Kiko Caputo — texto do programa sobre Infraestrutura, transporte e mobilidade — parte 1 de 2 (Governador — DF, 2026)

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[b110] (mobilidade) postos​​de​​trabalho​​no​​Plano​​Piloto,​​ainda​​que​​novas​​centralidades​​tenham​​se​​fortalecido.​​Tempo​​perdido​ ​no trânsito reduz a convivência familiar, produtividade, descanso e acesso a oportunidades.​ ​Na​​habitação​​e​​no​​desenvolvimento​​urbano,​​o​​déficit​​quantitativo​​habitacional​​se​​soma​​à​​inadequação​ ​das​ ​moradias,​ ​à​ ​regularização​ ​fundiária,​ ​à​​infraestrutura​​incompleta​​e​​à​​ocupação​​de​​áreas​​sensíveis.​ ​

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[b297] (mobilidade) Integrar​​transporte​​coletivo,​​acessibilidade,​​mobilidade​​ativa,​​segurança​​viária,​​tecnologia​​operacional​​e​ ​conexão metropolitana para aproximar moradia, trabalho e serviços.​ ​Compromissos​​associados,​​detalhados​​no​​ATO​​V​​deste​​Plano​​de​​Governo​​Integração​​do​​transporte;​ ​bilhetagem;​​corredores​​e​​ligações​​regionais;​​mobilidade​​ativa;​​segurança​​viária;​​acesso​​a​​entrevistas​​de​ ​ → infraestrutura-mobilidade/p11, infraestrutura-mobilidade/p35

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[b665] (infraestrutura) ​Infraestrutura, Mobilidade, Logística, Meio Ambiente e Sustentabilidade​ ​Infraestrutura​ ​não​ ​é​ ​um​ ​fim​ ​em​ ​si​ ​mesma.​ ​É​ ​a​ ​base​​que​​permite​​às​​pessoas​​circular,​​estudar,​​trabalhar,​​produzir​​e​​viver​​com​​segurança.​​Mobilidade,​​logística,​​saneamento,​​segurança​ ​hídrica, tecnologia, meio ambiente e desenvolvimento urbano precisam ser planejados como partes do mesmo território.​ ​Os​ ​compromissos​ ​substituem​ ​a​ ​lógica​​de​​intervenções​​isoladas​​por​​planejamento​​integrado,​​continuidade​​dos​​investimentos,​​resiliência​​e​​gestão​​por​​resultados.​​A​​política​​busca​​utilizar​ ​melhor os recursos, reduzir desigualdades territoriais, fortalecer a economia, proteger os recursos naturais e preparar o Distrito Federal para o crescimento urbano e os riscos climáticos.​ ​

[b666] (infraestrutura) Compromissos organizados por frente de atuação​ ​Frente de atuação​ ​Compromisso e significado público​ ​1. Um governo que​ ​planeja a infraestrutura​ ​antes de construir​ ​Compromisso assumido​ ​Grandes​ ​obras​ ​não​ ​podem​ ​nascer​ ​da​ ​improvisação.​ ​Elas​ ​precisam​ ​fazer​ ​parte​ ​de​ ​um​ ​planejamento​ ​que​ ​enxerga​ ​a​ ​cidade​ ​como​ ​um​ ​todo.​ ​Consolidaremos​ ​um​​modelo​​de​​governança​​integrada​​da​​infraestrutura​​do​​Distrito​​Federal,​​coordenando​​o​​planejamento​​territorial,​​a​​mobilidade,​​a​ ​logística,​ ​o​ ​saneamento,​ ​a​ ​infraestrutura​ ​urbana,​ ​o​ ​meio​ ​ambiente,​ ​o​ ​desenvolvimento​ ​econômico​ ​e​ ​a​ ​proteção​ ​do​ ​patrimônio​ ​público.​ ​Os​ ​investimentos​​passarão​​a​​ser​​planejados​​de​​forma​​articulada​​entre​​os​​diferentes​​órgãos,​​alinhando​​instrumentos​​como​​PDOT,​​LUOS,​​PPCUB​​e​​os​ ​planos​ ​setoriais,​ ​para​ ​reduzir​ ​desperdícios,​ ​evitar​ ​sobreposição​ ​de​ ​obras​ ​e​ ​garantir​ ​que​ ​cada​ ​investimento​ ​contribua​ ​para​ ​um​ ​projeto​ ​único​ ​de​ ​desenvolvimento do Distrito Federal.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​Governança​​da​​Infraestrutura:​​Consolidar​​um​​modelo​​de​​coordenação​​estratégica​​da​​infraestrutura​​do​​Distrito​​Federal,​​promovendo​​a​​atuação​ ​coordenada​​entre​​os​​órgãos​​e​​entidades​​competentes​​na​​articulação​​do​​planejamento​​territorial,​​da​​mobilidade,​​da​​logística,​​do​​saneamento,​​da​ ​infraestrutura​ ​urbana,​ ​do​ ​meio​ ​ambiente,​ ​do​ ​desenvolvimento​ ​econômico​​e​​da​​proteção​​do​​patrimônio​​público,​​respeitadas​​as​​competências​ ​legais, a autonomia administrativa e os instrumentos de planejamento governamental.​ ​•​ ​Instituir​ ​a​ ​Política​ ​Distrital​ ​de​ ​Gestão​ ​Estratégica​ ​dos​ ​Ativos​ ​Públicos,​ ​estruturando​ ​um​ ​sistema​ ​integrado​ ​para​ ​o​ ​planejamento,​ ​inventário,​ ​monitoramento,​ ​manutenção,​ ​modernização,​ ​reutilização​ ​e​ ​gestão​ ​do​​ciclo​​de​​vida​​dos​​equipamentos​​sociais,​​equipamentos​​administrativos,​ ​infraestrutura​​urbana,​​imóveis​​públicos,​​bens​​móveis​​e​​demais​​ativos​​patrimoniais​​do​​Governo​​do​​Distrito​​Federal,​​promovendo​​a​​recuperação​ ​de​ ​bens​ ​passíveis​ ​de​ ​reaproveitamento,​ ​a​ ​redistribuição​ ​de​ ​ativos​ ​entre​ ​órgãos​ ​e​ ​entidades,​ ​a​ ​alienação,​ ​o​ ​desfazimento​ ​ou​ ​a​ ​destinação​ ​ambientalmente​ ​adequada​ ​dos​ ​bens​ ​públicos​ ​inservíveis,​ ​observadas​ ​as​ ​normas​ ​patrimoniais,​ ​ambientais​ ​e​ ​de​ ​gestão​ ​pública​ ​aplicáveis,​ ​ampliando a eficiência da administração patrimonial e reduzindo desperdícios.​ ​•​ ​Estruturar​ ​um​ ​Sistema​ ​Integrado​ ​de​ ​planejamento,​ ​estruturação,​ ​priorização,​ ​elaboração​ ​de​ ​projetos​ ​executivos,​ ​contratação,​ ​execução,​ ​monitoramento,​​auditoria​​e​​avaliação​​dos​​investimentos​​em​​infraestrutura​​pública​​do​​Distrito​​Federal,​​articulado​​ao​​Plano​​Plurianual​​(PPA),​​à​​Lei​ → infraestrutura-mobilidade/p55, infraestrutura-mobilidade/p57

[b667] (infraestrutura) ​de​​Diretrizes​​Orçamentárias​​(LDO),​​à​​Lei​​Orçamentária​​Anual​​(LOA)​​e​​aos​​demais​​instrumentos​​de​​planejamento​​governamental,​​orientado​​pela​ ​gestão​​do​​ciclo​​de​​vida​​dos​​ativos​​públicos,​​pela​​maturidade​​dos​​projetos,​​pela​​eficiência​​dos​​investimentos,​​pela​​sustentabilidade​​fiscal,​​pela​ ​transparência, pela gestão de riscos e pela melhoria contínua da infraestrutura e dos serviços públicos.​ ​Página​​135​ → infraestrutura-mobilidade/p44, infraestrutura-mobilidade/p55

