto às prefeituras, planos de logística de emergência para abastecimento das cidades durante os períodos críticos. → infraestrutura-mobilidade/p37

[b2300] (infraestrutura) b) Utilizar embarcações de menor calado em rotas alternativas. → infraestrutura-mobilidade/p37

[b2303] (infraestrutura) Incapacidade da Arsepam para regular e fiscalizar a qualidade e as tarifas do transporte fluvial.

[b2306] (infraestrutura) a) Fortalecer a Arsepam com recursos financeiros e humanos, incluindo a contratação de especialistas em regulação econômica e engenharia naval/portuária, preferencialmente por concurso público para servidores de carreira. → infraestrutura-mobilidade/p18

[b2307] (infraestrutura) b) Implementar sistemas de monitoramento digital → infraestrutura-mobilidade/p19

[b2308] (infraestrutura) (GPS em embarcações, bilhetagem eletrônica) para rastrear o serviço. → infraestrutura-mobilidade/p19

[b2311] (infraestrutura) a) Firmar convênios de cooperação técnica com agências reguladoras de outros estados ou com a ANTAQ para capacitação e troca de experiências. → infraestrutura-mobilidade/p63

[b2313] (infraestrutura) Resistência de operadores informais à regulamentação do setor (tarifas, segurança, bilhetagem).

[b2317] (infraestrutura) b) Promover campanhas de conscientização para os usuários sobre os benefícios de um serviço regulado. → infraestrutura-mobilidade/p64

[b2318] (infraestrutura) a) Intensificar a fiscalização nos principais portos e pontos de embarque em parceria com a Capitania dos Portos. → infraestrutura-mobilidade/p18

[b2321] (infraestrutura) Baixa demanda de cargas nos novos portos, tornando as concessões economicamente inviáveis.

[b2324] (infraestrutura) a) Vincular os projetos portuários a um plano de desenvolvimento da cadeia produtiva local, elaborado em conjunto com as prefeituras e a → infraestrutura-mobilidade/p65

[b2326] (infraestrutura) b) Estruturar um modelo de concessão que permita receita acessória (ex: armazéns, pátios logísticos) para a concessionária. → infraestrutura-mobilidade/p66

[b2327] (infraestrutura) a) O Estado pode assumir a operação inicial de um porto estratégico como um “projeto- piloto” para demonstrar a viabilidade e atrair investidores. → infraestrutura-mobilidade/p67

[p. 139]

[b2409] (infraestrutura) Gestão de Riscos do Eixo 4: malha aérea

[b2416] (infraestrutura) Falta de viabilidade econômica das rotas regionais para as companhias aéreas.

[b2420] (infraestrutura) b) Realizar estudos de demanda junto a setores como turismo e agronegócio para subsidiar a negociação com as companhias. → infraestrutura-mobilidade/p68

[b2421] (infraestrutura) a) Analisar a criação de um programa de subsídio cruzado para rotas essenciais, com assentos bloqueados para emergências de saúde. → infraestrutura-mobilidade/p43

[b2422] (infraestrutura) b) Fomentar a entrada de empresas de táxi- aéreo de menor porte nas rotas com menor demanda. → infraestrutura-mobilidade/p42

[b2424] (infraestrutura) Atrasos na homologação e certificação dos aeródromos pela Agência Nacional de Aviação Civil

[b2428] (infraestrutura) a) Alocar uma equipe técnica no governo estadual dedicada exclusivamente a acompanhar os processos junto à ANAC. → infraestrutura-mobilidade/p69

[b2429] (infraestrutura) b) Garantir que os projetos de modernização já sigam estritamente todas as normas e exigências da ANAC para evitar retrabalho. → infraestrutura-mobilidade/p70

[b2430] (infraestrutura) a) Priorizar as melhorias mais urgentes para obter certificações provisórias ou de menor complexidade que já permitam algum tipo de operação regular. → infraestrutura-mobilidade/p71

[b2432] (infraestrutura) Dificuldades técnicas e logísticas para realizar obras em municípios isolados.