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[b669] (infraestrutura) ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​Obras planejadas de forma integrada.​ ​•​ ​Menos desperdício de recursos públicos.​ ​•​ ​Maior coordenação entre os órgãos do governo.​ ​•​ ​Infraestrutura preparada para acompanhar o crescimento das cidades.​ ​•​ ​Investimentos com mais eficiência e resultados para a população.​ ​2. Equipamentos​ ​públicos onde a​ ​população realmente​ ​precisa​ ​Compromisso assumido​ ​Uma​​escola,​​uma​​UBS,​​um​​CRAS​​ou​​um​​terminal​​de​​ônibus​​precisam​​chegar​​antes​​que​​a​​falta​​desses​​serviços​​se​​transforme​​em​​um​​problema​​para​ ​a​​população.​​Instituiremos​​o​​Programa​​Equipamentos​​Públicos​​para​​o​​Futuro,​​criando​​uma​​Câmara​​Técnica​​Intersetorial​​responsável​​por​​coordenar​ ​o​ ​planejamento​ ​integrado​ ​da​ ​infraestrutura​ ​pública.​ ​A​ ​expansão​ ​e​ ​a​ ​modernização​ ​de​ ​hospitais,​ ​Unidades​ ​Básicas​ ​de​ ​Saúde,​ ​escolas,​​creches,​ ​terminais​​de​​transporte,​​CRAS,​​CREAS,​​delegacias,​​quartéis,​​equipamentos​​culturais,​​esportivos,​​mercados​​públicos,​​cemitérios​​e​​demais​​estruturas​ ​serão​ ​orientadas​ ​por​ ​indicadores​ ​demográficos,​ ​sociais,​​territoriais​​e​​de​​demanda,​​priorizando​​as​​Regiões​​Administrativas​​com​​maior​​crescimento​ ​populacional​ ​e​ ​maior​ ​déficit​ ​de​ ​infraestrutura.​ ​Os​ ​investimentos​ ​serão​ ​integrados​ ​ao​ ​planejamento​ ​urbano,​ ​à​ ​mobilidade,​ ​ao​ ​orçamento​ ​e​ ​ao​ ​desenvolvimento regional.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​Programa​​Equipamentos​​Públicos​​para​​o​​Futuro:​​Criar​​uma​​Câmara​​Técnica​​Intersetorial​​para​​coordenar​​e​​fortalecer​​o​​planejamento​​integrado​ ​da​​infraestrutura​​pública​​do​​Distrito​​Federal,​​articulando​​a​​implantação,​​ampliação,​​modernização​​e​​requalificação​​dos​​equipamentos​​públicos:​ ​da​ ​rede​ ​de​ ​hospitais,​ ​Unidades​ ​Básicas​ ​de​ ​Saúde,​ ​escolas,​ ​creches,​ ​terminais​ ​de​ ​transporte,​ ​CRAS,​ ​CREAS,​ ​delegacias,​ ​quartéis,​ ​equipamentos​​esportivos,​​equipamentos​​culturais,​​mercados​​públicos,​​cemitérios,​​equipamentos​​administrativos​​e​​demais​​estruturas​​públicas,​ ​priorizando​ ​as​ ​Regiões​ ​Administrativas​ ​com​ ​maior​ ​crescimento​ ​populacional,​ ​maior​ ​déficit​ ​de​ ​infraestrutura​ ​e​ ​maior​ ​demanda​ ​por​ ​serviços​ ​públicos, de forma integrada ao planejamento territorial, à mobilidade, à infraestrutura urbana e ao desenvolvimento regional.​ ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​Mais escolas, unidades de saúde e equipamentos públicos onde a demanda é maior.​ ​•​ ​Redução das desigualdades entre as Regiões Administrativas.​ ​•​ ​Crescimento das cidades acompanhado por infraestrutura e serviços públicos.​ ​•​ ​Investimentos definidos por critérios técnicos e necessidades reais.​ ​•​ ​Mais qualidade de vida perto de casa.​ ​3. DF Infraestrutura do​ ​Futuro: tecnologia para​ ​cuidar da cidade antes​ ​que os problemas​ ​apareçam​ ​Compromisso assumido​ → infraestrutura-mobilidade/p25, infraestrutura-mobilidade/p54

[b670] (infraestrutura) ​Uma​ ​cidade​ ​inteligente​ ​não​ ​espera​ ​uma​ ​ponte​ ​apresentar​ ​risco,​ ​uma​ ​via​ ​se​ ​deteriorar​ ​ou​ ​uma​ ​enchente​ ​acontecer​ ​para​ ​começar​ ​a​ ​agir.​ ​Implantaremos​​o​​Programa​​DF​​Infraestrutura​​do​​Futuro,​​tendo​​como​​eixo​​o​​Gêmeo​​Digital​​do​​Distrito​​Federal,​​uma​​plataforma​​integrada​​capaz​​de​ ​representar​ ​virtualmente​ ​a​ ​infraestrutura,​ ​os​ ​equipamentos​ ​públicos​ ​e​ ​os​ ​sistemas​​urbanos​​do​​Distrito​​Federal.​​A​​ferramenta​​reunirá​​informações​ ​geoespaciais,​​sensores,​​modelos​​tridimensionais,​​imagens​​de​​satélite​​e​​dados​​produzidos​​pelos​​diferentes​​órgãos​​do​​governo​​para​​planejar,​​simular,​ ​monitorar​ ​e​ ​apoiar​ ​decisões​ ​sobre​ ​mobilidade,​ ​obras​ ​públicas,​ ​drenagem,​ ​saneamento,​ ​iluminação,​ ​meio​ ​ambiente,​ ​defesa​ ​civil​ ​e​ ​demais​​ativos​ ​estratégicos.​ ​Essa​ ​inteligência​ ​territorial​ ​permitirá​ ​antecipar​ ​riscos,​ ​planejar​ ​manutenções​ ​preventivas,​ ​aumentar​ ​a​ ​eficiência​​dos​​investimentos​​e​ ​preparar a infraestrutura para os desafios das mudanças climáticas e do crescimento urbano.​ ​Página​​136​ → infraestrutura-mobilidade/p51, infraestrutura-mobilidade/p56

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[b672] (infraestrutura) ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​Implantar​​o​​Programa​​Gêmeo​​Digital​​do​​Distrito​​Federal​​(Digital​​Twin​​DF),​​criando​​uma​​plataforma​​digital​​integrada​​que​​represente​​virtualmente​ ​a​ ​infraestrutura,​ ​os​ ​equipamentos​ ​públicos,​ ​os​ ​sistemas​ ​urbanos​ ​e​ ​o​ ​território​ ​do​ ​Distrito​ ​Federal,​ ​permitindo​ ​planejar,​ ​simular,​ ​monitorar​ ​e​ ​apoiar​ ​decisões​ ​estratégicas​ ​sobre​ ​mobilidade,​ ​obras​ ​públicas,​ ​drenagem,​ ​saneamento,​ ​meio​ ​ambiente,​ ​iluminação​ ​pública,​ ​equipamentos​ ​públicos, defesa civil e demais ativos da infraestrutura distrital.​ ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​Menos obras emergenciais e mais manutenção preventiva.​ ​•​ ​Respostas mais rápidas diante de riscos e eventos extremos.​ ​•​ ​Obras planejadas com mais precisão e menor custo.​ ​•​ ​Melhor conservação do patrimônio público.​ ​•​ ​Um Distrito Federal que utiliza tecnologia para cuidar melhor da cidade e das pessoas.​ ​4. Cuidar da​ ​infraestrutura todos os​ ​dias, e não apenas​ ​quando surgem​ ​problemas​ ​Compromisso assumido​ ​A​​população​​sente​​a​​diferença​​quando​​ruas,​​pontes,​​sistemas​​de​​drenagem​​e​​equipamentos​​públicos​​recebem​​manutenção​​antes​​que​​apareçam​​os​ ​grandes​​problemas.​​Fortaleceremos​​uma​​política​​permanente​​de​​gestão​​do​​ciclo​​de​​vida​​dos​​ativos​​públicos,​​integrando​​planejamento,​​conservação,​ ​manutenção​​preventiva,​​monitoramento​​e​​avaliação​​contínua​​das​​condições​​da​​infraestrutura​​distrital.​​As​​decisões​​sobre​​recuperação,​​substituição​ ​ou​ ​ampliação​ ​de​ ​ativos​ ​serão​ ​baseadas​ ​em​ ​critérios​ ​técnicos,​ ​indicadores​ ​de​ ​desempenho​ ​e​ ​informações​ ​produzidas​ ​pelo​ ​DF​ ​Infraestrutura​ ​do​ ​Futuro,​​garantindo​​maior​​durabilidade​​das​​obras,​​redução​​dos​​custos​​de​​manutenção​​corretiva​​e​​mais​​segurança​​para​​quem​​utiliza​​diariamente​​os​ ​serviços públicos e a infraestrutura urbana.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​Sistema​​Distrital​​de​​Conservação​​Inteligente​​da​​Infraestrutura​​Pública:​​Política​​permanente​​de​​Zeladoria​​Urbana​​e​​Conservação​​dos​​Espaços​ ​Públicos,​ ​integrando​ ​as​ ​ações​ ​da​ ​NOVACAP,​ ​Administrações​ ​Regionais,​ ​SLU,​ ​órgãos​ ​responsáveis​ ​pela​ ​iluminação​ ​pública,​ ​infraestrutura​ ​urbana,​ ​mobilidade​ ​e​ ​meio​ ​ambiente,​ ​para​ ​promover​ ​a​ ​manutenção​ ​permanente​ ​das​ ​vias​ ​urbanas,​ ​calçadas,​ ​ciclovias,​ ​praças,​ ​parques​ ​urbanos,​​áreas​​verdes,​​mobiliário​​urbano,​​pontos​​e​​terminais​​de​​transporte​​coletivo,​​passarelas,​​passagens​​subterrâneas,​​iluminação​​pública,​ ​drenagem​ ​superficial​ ​e​ ​demais​ ​espaços​ ​públicos,​ ​priorizando​ ​as​ ​Regiões​ ​Administrativas​ ​conforme​ ​critérios​ ​técnicos,​ ​indicadores​ ​de​ ​conservação e demandas da população.​ ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​Menos interrupções causadas por falhas na infraestrutura.​ ​•​ ​Mais segurança para quem utiliza ruas, pontes e equipamentos públicos.​ → infraestrutura-mobilidade/p56

[b673] (infraestrutura) ​•​ ​Melhor conservação do patrimônio público.​ ​•​ ​Redução de gastos com obras emergenciais.​ ​•​ ​Uma cidade cuidada continuamente, e não apenas quando surgem problemas.​ ​5. Um novo sistema de​ ​transporte coletivo para​ ​reduzir o tempo perdido​ ​no deslocamento​ ​Compromisso assumido​ ​Quem​ ​depende​ ​do​ ​transporte​ ​coletivo​ ​merece​ ​chegar​ ​mais​ ​rápido​ ​ao​ ​trabalho,​ ​à​ ​escola,​ ​aos​ ​serviços​ ​públicos​ ​e​ ​voltar​ ​mais​ ​cedo​ ​para​ ​casa.​ ​Reestruturaremos,​​modernizaremos​​e​​ampliaremos​​o​​sistema​​de​​transporte​​coletivo​​do​​Distrito​​Federal,​​fortalecendo​​a​​integração​​entre​​ônibus,​​BRT,​ ​metrô​ ​e​ ​demais​ ​modais,​ ​reorganizando​ ​linhas​ ​troncais,​ ​alimentadoras,​ ​circulares​ ​e​ ​inter-regionais,​ ​modernizando​ ​a​ ​frota,​ ​qualificando​ ​terminais,​ ​Página​​137​ → infraestrutura-mobilidade/p25, infraestrutura-mobilidade/p48, infraestrutura-mobilidade/p51, infraestrutura-mobilidade/p57

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[b675] (mobilidade) ​aperfeiçoando​ ​o​ ​Bilhete​ ​Único​ ​e​ ​ampliando​ ​a​ ​integração​ ​tarifária​ ​e​ ​operacional,​ ​inclusive​ ​com​ ​os​ ​municípios​ ​da​ ​RIDE.​ ​Também​ ​utilizaremos​ ​tecnologia para melhorar a operação do sistema e preparar a infraestrutura para a mobilidade do futuro.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​Reestruturar,​​modernizar​​e​​ampliar​​o​​Sistema​​de​​Transporte​​Coletivo​​do​​Distrito​​Federal,​​fortalecendo​​sua​​capacidade​​operacional,​​ampliando​​a​ ​integração​ ​entre​ ​ônibus,​ ​BRT,​ ​metrô​ ​e​ ​demais​ ​modais,​ ​promovendo​ ​a​ ​modernização​ ​progressiva​ ​da​ ​frota,​ ​a​ ​expansão​ ​da​ ​infraestrutura​ ​metroviária,​ ​a​ ​melhoria​ ​da​ ​qualidade​ ​dos​ ​serviços​ ​e​ ​a​ ​reorganização​ ​da​ ​rede​ ​de​ ​transporte​ ​coletivo,​ ​de​ ​forma​ ​a​ ​reduzir​ ​os​ ​tempos​ ​de​ ​deslocamento,​​aumentar​​a​​confiabilidade​​do​​sistema,​​ampliar​​o​​acesso​​da​​população​​às​​oportunidades​​distribuídas​​pelo​​território​​e​​fortalecer​​a​ ​integração​​operacional​​e​​interfederativa​​com​​os​​sistemas​​de​​transporte​​da​​Região​​Integrada​​de​​Desenvolvimento​​do​​Distrito​​Federal​​e​​Entorno​ ​(RIDE-DF),​ ​observados​ ​os​ ​instrumentos​ ​de​ ​cooperação​ ​entre​ ​os​ ​entes​ ​federativos.​ ​Região​ ​Oeste:​ ​fortalecer​ ​a​ ​integração​ ​entre​ ​Ceilândia,​ ​Samambaia,​​Taguatinga,​​Sol​​Nascente/Pôr​​do​​Sol,​​Águas​​Claras​​e​​Brazlândia,​​ampliando​​as​​conexões​​diretas​​entre​​essas​​regiões,​​reduzindo​ ​deslocamentos​ ​desnecessários​ ​pelo​ ​Plano​ ​Piloto.​ ​Ônibus:​ ​Região​​Centro-Oeste:​​aperfeiçoar​​a​​integração​​entre​​Guará,​​Vicente​​Pires,​​Águas​ ​Claras,​​SIA,​​Cruzeiro,​​Sudoeste/Octogonal​​e​​Plano​​Piloto,​​racionalizando​​os​​deslocamentos​​pendulares.​​Região​​Norte:​​fortalecer​​a​​integração​ ​entre​ ​Planaltina,​ ​Sobradinho,​ ​Sobradinho​ ​II​ ​e​ ​Fercal,​ ​reduzindo​ ​tempos​ ​de​ ​viagem,​ ​ampliando​ ​as​ ​conexões​ ​diretas​ ​entre​ ​essas​ ​regiões​ ​e​ ​melhorando​​o​​acesso​​ao​​Plano​​Piloto.​​Região​​Sul:​​ampliar​​a​​integração​​entre​​Gama,​​Santa​​Maria,​​Recanto​​das​​Emas,​​Riacho​​Fundo​​I,​​Riacho​ ​Fundo​ ​II​ ​e​ ​Núcleo​ ​Bandeirante,​ ​fortalecendo​ ​as​ ​conexões​ ​internas​ ​da​ ​região​ ​e​​sua​​articulação​​com​​os​​centros​​dessas​​RA´s.​​Região​​Leste:​ ​fortalecer​​a​​integração​​entre​​Paranoá,​​Itapoã,​​São​​Sebastião​​e​​Jardim​​Botânico,​​ampliando​​as​​ligações​​diretas​​entre​​essas​​regiões​​e​​o​​Plano​ ​Piloto,​ ​reduzindo​ ​a​ ​sobreposição​ ​de​ ​itinerários​ ​e​ ​melhorando​ ​a​ ​oferta​ ​linhas​ ​de​ ​ônibus.​ ​Integração​ ​Metropolitana:​ ​consolidar​ ​a​ ​integração​ ​operacional​​do​​transporte​​coletivo​​entre​​o​​Distrito​​Federal​​e​​os​​municípios​​da​​RIDE,​​especialmente​​nos​​eixos​​das​​BR-020,​​BR-040,​​BR-060​​e​ ​BR-070,​ ​fortalecendo​ ​a​ ​conectividade​​com​​Águas​​Lindas​​de​​Goiás,​​Santo​​Antônio​​do​​Descoberto,​​Valparaíso​​de​​Goiás,​​Novo​​Gama,​​Cidade​ ​Ocidental, Luziânia, Formosa e Planaltina de Goiás.​ → infraestrutura-mobilidade/p11, infraestrutura-mobilidade/p15, infraestrutura-mobilidade/p23, infraestrutura-mobilidade/p25, infraestrutura-mobilidade/p35, infraestrutura-mobilidade/p82