[b2435] (infraestrutura) a) Incluir nos editais de licitação um planejamento logístico detalhado, prevendo o transporte de materiais e equipamentos durante o período da cheia (janela fluvial). → infraestrutura-mobilidade/p72

[b2436] (infraestrutura) a) Ter contratos com margem para aditivos relacionados a desafios logísticos imprevistos. → infraestrutura-mobilidade/p73

[b2437] (infraestrutura) b) Utilizar estruturas pré- moldadas para agilizar a construção civil. → infraestrutura-mobilidade/p74

[p. 140]

[b2448] (infraestrutura) Gestão de Riscos do Eixo 5: logística e integração

[b2462] (infraestrutura) a) Iniciar com projetos- piloto de alto impacto para demonstrar o valor da gestão integrada. → infraestrutura-mobilidade/p31

[p. 141]

[b2491] (infraestrutura) Viabilidade econômica negativa dos projetos após estudos aprofundados.

[b2493] (infraestrutura) Utilização dos projetos como “distração” dos problemas logísticos reais e urgentes.

[b2508] (infraestrutura) a) Manter os projetos em nível de estudo e monitoramento, sem alocação de grandes recursos de capital. → infraestrutura-mobilidade/p38

[b2509] (infraestrutura) b) Condicionar o avanço dos projetos à demanda real de commodities (gás, grãos) que justifiquem o investimento. → infraestrutura-mobilidade/p38

[b2517] (infraestrutura) a) Arquivar o projeto temporariamente e reavaliar periodicamente as condições de mercado e de demanda. → infraestrutura-mobilidade/p38

[b2521] (infraestrutura) a) Não aplicável (medida preventiva é a principal ação).

[b2527] (infraestrutura) A estruturação de retroportos para as Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4), será dividida em duas fases: → infraestrutura-mobilidade/p14

[b2534] (infraestrutura) Gestão de Riscos do Eixo 6: modais dutoviário e ferroviário

[p. 142]

[b2542] (infraestrutura) Passageiros, combustível, rô-rô caboclo, armazém refrigerado e armazém seco → infraestrutura-mobilidade/p76

[b2544] (infraestrutura) Passageiros, combustível, rô-rô caboclo e armazém seco → infraestrutura-mobilidade/p76

[b2546] (infraestrutura) Passageiros, combustível, rô-rô caboclo, armazém refrigerado e armazém seco → infraestrutura-mobilidade/p76

[b2548] (infraestrutura) Passageiros, combustível, rô-rô caboclo, armazém refrigerado e armazém seco → infraestrutura-mobilidade/p76

[b2550] (infraestrutura) Passageiros, combustível, rô-rô caboclo, armazém refrigerado e armazém seco → infraestrutura-mobilidade/p76

[b2555] (infraestrutura) Passageiros, combustível, rô-rô caboclo e armazém seco → infraestrutura-mobilidade/p76

[b2557] (infraestrutura) Passageiros, combustível, rô-rô caboclo, armazém refrigerado e armazém seco → infraestrutura-mobilidade/p76

[b2559] (infraestrutura) Passageiros, rô-rô caboclo e armazém seco → infraestrutura-mobilidade/p76

[b2561] (infraestrutura) Passageiros, rô-rô caboclo e armazém seco → infraestrutura-mobilidade/p76

[b2563] (infraestrutura) Passageiros, combustível, rô-rô caboclo, armazém refrigerado e armazém seco → infraestrutura-mobilidade/p76

[p. 143]

[b2566] (infraestrutura) Acervo de obras e ações adicionais: obras em andamento para conclusão

[b2570] (mobilidade) Essencial para a mobilidade metropolitana, a conclusão do anel viário pode estruturar um sistema de transporte público mais eficiente, conectando zonas residenciais e de emprego, um pilar do desenvolvimento.

[b2572] (infraestrutura) Melhora a conectividade regional, fundamental para integrar a economia do Amazonas e permitir que populações distantes acessem serviços e oportunidades nos centros urbanos.

[b2573] (infraestrutura) Rodovia AM-352 – Estrada de Novo Airão (desde 2022) → infraestrutura-mobilidade/p7, infraestrutura-mobilidade/p91

[b2574] (infraestrutura) A pavimentação fortalece o turismo e a economia local. Pela ótica do desenvolvimento, melhora a acessibilidade a um polo de turismo.

[b2577] (infraestrutura) Conexão vital para o escoamento da produção e integração de comunidades. Estradas qualificadas são a base para a futura implementação de rotas de transporte público intermunicipal.

[b2578] (infraestrutura) Estrada do Membeca - Caapiranga à Manacapuru (desde 2024) → infraestrutura-mobilidade/p7

[b2579] (infraestrutura) Acesso a áreas produtivas e comunidades, promovendo o desenvolvimento econômico local e reduzindo o isolamento, premissas para a criação de comunidades sustentáveis.