[b676] (mobilidade) ​•​ ​Gestão​ ​Inteligente​ ​da​ ​Mobilidade:​ ​Modernizar​ ​a​ ​gestão​ ​da​ ​mobilidade​ ​urbana​ ​do​ ​Distrito​ ​Federal,​ ​incorporando​ ​soluções​ ​inteligentes​ ​de​ ​monitoramento,​​operação​​e​​gestão​​do​​trânsito​​e​​do​​transporte​​coletivo,​​por​​meio​​da​​implantação​​de​​sistemas​​inteligentes​​de​​transporte​​(ITS),​ ​semáforos​ ​adaptativos,​ ​videomonitoramento,​ ​sensores​ ​de​ ​tráfego,​ ​inteligência​ ​artificial,​ ​análise​ ​de​​dados,​​painéis​​de​​informação​​ao​​usuário,​ ​integração​ ​operacional​ ​entre​ ​os​ ​diferentes​ ​modais​ ​e​ ​tecnologias​ ​de​ ​gestão​ ​em​ ​tempo​ ​real,​ ​com​ ​o​ ​objetivo​ ​de​ ​reduzir​ ​os​ ​tempos​ ​de​ → infraestrutura-mobilidade/p39, infraestrutura-mobilidade/p40, infraestrutura-mobilidade/p94

[b677] (mobilidade) ​deslocamento, aumentar a segurança viária, melhorar a fluidez do trânsito e ampliar a eficiência operacional dos sistemas de mobilidade.​ ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​Viagens mais rápidas e confortáveis.​ ​•​ ​Menos tempo de espera.​ ​•​ ​Integração entre ônibus, BRT, metrô e transporte metropolitano.​ ​•​ ​Menor custo e maior facilidade para utilizar o transporte coletivo.​ ​•​ ​Mais qualidade de vida para quem depende do transporte público.​ ​Página​​138​ → infraestrutura-mobilidade/p39

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[b679] (mobilidade) ​6. Revisão Tarifária e​ ​Redução Responsável​ ​do Custo do Transporte​ ​Compromisso assumido​ ​O​​custo​​do​​transporte​​público​​não​​deve​​restringir​​o​​acesso​​das​​pessoas​​ao​​trabalho,​​à​​educação,​​à​​saúde,​​à​​cultura​​e​​às​​oportunidades​​distribuídas​ ​pelo​ ​Distrito​ ​Federal.​ ​Nosso​ ​compromisso​ ​é​ ​realizar​ ​uma​ ​revisão​ ​ampla,​ ​técnica​​e​​transparente​​do​​modelo​​tarifário​​do​​transporte​​coletivo,​​com​​o​ ​objetivo​​de​​identificar​​condições​​concretas​​para​​reduzir​​o​​valor​​pago​​pelo​​usuário​​sem​​comprometer​​a​​frequência,​​a​​segurança,​​a​​acessibilidade,​​a​ ​manutenção e a qualidade dos serviços.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​Realizar​ ​uma​ ​revisão​ ​técnica​ ​do​ ​modelo​ ​tarifário​ ​do​ ​transporte​ ​público​ ​coletivo,​ ​examinando​ ​a​ ​composição​ ​dos​ ​custos,​ ​os​ ​critérios​ ​de​ ​remuneração,​​os​​contratos​​vigentes,​​os​​subsídios​​públicos,​​as​​fontes​​de​​custeio,​​a​​demanda​​de​​passageiros​​e​​os​​indicadores​​operacionais​​do​ ​sistema.​ ​•​ ​Conferir​ ​e​ ​auditar​ ​as​ ​informações​ ​utilizadas​ ​no​ ​cálculo​ ​da​ ​tarifa,​ ​assegurando​ ​que​ ​as​ ​decisões​ ​sejam​ ​baseadas​ ​em​ ​dados​ ​consistentes,​ ​verificáveis e atualizados.​ ​•​ ​Identificar​​ineficiências,​​distorções​​e​​componentes​​de​​custo​​que​​possam​​ser​​corrigidos,​​reduzidos​​ou​​reorganizados​​dentro​​das​​possibilidades​ ​legais, contratuais, operacionais e fiscais.​ ​•​ ​Avaliar​​previamente​​os​​efeitos​​das​​medidas​​tarifárias​​sobre​​a​​frequência​​das​​viagens,​​a​​disponibilidade​​da​​frota,​​a​​segurança,​​a​​acessibilidade,​ ​a integração do sistema e a qualidade do atendimento.​ ​•​ ​Dar​​transparência​​à​​metodologia,​​aos​​critérios,​​aos​​dados​​consolidados​​e​​aos​​resultados​​da​​revisão,​​permitindo​​que​​a​​sociedade​​compreenda​ ​como a tarifa é formada e quais condições sustentam sua eventual redução.​ ​•​ ​Implementar,​​a​​partir​​dos​​resultados​​da​​revisão,​​as​​medidas​​técnica,​​jurídica​​e​​fiscalmente​​viáveis​​para​​reduzir​​o​​custo​​do​​transporte​​pago​​pelo​ ​usuário, com acompanhamento permanente de seus efeitos sobre o sistema.​ ​•​ ​Monitorar​​continuamente​​custos,​​demanda,​​qualidade​​e​​equilíbrio​​financeiro,​​evitando​​que​​ganhos​​de​​eficiência​​se​​percam​​ao​​longo​​do​​tempo​ ​ou que a redução tarifária resulte em deterioração do serviço.​ ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​A população poderá compreender melhor como o valor da passagem é calculado e quais custos compõem a tarifa.​ ​•​ ​As​ ​decisões​ ​sobre​ ​redução​ ​do​ ​custo​ ​do​ ​transporte​ ​serão​ ​tomadas​ ​com​ ​base​ ​em​ ​dados​ ​verificáveis,​ ​e​ ​não​ ​em​ ​medidas​ ​improvisadas​ ​ou​ ​financeiramente insustentáveis.​ ​•​ ​Quando​ ​a​ ​revisão​ ​identificar​ ​condições​ ​para​ ​a​ ​redução,​ ​o​ ​usuário​ ​poderá​​pagar​​menos​​sem​​perder​​frequência,​​segurança,​​acessibilidade​​e​ ​qualidade.​ → infraestrutura-mobilidade/p31

[b680] (mobilidade) ​•​ ​Um​​transporte​​mais​​acessível​​poderá​​reduzir​​o​​peso​​dos​​deslocamentos​​no​​orçamento​​das​​famílias​​e​​facilitar​​o​​acesso​​ao​​trabalho,​​à​​educação,​ ​à saúde e às demais oportunidades da cidade.​ ​•​ ​O Distrito Federal contará com uma política tarifária mais transparente, previsível e acompanhada permanentemente.​ ​Página​​139​ → infraestrutura-mobilidade/p31