[b2580] (infraestrutura) Ramal do Barro Alto – Manaquiri (desde 2022)

[b2581] (infraestrutura) Infraestrutura para polos produtores, garantindo a viabilidade econômica que sustenta as comunidades e justifica investimentos futuros em transporte e serviços.

[b2582] (infraestrutura) Ramal do Pau Rosa e Cooperativa (desde 2023)

[b2583] (infraestrutura) Melhora o acesso a áreas rurais e de produção, integrando-as à malha viária principal e facilitando o acesso a mercados e serviços essenciais.

[b2584] (infraestrutura) Construção de 50 Pontes em Manaus (desde 2022) → infraestrutura-mobilidade/p92

[b2585] (infraestrutura) Pontes são nós críticos na rede de mobilidade. Sua construção elimina gargalos, permitindo a criação de rotas de transporte público mais diretas e eficientes na capital. → infraestrutura-mobilidade/p92

[p. 144]

[b2590] (infraestrutura) Acervo de obras e ações adicionais: obras potenciais para o detalhamento

[b2593] (infraestrutura) Recuperação da Rodovia AM-254 – Estrada de Autazes → infraestrutura-mobilidade/p7, infraestrutura-mobilidade/p91

[b2594] (infraestrutura) A manutenção é crucial. A recuperação garante a segurança e eficiência da conexão, suportando o desenvolvimento econômico e social da região.

[b2595] (infraestrutura) Pavimentação da Estrada de Feijó – Envira até o Acre → infraestrutura-mobilidade/p11

[b2596] (infraestrutura) Cria uma nova rota de integração interestadual, expandindo as oportunidades econômicas e logísticas, um passo macro para o desenvolvimento integrado. → infraestrutura-mobilidade/p11

[b2597] (infraestrutura) Plano de manutenção de rodovias estaduais: AM-363, → infraestrutura-mobilidade/p3, infraestrutura-mobilidade/p7, infraestrutura-mobilidade/p91

[b2599] (infraestrutura) Assegura a longevidade e funcionalidade da malha viária. Uma rede bem mantida é a espinha dorsal para qualquer sistema de transporte eficiente e integrado.

[b2601] (infraestrutura) (Bela Vista/Manaquiri) – integração via balsa com a AM-453 → infraestrutura-mobilidade/p79

[b2602] (infraestrutura) Cria um nó de transporte multimodal, integrando o transporte terrestre e fluvial. Esta é uma estratégia de desenvolvimento avançada para ampliar a rede de transportes e promover desenvolvimento nos pontos de conexão.

[b2604] (mobilidade) Eduardo Gomes e a Av. das Torres → infraestrutura-mobilidade/p54, infraestrutura-mobilidade/p108

[b2605] (mobilidade) Melhora o fluxo em um corredor estratégico de Manaus. Melhora a acessibilidade ao aeroporto e pode induzir o desenvolvimento de usos mistos (comércio, serviços) ao longo do eixo. → infraestrutura-mobilidade/p54, infraestrutura-mobilidade/p108

[b2608] (mobilidade) Fortalece a rede viária metropolitana, permitindo a reorganização de corredores de transporte de maior capacidade, reduzindo o tempo de viagem. → infraestrutura-mobilidade/p54, infraestrutura-mobilidade/p108

[b2613] (infraestrutura) Infraestrutura para ramais em polos produtores → infraestrutura-mobilidade/p3

[b2614] (infraestrutura) Fomenta a economia local ao garantir o escoamento da produção. O fortalecimento econômico é essencial para fixar a população e criar comunidades autossustentáveis.

[b2617] (infraestrutura) Corredor Logístico Porto- -PIM: Conexão Estratégica → infraestrutura-mobilidade/p55

[b2618] (infraestrutura) Sul (Via Expressa de Cargas ligando os terminais portuários privados ao Distrito → infraestrutura-mobilidade/p55

[b2619] (infraestrutura) Industrial I, com traçado pelos fundos do aeroporto de Ponta Pelada) → infraestrutura-mobilidade/p55

[b2620] (infraestrutura) Criação de um eixo viário de alta capacidade, preferencial ou exclusivo para veículos de carga, para resolver o principal gargalo logístico de Manaus: o deslocamento de insumos e produtos entre os portos e o PIM. → infraestrutura-mobilidade/p55

[b2621] (infraestrutura) Aumentar a eficiência e a competitividade da indústria local, separando o tráfego de cargas pesadas do fluxo urbano diário, criando via alternativa para diluir a sobrecarga da única saída atual. → infraestrutura-mobilidade/p55

[p. 162]

[b2859] (infraestrutura) • Risco de choques logísticos por secas/enchentes

[p. 284]

[b8181] (infraestrutura) 4.5 Infraestrutura energética/logística + 4.8 Marketplace digital

[b8193] (infraestrutura) 4.5 Infraestrutura logística + 3.5 Avaliação contínua das concessões

[p. 317]

[b8886] (infraestrutura) • Gargalos logísticos fluviais, ausência de hidrovias reguladas e infraestrutura limitada.

[p. 337]

[b9268] (infraestrutura) A estratégia também prevê infraestrutura básica para esses polos: energia estável, conectividade, logística e espaços industriais. Sem isso, não há industrialização possível. → infraestrutura-mobilidade/p80

[b9269] (infraestrutura) O Plano acerta ao tratar infraestrutura como política industrial, e não apenas como obra pública. A interiorização só se materializa quando há condições reais para que empresas se instalem e operem com competitividade.

[p. 338]

[b9278] (infraestrutura) O Plano também prevê a expansão da infraestrutura logística fluvial, essencial para conectar os polos regionais ao PIM e aos mercados nacionais e internacionais. Sem logística eficiente, não há interiorização possível. A modernização da frota fluvial e a integração com polos produtivos regionais reduzem custos e aumentam a competitividade das cadeias do interior. → infraestrutura-mobilidade/p20

[p. 352]

[b9559] (infraestrutura) Implantação de porto-retroportos, regularização de hidrovias e hubs de integração no interior → infraestrutura-mobilidade/p32

[b9560] (infraestrutura) Implantação do Plano de Infraestrutura → infraestrutura-mobilidade/p25

[p. 354]

[b9584] (infraestrutura) Altos custos logísticos e de transporte, que afetam a competitividade dos produtos comercializados;

[b9586] (infraestrutura) Construção de infraestrutura portuária e rodovias (implantação de porto-retroportos, hidrovias e hubs de integração) → infraestrutura-mobilidade/p32

[p. 356]

[b9615] (infraestrutura) A interiorização também se materializa na agenda de infraestrutura, com a implantação de portos, retroportos, hidrovias e hubs logísticos no interior. Essa medida reduz custos de transporte, melhora o abastecimento, amplia a circulação de mercadorias e cria condições reais para que municípios fora de Manaus se tornem polos comerciais regionais. → infraestrutura-mobilidade/p32

[p. 394]

[b10349] (infraestrutura) Intervir institucionalmente para reordenar a gestão, infraestrutura e operação do Porto Turístico de Manaus → infraestrutura-mobilidade/p23

[b10382] (infraestrutura) 8. Portos e aeroportos turísticos → infraestrutura-mobilidade/p40

[b10383] (infraestrutura) Requalificar portos e aeroportos de municípios estratégicos ao turismo → infraestrutura-mobilidade/p40

[b10388] (infraestrutura) Requalificar rodovias estratégicas ao turismo (BR-319, BR-174, AM-352) → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p88

[b10393] (infraestrutura) Captar e manter voos internacionais e nacionais estratégicos para Manaus → infraestrutura-mobilidade/p44

[p. 396]

[b10444] (infraestrutura) Infraestrutura e Acessibilidade

[b10445] (infraestrutura) • Nº de voos diretos captados ou retomados

[b10446] (infraestrutura) Governo do Estado + Amazonastur

[b10448] (infraestrutura) • Nº de portos e aeroportos requalificados

[b10449] (infraestrutura) • Km de rodovias estratégicas recuperadas

[b10450] (infraestrutura) • Nº de equipamentos turísticos modernizados

[b10451] (infraestrutura) • Sinalização turística bilíngue implantada

[p. 397]

[b10482] (infraestrutura) Entre as ações estruturantes, destaca-se a requalificação de portos e aeroportos turísticos em municípios estratégicos, essencial para garantir acesso seguro, rápido e eficiente aos destinos do interior. A melhoria da malha rodoviária e a ampliação da conectividade aérea também fortalecem a integração territorial, permitindo que produtos turísticos regionais se tornem comercialmente viáveis e competitivos. → infraestrutura-mobilidade/p81

[p. 485]