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[b682] (mobilidade) ​7. Expandir o metrô para​ ​conectar mais pessoas​ ​às oportunidades​ ​Compromisso assumido​ ​O​ ​metrô​ ​precisa​ ​chegar​ ​onde​ ​a​ ​cidade​ ​cresceu​ ​e​ ​onde​ ​milhares​ ​de​ ​pessoas​ ​dependem​ ​diariamente​ ​do​ ​transporte​ ​coletivo.​ ​Ampliaremos​ ​progressivamente​ ​a​ ​rede​ ​metroviária​ ​do​ ​Distrito​ ​Federal,​ ​conforme​ ​estudos​ ​técnicos​ ​de​ ​viabilidade,​ ​expandindo​ ​o​ ​sistema​ ​para​ ​os​ ​eixos​ ​Oeste​ ​(Ceilândia,​ ​Samambaia,​ ​Sol​ ​Nascente/Pôr​ ​do​ ​Sol​ ​e​ ​Taguatinga)​ ​Sul​ ​(Gama​ ​e​ ​Santa​ ​Maria)​ ​e​ ​Norte,​ ​além​ ​de​ ​preparar​ ​a​ ​implantação​ ​de​ ​novos​ ​sistemas​​ferroviários​​de​​média​​e​​alta​​capacidade​​e​​concluir​​os​​estudos​​técnicos​​e​​viabilizar​​a​​implementação​​do​​Trem​​Intercidades​​Brasília–Luziânia.​ ​As expansões serão integradas aos ônibus, BRT e demais modais, fortalecendo uma rede de transporte mais rápida, confiável e acessível.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​Expandir​​a​​Rede​​Estruturante​​de​​Transporte​​sobre​​Trilhos​​do​​Distrito​​Federal,​​ampliando​​progressivamente​​sua​​cobertura​​territorial​​por​​meio​​da​ ​expansão​ ​da​ ​rede​ ​metroviária​ ​(Metrô),​ ​da​ ​implantação​ ​de​ ​novos​ ​sistemas​ ​ferroviários​ ​de​ ​média​ ​e​ ​alta​ ​capacidade​ ​e​ ​do​ ​Trem​​Intercidades​ ​Brasília–Luziânia,​ ​conforme​ ​estudos​ ​técnicos​ ​de​​viabilidade.​​Eixo​​Oeste:​​expandir​​o​​Metrô​​para​​Ceilândia,​​Samambaia,​​Sol​​Nascente/Pôr​​do​ ​Sol​​e​​Taguatinga.​​Eixo​​Sul:​​expandir​​o​​sistema​​metroviário​​para​​Gama​​e​​Santa​​Maria.​​Integração​​Metropolitana:​​Buscar​​meios​​para​​evoluir​​na​ ​viabilização do Trem Intercidades Brasília–Luziânia como eixo estruturante de integração ferroviária entre o Distrito Federal e o Entorno Sul.​ ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​Mais regiões atendidas pelo metrô.​ ​•​ ​Redução do tempo de deslocamento.​ ​•​ ​Mais conforto e confiabilidade nas viagens.​ ​•​ ​Integração entre DF e Entorno Sul.​ ​•​ ​Menor dependência do transporte individual.​ ​8. Ampliar os corredores​ ​BRT e integrar toda a​ ​rede de transporte​ ​coletivo​ ​Compromisso assumido​ ​O​ ​BRT​ ​deve​ ​funcionar​ ​como​ ​um​ ​eixo​ ​de​ ​mobilidade​ ​rápida,​ ​conectado​ ​ao​ ​metrô,​ ​aos​ ​ônibus​ ​e​ ​às​ ​novas​ ​centralidades​ ​do​ ​Distrito​ ​Federal.​ ​Ampliaremos​ ​e​ ​qualificaremos​ ​a​ ​infraestrutura​ ​dos​ ​corredores​ ​BRT,​ ​fortalecendo​ ​sua​ ​integração​ ​física,​ ​operacional​ ​e​ ​tarifária​ ​com​ ​o​ ​metrô​ ​e​ ​o​ ​sistema​ ​de​ ​ônibus,​ ​ampliando​ ​a​ ​capacidade​ ​operacional​ ​da​ ​rede,​ ​reorganizando​ ​os​ ​fluxos​ ​de​​transporte​​coletivo​​e​​preparando​​novos​​corredores​ ​conforme​​estudos​​técnicos​​e​​demanda​​da​​população,​​principalmente​​o​​da​​Saída​​Norte.​​Nosso​​compromisso​​é​​construir​​uma​​rede​​integrada​​de​​alta​ ​capacidade que reduza os tempos de viagem e aumente a eficiência do transporte público.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p2, infraestrutura-mobilidade/p3, infraestrutura-mobilidade/p4, infraestrutura-mobilidade/p7, infraestrutura-mobilidade/p20, infraestrutura-mobilidade/p44, infraestrutura-mobilidade/p77

[b683] (mobilidade) ​•​ ​Modernizar​ ​o​ ​Sistema​ ​Integrado​ ​de​ ​Bilhetagem​ ​e​ ​Integração​ ​Tarifária​ ​do​​Distrito​​Federal,​​fortalecendo​​o​​Bilhete​​Único​​como​​instrumento​​de​ ​integração​​entre​​ônibus,​​BRT,​​metrô​​e​​demais​​modais,​​ampliando​​a​​interoperabilidade​​entre​​os​​sistemas​​de​​transporte,​​simplificando​​o​​acesso​ ​dos usuários e promovendo maior eficiência operacional e inclusão social.​ ​•​ ​Ampliar o BRT para o Eixo Norte.​ ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​Mais rapidez nas viagens.​ ​Página​​140​ → infraestrutura-mobilidade/p12, infraestrutura-mobilidade/p20, infraestrutura-mobilidade/p21, infraestrutura-mobilidade/p86

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[b685] (mobilidade) ​•​ ​Melhor integração entre os modais.​ ​•​ ​Maior capacidade do transporte coletivo.​ ​•​ ​Menos congestionamentos.​ ​•​ ​Transporte público mais eficiente e atrativo.​ ​9. Construir a Segunda​ ​Ponte do Lago Norte​ ​para criar uma nova​ ​ligação estratégica da​ ​região leste​ ​Compromisso assumido​ ​Quando​​uma​​cidade​​depende​​de​​poucos​​acessos,​​qualquer​​congestionamento​​afeta​​milhares​​de​​pessoas.​​Viabilizaremos​​a​​construção​​da​​segunda​ ​Ponte​ ​do​​Lago​​do​​Norte​​criando​​uma​​nova​​conexão​​estratégica​​da​​Região​​Norte​​do​​Distrito​​Federal​​e​​ampliando​​as​​alternativas​​de​​deslocamento​ ​entre​​Lago​​Norte,​​Paranoá,​​Itapoã,​​Planaltina​​e​​demais​​regiões​​ao​​Plano​​Piloto.​​A​​implantação​​será​​realizada​​conforme​​estudos​​técnicos,​​ambientais,​ ​urbanísticos e de viabilidade, integrada aos demais corredores estruturantes da mobilidade.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​Ponte​ ​Lago​ ​Norte:​ ​Implantar​ ​a​ ​nova​ ​Ligação​ ​Viária​ ​da​ ​Região​ ​Norte,​ ​conectando​ ​o​ ​Plano​ ​Piloto​ ​ao​ ​Paranoá,​ ​Itapoã,​ ​Rajadinha,​ ​Vale​ ​do​ ​Amanhecer,​ ​chegando​ ​em​ ​Planaltina,​ ​criando​ ​uma​ ​nova​ ​alternativa​​estruturante​​de​​acesso,​​redistribuindo​​os​​fluxos​​de​​trânsito,​​ampliando​​a​ ​integração territorial e fortalecendo a mobilidade na região norte.​ ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​Nova alternativa de acesso entre regiões.​ ​•​ ​Redução dos congestionamentos.​ ​•​ ​Mais segurança e fluidez no trânsito.​ ​•​ ​Integração da região leste com o restante do Distrito Federal.​ ​•​ ​Mais mobilidade para quem vive e trabalha na região.​ ​10. Implementar novas​ ​conexões estruturantes​ ​entre as regiões do​ ​Distrito Federal.​ ​Compromisso assumido​ ​O​​desenvolvimento​​do​​Distrito​​Federal​​exige​​uma​​rede​​de​​ligações​​que​​acompanhe​​o​​crescimento​​das​​cidades.​​Implementaremos​​a​​Saída​​Norte,​​a​ ​Saída​​Sul,​​a​​Estrada​​Parque​​Encanto,​​a​​Estrada​​Parque​​Brazlândia,​​a​​Estrada​​Parque​​Águas​​Claras​​e​​a​​Estrada​​Parque​​Planaltina,​​criando​​novas​ ​conexões​ ​entre​ ​as​ ​Regiões​ ​Administrativas,​ ​distribuindo​ ​melhor​ ​os​ ​fluxos​ ​de​ ​trânsito​ ​e​ ​ampliando​ ​a​​integração​​entre​​moradia,​​trabalho,​​serviços​ ​públicos​ ​e​ ​atividades​ ​econômicas.​ ​A​​implantação​​será​​conduzida​​com​​planejamento​​técnico,​​responsabilidade​​ambiental​​e​​urbanística,​​segurança​ ​jurídica​​e​​compatibilidade​​orçamentária.​​Todas​​as​​intervenções​​serão​​planejadas​​com​​drenagem,​​iluminação,​​acessibilidade,​​ciclovias,​​paisagismo​​e​ ​integração ao transporte coletivo.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​REGIÃO​​NORTE​​-​​ampliar​​a​​Saída​​Norte​​como​​eixo​​estruturante​​de​​integração​​territorial,​​fortalecendo​​as​​ligações​​entre​​Planaltina,​​Sobradinho,​ ​Sobradinho​ ​II,​ ​Fercal,​ ​Itapoã,​ ​Plano​ ​Piloto​ ​e​ ​as​ ​demais​ ​Regiões​ ​Administrativas,​ ​ampliando​ ​a​ ​capacidade​ ​da​ ​infraestrutura​​viária​​e​​criando​ → infraestrutura-mobilidade/p52, infraestrutura-mobilidade/p53