[b12274] (infraestrutura) Gargalos persistentes de infraestrutura e logística

[b12275] (infraestrutura) A logística no Amazonas depende quase totalmente dos rios. As hidrovias movimentam milhões de toneladas por ano e conectam comunidades isoladas, mas a infraestrutura é insuficiente e envelhecida: terminais fluviais degradados, portos do interior sem condições adequadas de operação, estradas estaduais deterioradas e mal conectadas e falta de integração entre modais (rodoviário, fluvial e aéreo). Também é grave a insegurança na navegabilidade, com deficiência de monitoramento, necessidade de dragagens e carência de batimetrias atualizadas, dentre outros. O Plano Estratégico de Desenvolvimento propõe ações para reduzir custos logísticos, melhorar a mobilidade e integrar o interior ao desenvolvimento econômico. → infraestrutura-mobilidade/p15

[p. 500]

[b12481] (infraestrutura) Soluções de infraestrutura alinhadas às condições ambientais

[b12482] (infraestrutura) O Amazonas enfrenta desafios infraestruturais únicos que exigem soluções inovadoras e adaptadas às condições ambientais, sociais e territoriais da região. A formação de profissionais para atuar nesse contexto requer competências específicas, considerando fatores como a escassez de materiais convencionais de construção, o clima extremamente úmido, os altos índices pluviométricos, as variações de até dez metros nos níveis dos rios e as grandes distâncias entre comunidades. Essas características tornam inviável a simples replicação de modelos de outras regiões do país, demandando tecnologias que valorizem materiais locais, técnicas construtivas resilientes e sistemas compatíveis com a dinâmica dos ecossistemas amazônicos.

[b12484] (infraestrutura) A infraestrutura de transportes também demanda abordagens específicas. Estradas vicinais essenciais para o escoamento da produção e o acesso a serviços básicos tornam-se intransitáveis no período chuvoso, exigindo pesquisas em pavimentação alternativa, drenagem eficiente e estabilização de solos tropicais. Pontes precisam ser projetadas

[p. 501]

[b12493] (infraestrutura) Parte 05. Plano estratégico de desenvolvimento com materiais locais e estruturas modulares ou flutuantes, capazes de suportar variações extremas no nível dos rios. Portos fluviais devem se adaptar à dinâmica das cheias e vazantes, enquanto as hidrovias requerem monitoramento contínuo de batimetria, sinalização adequada e sistemas de gestão que integrem conhecimento científico e saber tradicional ribeirinho.

[p. 504]

[b12529] (infraestrutura) Integração territorial e logística com bases técnicas

[b12530] (infraestrutura) O Amazonas enfrenta desafios logísticos e de integração territorial únicos no mundo.

[b12531] (infraestrutura) Sua imensa extensão, combinada com baixa densidade populacional fora de Manaus e a predominância das hidrovias como principal meio de circulação, cria um cenário de dificuldades para o desenvolvimento econômico tradicional. A carência histórica de investimentos adequados em infraestrutura mantém comunidades isoladas, eleva custos de transporte, limita o acesso a serviços essenciais e aprofunda desigualdades entre a capital e o interior.

[b12532] (infraestrutura) Modelos convencionais de logística, baseados em rodovias pavimentadas e redes terrestres de telecomunicações, não se aplicam ao contexto do Amazonas, com exceção à BR-319. Além de ambientalmente inviáveis, gerariam custos proibitivos e impactos severos sobre a floresta. O estado precisa de soluções inovadoras que reconheçam as hidrovias como ativos estratégicos, modernizem o transporte fluvial e integrem modais complementares adaptados à forte sazonalidade dos rios. Da mesma forma, a conectividade digital deve avançar com tecnologias como satélites de baixa órbita e fibra óptica subfluvial, permitindo “saltar etapas” e superar limitações estruturais históricas.

[p. 505]

[b12536] (infraestrutura) A integração territorial e a logística devem contar com as seguintes

[b12538] (infraestrutura) • Sistemas multimodais de transporte fluvial–terrestre–aéreo integrados e sustentáveis; → infraestrutura-mobilidade/p25, infraestrutura-mobilidade/p101

[p. 538]

[b13297] (infraestrutura) Dificuldade de acesso a serviços e circulação de bens

[p. 549]

[b13499] (infraestrutura) As restrições logísticas e de conectividade também representam obstáculos significativos. A dificuldade de deslocamento entre municípios, a precariedade da infraestrutura de transporte e a fragilidade das redes de internet e telecomunicações representam condições adversas para a circulação de produtos, o acesso a mercados e a oferta de serviços criativos — fatores essenciais para negócios baseados em tecnologia, cultura e criatividade.

[p. 562]

[b13734] (infraestrutura) • Precariedade do transporte fluvial e aéreo encarece logística produtiva.

[p. 570]

[b13870] (infraestrutura) Responsável: Seinfra, AMAZONASTUR, SEDECTI, PRODAM, SEC •

[p. 574]

[b13994] (infraestrutura) 8. Melhorar infraestrutura cultural, digital e logística

[b13998] (infraestrutura) Nº de comunidades atendidas; velocidade média da conexão

[b13999] (infraestrutura) Modernização de Equipamentos Culturais

[b14000] (infraestrutura) Nº de equipamentos requalificados; nº de usuários atendidos

[b14001] (infraestrutura) Infraestrutura de Circulação Criativa

[b14002] (infraestrutura) Nº de rotas planejadas; nº de espaços mapeados; nº de eventos realizados

[p. 578]

[b14129] (infraestrutura) • Dificuldades de mobilidade e circulação;

[p. 585]

[b14227] (infraestrutura) A infraestrutura e a conectividade constituem outro ponto crítico. O Amazonas enfrenta limitações persistentes no transporte fluvial, rodoviário e aéreo, ausência de ligações terrestres contínuas, altos custos logísticos, baixa cobertura de internet de alta velocidade e insuficiência de infraestrutura energética em municípios remotos. Esses fatores reduzem a competitividade e a previsibilidade dos investimentos, especialmente fora da capital. Esse quadro confirma análises da OCDE (2023), segundo as quais a disponibilidade de infraestrutura básica — logística, digital, energética e institucional — é determinante para a decisão de investidores globais.

[p. 586]

[b14240] (infraestrutura) • Modernizar e ampliar a infraestrutura estratégica do estado.

[p. 589]

[b14296] (infraestrutura) • Custos logísticos elevados fora da capital.

[p. 590]

[b14307] (infraestrutura) Aspectos territoriais e infraestruturais

[b14308] (infraestrutura) • Logística limitada, dependência do transporte fluvial e grande dispersão territorial.

[b14310] (infraestrutura) • Presença de “vazios logísticos” que encarecem a operação de investidores.

[p. 592]

[b14364] (infraestrutura) • Alto custo logístico e baixa infraestrutura podem desestimular investidores.

[p. 593]

[b14380] (infraestrutura) • Distâncias longas elevam custos de operação.

[p. 595]

[b14432] (infraestrutura) Objetivo Específico 4 – Modernizar e ampliar a infraestrutura estratégica do estado

[b14433] (infraestrutura) Prazo: Projetos estruturantes definidos até 2028

[b14434] (infraestrutura) Responsável: Seinfra, SEDECTI, CASA CIVIL, SEPLANCTI

[b14436] (infraestrutura) 1. Carteira de projetos de infraestrutura estratégica → infraestrutura-mobilidade/p82

[b14437] (infraestrutura) a) Criar pipeline de projetos em logística, energia, conectividade e turismo. → infraestrutura-mobilidade/p82

[b14438] (infraestrutura) b) Estruturar projetos via PPPs e concessões. → infraestrutura-mobilidade/p28

[p. 600]

[b14561] (infraestrutura) 4. Modernizar e ampliar a infraestrutura estratégica do estado

[b14564] (infraestrutura) 4.1 Criar pipeline de projetos de infraestrutura → infraestrutura-mobilidade/p82

[b14567] (infraestrutura) 4.2 Estruturar projetos via PPPs e concessões → infraestrutura-mobilidade/p28

[b14568] (infraestrutura) • Nº de PPPs/concessões em andamento

[p. 601]

[b14651] (infraestrutura) • Custos logísticos elevados, que reduzem competitividade de novos

[p. 603]

[b14687] (infraestrutura) • Riscos associados à BR-319, tanto pela demora em sua execução quanto pela implementação desordenada;

[p. 604]

[b14722] (infraestrutura) • Infraestrutura estratégica (Objetivo 4 – Ação 8 e 10): reduz custos energéticos e logísticos;

[p. 605]

[b14750] (infraestrutura) • Carteira de infraestrutura com salvaguardas ambientais (Objetivo 4 – Ação 8); → infraestrutura-mobilidade/p35

[p. 1049]

[b25610] (infraestrutura) A infraestrutura de transportes do Estado é predominantemente fluvial. A malha aeroviária tem destaque com o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, mas a malha rodoviária é restrita, composta por poucas rodovias federais e estaduais, muitas delas com trechos precários ou intransitáveis em determinados períodos do ano. O ciclo hidrológico, com alternância entre cheia e vazante, condiciona o acesso às comunidades ribeirinhas, afetando a regularidade dos serviços públicos, o acesso a alimentos e a prestação dos serviços socioassistenciais.