[b686] (mobilidade) ​novas alternativas de circulação para pessoas, mercadorias e serviços.​ ​•​ ​REGIÃO​​SUL​​-​​implementar​​a​​Saída​​Sul​​e​​criar​​a​​Estrada​​Parque​​Encanto​​como​​corredor​​estruturante​​complementar,​​ampliando​​as​​alternativas​ ​de​​acesso​​entre​​Gama,​​Santa​​Maria,​​Recanto​​das​​Emas,​​Riacho​​Fundo​​I,​​Riacho​​Fundo​​II,​​Núcleo​​Bandeirante​​e​​Plano​​Piloto,​​redistribuindo​​os​ ​fluxos viários e fortalecendo a integração territorial da região.​ ​Página​​141​ → infraestrutura-mobilidade/p44, infraestrutura-mobilidade/p49, infraestrutura-mobilidade/p53

[p. 142]

[b688] (infraestrutura) ​•​ ​REGIÃO​ ​OESTE​ ​-​ ​implantar​ ​a​ ​Estrada​ ​Parque​ ​Brazlândia,​ ​fortalecendo​ ​a​ ​integração​ ​entre​ ​Brazlândia,​ ​Ceilândia,​​Sol​​Nascente/Pôr​​do​​Sol,​ ​Taguatinga,​​Águas​​Lindas,​​em​​articulação​​com​​a​​RIDE,​​o​​eixo​​da​​BR-070​​e​​o​​Plano​​Piloto,​​criando​​novas​​alternativas​​de​​circulação​​e​​reduzindo​ ​a dependência da Via Estrutural.​ ​•​ ​Reestruturar​ ​a​ ​conectividade​ ​territorial​ ​da​ ​REGIÃO​​CENTRO-OESTE​​do​​Distrito​​Federal​​por​​meio​​da​​implantação​​da​​Estrada​​Parque​​Águas​ ​Claras​​como​​corredor​​estruturante​​de​​integração​​entre​​Guará​​I,​​Guará​​II,​​Águas​​Claras,​​Areal,​​Vicente​​Pires,​​SIA​​e​​Plano​​Piloto,​​ampliando​​as​ ​alternativas​ ​de​ ​circulação,​ ​redistribuindo​ ​os​ ​fluxos​​viários​​e​​fortalecendo​​a​​integração​​entre​​mobilidade,​​desenvolvimento​​urbano​​e​​qualidade​ ​dos espaços públicos.​ ​•​ ​REGIÃO​ ​LESTE​ ​-​ ​implantar​ ​a​ ​Estrada​ ​Parque​ ​Planaltina,​ ​ampliando​ ​a​ ​integração​ ​entre​ ​Planaltina,​​Paranoá,​​Itapoã,​​São​​Sebastião,​​Jardim​ ​Botânico,​​Lago​​Sul​​e​​Plano​​Piloto,​​diversificando​​os​​acessos,​​redistribuindo​​os​​fluxos​​viários​​e​​promovendo​​maior​​integração​​entre​​mobilidade,​ ​desenvolvimento urbano, preservação ambiental e qualidade de vida.​ ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​Mais alternativas de deslocamento.​ ​•​ ​Menos congestionamentos.​ ​•​ ​Integração entre diferentes regiões do Distrito Federal.​ ​•​ ​Menor tempo de viagem e redução da sobrecarga dos corredores existentes.​ ​•​ ​Mais segurança e conforto para motoristas, ciclistas e pedestres.​ ​•​ ​Infraestrutura preparada para o crescimento das cidades.​ ​11. Modernizar os​ ​grandes eixos viários​ ​para uma mobilidade​ ​mais segura e eficiente​ ​Compromisso assumido​ ​Uma​​cidade​​que​​cresce​​precisa​​manter​​suas​​principais​​vias​​preparadas​​para​​atender​​à​​população​​com​​segurança​​e​​eficiência.​​Promoveremos​​um​ ​programa​ ​permanente​ ​de​ ​modernização​ ​dos​ ​grandes​ ​eixos​ ​viários​ ​do​ ​Distrito​ ​Federal,​ ​incluindo​ ​os​ ​corredores​ ​Norte,​ ​Sul,​ ​Leste,​ ​Oeste​ ​e​ ​Centro-Oeste​​e​​as​​principais​​rodovias​​distritais​​e​​federais​​que​​estruturam​​a​​mobilidade.​​As​​intervenções​​poderão​​incluir​​recuperação​​de​​pavimentos,​ ​duplicações,​ ​viadutos,​ ​pontes,​ ​passagens​ ​em​ ​desnível,​ ​drenagem,​ ​sinalização,​ ​iluminação,​ ​calçadas,​ ​passarelas,​ ​ciclovias​ ​e​ ​dispositivos​ ​de​ ​segurança viária, conforme prioridades técnicas e disponibilidade orçamentária.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​Programa​​Corredores​​Viários​​Inteligentes:​​Transformar​​os​​principais​​corredores​​metropolitanos​​do​​Distrito​​Federal​​em​​eixos​​de​​mobilidade​​mais​ ​eficientes​​e​​seguros,​​reduzindo​​o​​tempo​​de​​deslocamento,​​melhorando​​a​​fluidez​​do​​trânsito​​e​​ampliando​​a​​capacidade​​operacional​​por​​meio​​da​ → infraestrutura-mobilidade/p49, infraestrutura-mobilidade/p53

[b689] (infraestrutura) ​reorganização​ ​dos​ ​acessos,​ ​da​ ​implantação​ ​de​ ​vias​ ​marginais​ ​e​ ​distribuidoras​ ​e​ ​da​ ​separação​ ​entre​ ​os​ ​deslocamentos​ ​locais​ ​e​ ​os​ ​fluxos​ ​metropolitanos.​ ​Região​ ​Centro-Oeste​ ​-​ ​EPTG:​ ​reorganização​ ​dos​ ​acessos​​de​​Águas​​Claras,​​Guará,​​Vicente​​Pires​​e​​SIA,​​promovendo​​maior​ ​fluidez​​na​​ligação​​com​​Taguatinga,​​Ceilândia,​​Samambaia,​​Sol​​Nascente/Pôr​​do​​Sol,​​Brazlândia​​e​​o​​Plano​​Piloto.​​Região​​Oeste​​-​​Via​​Estrutural,​ ​BR-070​​e​​conexões​​com​​a​​BR-080:​​reorganização​​dos​​acessos​​de​​Ceilândia,​​Taguatinga​​e​​Sol​​Nascente/Pôr​​do​​Sol,​​melhorando​​a​​integração​ ​com​ ​Brazlândia,​ ​a​ ​Região​ ​(RIDE)​ ​e​ ​o​ ​Plano​ ​Piloto.​ ​Região​ ​Norte​ ​-​ ​BR-020​ ​e​ ​EPIA​ ​Norte:​ ​reorganização​ ​dos​ ​acessos​ ​de​ ​Sobradinho,​ ​Sobradinho​ ​II​ ​e​ ​Fercal,​ ​promovendo​ ​maior​ ​fluidez​ ​na​ ​ligação​ ​com​ ​Planaltina,​ ​o​ ​Entorno​ ​Norte​ ​e​ ​o​ ​Plano​ ​Piloto.​ ​Região​ ​Sul​ ​-​ ​EPNB:​ ​reorganização​​dos​​acessos​​do​​Núcleo​​Bandeirante,​​Candangolândia,​​Park​​Way,​​Riacho​​Fundo​​I​​e​​Riacho​​Fundo​​II,​​promovendo​​maior​​fluidez​ ​na​ ​ligação​ ​com​ ​Samambaia,​ ​Recanto​ ​das​ ​Emas,​ ​Gama,​ ​Santa​ ​Maria​ ​e​ ​o​ ​Plano​ ​Piloto.​ ​Região​ ​Noroeste​ ​-​ ​EPCT,​ ​EPCL,​ ​EPIG​ ​e​ ​vias​ → infraestrutura-mobilidade/p49