[p. 1285]

[b30754] (infraestrutura) Desafios logísticos e territoriais

[b30755] (infraestrutura) O Amazonas depende de transporte fluvial e aéreo, o que gera custos operacionais bem acima da média nacional. Isso afeta tanto a prestação de serviços públicos quanto a fiscalização ambiental. Manaus é o único polo urbano amazônico integrado ao sistema rodoviário nacional, via BR-174, em direção a Roraima e à Venezuela, e BR-319, em direção a Rondônia. A precariedade de pavimentação do chamado “trecho do meio” da BR-319, contudo, permanece como um dos principais gargalos à plena integração terrestre do Amazonas com o restante do país. Os demais municípios dependem da sazonalidade dos rios ou de pequenas pistas de pouso.

[p. 1289]

[b30805] (infraestrutura) Dependência predominante de transporte fluvial e aéreo; custo logístico elevado (Custo Amazônia); déficit estrutural de saneamento na capital e no interior.

[p. 1314]

[b31096] (infraestrutura) Eixo Estruturante 12 – Logística Sustentável de Produção e Mobilidade

[b31097] (infraestrutura) O Eixo Estruturante 12 atua para a criação de um sistema logístico integrado, sustentável e resiliente, que permita o escoamento eficiente da produção sustentável e a mobilidade segura da população ribeirinha e urbana, priorizando as hidrovias como eixo central do transporte e reduzindo custos, impactos ambientais e desigualdades territoriais. → infraestrutura-mobilidade/p25, infraestrutura-mobilidade/p101

[b31098] (infraestrutura) A logística é, ao mesmo tempo, desafio e oportunidade estratégica para o Amazonas.

[b31099] (infraestrutura) O Estado tem a maior malha fluvial do planeta e é entrecortado por rios navegáveis que conectam municípios e comunidades em todo o território. Aliás, a maioria dos municípios amazonenses depende de viagens de dias ou semanas. Trata-se de uma logística necessária e humanitária, mas que é limitada e que agrava desigualdades sociais.

[b31100] (infraestrutura) Não podemos negar que as hidrovias são o modal logístico natural do Amazonas: ambientalmente compatível com a floresta, viável em custo de capital (menor custo por Unidade Transportada de Produção (UTP) e em emissão de gases de efeito estufa) e culturalmente enraizado na prática da população ribeirinha3.

[b31101] (infraestrutura) O baixo custo de transporte é outra variável importante quando se avalia as vantagens competitivas/comparativas do transporte hidroviário no estado do Amazonas, e no mundo como um todo. Na hidrovia, pela magnitude dos veículos utilizados para o transporte, o montante de cargas movimentadas por uma única embarcação – balsa, navio e barco motor, navio mercante – revela uma economia de escala, com redução de custos por unidade de produto transportado. [...]

[b31102] (infraestrutura) O menor custo ambiental é, sem dúvida, a maior vantagem da hidrovia frente aos demais modais de transporte, pois, considerado um transporte eficiente energeticamente, por conduzir em maiores proporções, tanto passageiros quanto cargas, as embarcações reduzem a emissão de gases de efeito estufa por unidade de produto e passageiro transportados. (PEREIRA, 2015, p. 414;416)

[b31103] (infraestrutura) O Plano de Infraestrutura e Logística (Livro 1 – Eixo 1 do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Amazonas) realizou o diagnóstico dos problemas logísticos que impactam a mobilidade da produção e das pessoas no Amazonas, focando em todos os modais:

[b31104] (infraestrutura) • Infraestrutura rodoviária insuficiente: o Amazonas possui a pior infraestrutura logística do país, com rodovias federais e estaduais em condições precárias, falta de manutenção contínua, ausência de planejamento integrado e estradas vicinais sem padrão técnico. Tudo isso agrava o isolamento e eleva os custos;

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