[b690] (mobilidade) ​estruturantes:​​reorganização​​dos​​acessos​​do​​Setor​​Noroeste,​​Cruzeiro​​e​​Sudoeste/Octogonal,​​promovendo​​maior​​fluidez​​na​​ligação​​com​​o​​Eixo​ ​Monumental, o Plano Piloto e os demais corredores estruturantes.​ ​Página​​142​ → infraestrutura-mobilidade/p76

[p. 143]

[b692] (infraestrutura) ​•​ ​Implementar​ ​o​ ​Programa​ ​Estruturante​ ​de​ ​Modernização​ ​da​ ​Infraestrutura​ ​Viária​ ​(VIA​ ​SEGURA):​ ​Modernizar,​ ​recuperar​ ​e​ ​qualificar​ ​a​ ​infraestrutura​ ​viária​​do​​Distrito​​Federal​​por​​meio​​de​​um​​programa​​permanente​​e​​estruturado​​de​​reabilitação,​​conservação​​e​​modernização​​da​ ​malha​ ​viária​ ​urbana​ ​e​ ​rodoviária,​ ​priorizando​ ​a​ ​recuperação​ ​dos​ ​principais​ ​corredores​ ​estruturantes​ ​e​ ​das​ ​vias​ ​internas​ ​das​ ​Regiões​ ​Administrativas,​​com​​intervenções​​voltadas​​à​​recuperação​​e​​reforço​​do​​pavimento,​​requalificação​​de​​acessos​​e​​interseções,​​modernização​​da​ ​drenagem,​ ​sinalização,​ ​iluminação​ ​pública,​ ​acessibilidade,​ ​segurança​ ​viária,​ ​adequação​ ​geométrica​ ​e​ ​eliminação​ ​de​ ​pontos​ ​críticos​ ​de​ ​circulação,​​contemplando​​corredores​​como​​a​​EPTG,​​Via​​Estrutural,​​EPNB,​​EPIA​​Norte​​e​​Sul,​​BR-020,​​BR-040,​​BR-060,​​BR-070,​​BR-080,​​EPIG,​ ​EPCL, EPCT, EPDB, EPAR e demais vias de interesse estratégico para a mobilidade e a integração territorial do Distrito Federal.​ ​•​ ​Instituir​ ​o​ ​Programa​ ​DF​ ​Circula​ ​Bem:​ ​Política​ ​Distrital​ ​de​ ​Gestão​ ​Inteligente​ ​do​ ​Espaço​ ​Viário,​ ​promovendo​ ​a​ ​modernização​ ​da​ ​política​​de​ ​estacionamentos​ ​públicos,​ ​inclusive​ ​mediante​ ​avaliação​ ​da​ ​implantação​ ​de​ ​sistemas​ ​de​ ​estacionamento​ ​rotativo​ ​onde​ ​houver​ ​comprovada​ ​necessidade​ ​técnica,​ ​ampla​​participação​​social​​e​​interesse​​público;​​a​​reorganização​​do​​uso​​do​​espaço​​viário;​​a​​ampliação​​da​​segurança​​das​ ​travessias​​de​​pedestres;​​a​​implantação​​de​​Rotas​​Seguras​​para​​escolas,​​hospitais,​​parques​​e​​equipamentos​​públicos;​​o​​tratamento​​permanente​ ​dos​ ​pontos​ ​críticos​ ​de​ ​acidentes;​ ​a​ ​qualificação​ ​da​ ​engenharia​ ​de​ ​tráfego;​ ​e​ ​a​ ​modernização​ ​dos​ ​instrumentos​​de​​fiscalização​​eletrônica​​e​ ​gestão da circulação, priorizando a proteção da vida, a fluidez do trânsito e a utilização mais eficiente dos espaços públicos.​ ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​Mais segurança nos deslocamentos.​ ​•​ ​Redução de congestionamentos e pontos críticos.​ ​•​ ​Melhor conservação da malha viária.​ ​•​ ​Mais conforto para quem utiliza as principais vias do Distrito Federal.​ ​•​ ​Infraestrutura preparada para acompanhar o crescimento da mobilidade.​ ​12. Transformar o​ ​Distrito Federal em um​ ​dos principais centros​ ​logísticos do Brasil​ ​Compromisso assumido​ ​Quando​ ​a​ ​logística​ ​funciona​ ​melhor,​ ​empresas​ ​investem,​ ​produtos​ ​chegam​ ​mais​ ​rápido​ ​e​ ​novas​ ​oportunidades​​de​​trabalho​​surgem​​em​​todas​​as​ ​regiões.​ ​Estruturaremos​ ​a​ ​Plataforma​ ​Logística​ ​Integrada​ ​do​ ​Distrito​ ​Federal,​ ​articulada​ ​a​ ​uma​ ​Rede​ ​de​ ​Corredores​ ​Logísticos​ ​Estratégicos,​ → infraestrutura-mobilidade/p48, infraestrutura-mobilidade/p58, infraestrutura-mobilidade/p59

[b693] (infraestrutura) ​conectando​ ​o​ ​Porto​ ​Seco​ ​de​ ​Brasília,​ ​o​ ​Setor​ ​de​ ​Indústria​ ​e​ ​Abastecimento​ ​(SIA),​ ​o​ ​Aeroporto​ ​Internacional,​ ​os​​polos​​industriais,​​os​​centros​​de​ ​distribuição,​ ​as​ ​áreas​ ​rurais​ ​e​ ​regiões​ ​produtoras,​ ​os​ ​corredores​ ​rodoviários​ ​e​ ​os​​municípios​​da​​RIDE​​em​​uma​​estratégia​​única​​de​​circulação​​de​ ​mercadorias e desenvolvimento regional.​ ​A​​Plataforma​​Logística​​Integrada​​organizará​​a​​articulação​​entre​​os​​equipamentos,​​as​​áreas​​produtivas,​​as​​instituições​​e​​os​​serviços​​que​​integram​​o​ ​sistema.​ ​A​ ​Rede​ ​de​ ​Corredores​ ​Logísticos​​Estratégicos​​qualificará​​as​​conexões​​físicas,​​operacionais​​e​​tecnológicas​​necessárias​​à​​circulação​​das​ ​cargas​ ​entre​ ​esses​ ​pontos.​ ​Em​ ​conjunto,​ ​essas​ ​estruturas​ ​fortalecerão​ ​a​ ​integração​ ​entre​ ​produção,​ ​comércio,​ ​indústria,​ ​agronegócio,​​comércio​ ​eletrônico e logística inteligente, consolidando o Distrito Federal como um grande hub logístico nacional.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​Estruturar​ ​a​ ​Plataforma​ ​Logística​ ​Integrada​ ​do​​Distrito​​Federal,​​promovendo,​​no​​âmbito​​das​​competências​​do​​Governo​​do​​Distrito​​Federal,​​a​ ​articulação​​entre​​os​​corredores​​e​​equipamentos​​logísticos,​​a​​infraestrutura​​aduaneira,​​os​​pólos​​de​​desenvolvimento​​econômico,​​os​​centros​​de​ ​distribuição,​​as​​áreas​​produtivas​​e​​os​​sistemas​​de​​transporte​​de​​cargas,​​fortalecendo​​sua​​integração​​com​​os​​municípios​​da​​Região​​Integrada​​de​ ​Desenvolvimento​​do​​Distrito​​Federal​​e​​Entorno​​(RIDE-DF),​​com​​o​​Eixo​​Brasília–Goiânia​​e​​com​​as​​demais​​infraestruturas​​logísticas​​de​​interesse​ ​regional,​ ​em​ ​cooperação​ ​com​ ​os​ ​órgãos,​ ​entidades,​ ​concessionárias​ ​e​ ​demais​ ​instituições​ ​competentes,​ ​ampliando​ ​a​ ​competitividade,​ ​a​ ​eficiência logística e a capacidade de atração de investimentos.​ ​Página​​143​ → infraestrutura-mobilidade/p67

[p. 144]

[b695] (infraestrutura) ​•​ ​Estruturar​​a​​Rede​​de​​Corredores​​Logísticos​​Estratégicos​​do​​Distrito​​Federal,​​integrada​​às​​rodovias​​federais​​BR-020,​​BR-040,​​BR-060,​​BR-070​​e​ ​BR-080,​​à​​DF-001​​e​​às​​demais​​vias​​estruturantes,​​conectando​​o​​Porto​​Seco​​de​​Brasília,​​o​​SIA,​​a​​CEASA-DF,​​o​​Polo​​JK,​​os​​polos​​industriais,​ ​empresariais​ ​e​ ​de​ ​desenvolvimento​ ​econômico,​ ​os​ ​centros​​de​​distribuição​​e​​as​​áreas​​produtivas​​aos​​municípios​​da​​RIDE-DF,​​aos​​mercados​ ​consumidores e às demais infraestruturas logísticas de interesse regional.​ ​•​ ​Incorporar​ ​à​ ​Rede​ ​de​ ​Corredores​ ​Logísticos​ ​soluções​ ​inteligentes​ ​de​ ​monitoramento,​ ​rastreabilidade,​ ​integração​ ​de​ ​dados​ ​e​ ​gestão​ ​da​ ​circulação​ ​de​ ​cargas,​ ​em​ ​articulação​ ​com​ ​os​ ​órgãos​ ​e​ ​entidades​ ​competentes,​ ​para​ ​ampliar​ ​a​ ​eficiência​ ​logística,​ ​a​ ​competitividade​ ​e​ ​a​ ​capacidade de planejamento do Distrito Federal.​ ​•​ ​Fortalecer​ ​a​ ​infraestrutura​ ​estratégica​ ​de​ ​apoio​ ​à​ ​produção​ ​e​ ​ao​ ​abastecimento​ ​do​ ​Distrito​ ​Federal,​ ​promovendo​ ​a​ ​modernização​ ​da​ ​infraestrutura​ ​rural​ ​e​ ​logística​ ​do​ ​PAD-DF,​ ​Alexandre​ ​de​ ​Gusmão,​ ​Pipiripau,​ ​Rio​ ​Preto,​ ​Vargem​ ​Bonita,​ ​Tabatinga,​ ​Núcleo​ ​Rural​ ​Jardim,​ ​Lamarão,​ ​Taquara,​ ​Rajadinha,​ ​Lago​ ​Oeste​ ​e​ ​demais​ ​núcleos​ ​rurais​ ​e​ ​áreas​ ​produtivas​ ​do​​Distrito​​Federal,​​conectando​​essas​​localidades​​à​ ​Rede​ ​de​ ​Corredores​ ​Logísticos​ ​Estratégicos,​ ​ao​ ​Porto​ ​Seco​ ​de​ ​Brasília,​ ​ao​ ​SIA,​ ​à​ ​CEASA-DF​ ​e​ ​aos​ ​principais​ ​centros​ ​consumidores,​ ​fortalecendo a competitividade da produção rural, agroindustrial e do abastecimento alimentar.​ ​•​ ​Modernizar​​e​​qualificar​​a​​infraestrutura​​dos​​principais​​pólos​​econômicos​​do​​Distrito​​Federal,​​promovendo​​investimentos​​integrados​​no​​Setor​​de​ ​Indústria​​e​​Abastecimento​​(SIA),​​Polo​​JK​​(Santa​​Maria),​​Pólo​​de​​Desenvolvimento​​Juscelino​​Kubitschek,​​Setor​​de​​Múltiplas​​Atividades​​(SMA),​ ​Setor​ ​de​ ​Oficinas​ ​Sul​ ​(SOFS),​ ​Setor​ ​de​ ​Oficinas​ ​Norte​ ​(SOFN),​ ​SIG,​ ​SAAN,​ ​SCIA/Estrutural,​ ​polos​ ​empresariais​ ​de​ ​Taguatinga,​​Ceilândia,​ ​Samambaia,​ ​Guará,​ ​Águas​ ​Claras,​ ​Gama,​ ​Planaltina,​ ​Sobradinho,​ ​São​ ​Sebastião​ ​e​ ​demais​ ​áreas​ ​vocacionadas​ ​ao​ ​desenvolvimento​ ​econômico, articulando-os aos corredores logísticos, ao sistema aeroportuário, ao Porto Seco e à infraestrutura digital do Distrito Federal.​ ​Na vida das pessoas​ ​•​ ​Redução dos custos logísticos.​ ​•​ ​Mais empresas, investimentos e empregos.​ ​•​ ​Abastecimento mais rápido e eficiente.​ ​•​ ​Integração econômica com a RIDE.​ ​•​ ​Um Distrito Federal mais competitivo e preparado para crescer.​ ​13. Fortalecer a​ ​infraestrutura​ ​aeroportuária para​ ​impulsionar o​ ​desenvolvimento​ ​regional​ ​Compromisso assumido​ → infraestrutura-mobilidade/p67, infraestrutura-mobilidade/p68, infraestrutura-mobilidade/p69

[b696] (infraestrutura) ​Um​ ​aeroporto​ ​moderno​ ​movimenta​ ​muito​ ​mais​ ​do​ ​que​ ​passageiros.​ ​Ele​ ​impulsiona​ ​negócios,​ ​turismo,​ ​inovação,​ ​serviços​ ​especializados​ ​e​ ​oportunidades​​para​​toda​​a​​região.​​Fortaleceremos,​​no​​âmbito​​das​​competências​​do​​Distrito​​Federal,​​o​​ambiente​​institucional,​​territorial,​​urbanístico​​e​ ​econômico​ ​relacionado​ ​à​ ​infraestrutura​ ​aeroportuária​ ​e​ ​ao​​ecossistema​​aeronáutico,​​promovendo​​a​​integração​​entre​​o​​Aeroporto​​Internacional​​de​ ​Brasília​​e​​os​​demais​​empreendimentos​​estratégicos​​ligados​​à​​aviação​​executiva​​e​​corporativa,​​aos​​serviços​​aeromédicos​​e​​às​​estruturas​​de​​aviação​ ​pública​ ​voltadas​ ​à​ ​defesa​ ​civil​ ​e​ ​à​ ​segurança​ ​pública.​ ​Essa​ ​política​ ​será​ ​articulada​​ao​​Porto​​Seco,​​ao​​SIA,​​aos​​polos​​produtivos,​​aos​​corredores​ ​logísticos e aos municípios da RIDE, ampliando a competitividade logística e o potencial de atração de investimentos.​ ​Como os compromissos ganharão forma​ ​•​ ​Fortalecer​ ​o​ ​ambiente​ ​institucional,​ ​regulatório​ ​e​ ​territorial​ ​para​ ​o​ ​desenvolvimento​ ​da​ ​infraestrutura​ ​aerologística​ ​do​ ​Distrito​ ​Federal,​ ​promovendo,​ ​no​ ​âmbito​ ​das​ ​competências​ ​do​ ​Governo​ ​do​ ​Distrito​ ​Federal,​ ​o​ ​planejamento​ ​territorial,​ ​a​ ​infraestrutura​ ​urbana​ ​de​​suporte,​​a​ ​integração​​dos​​acessos,​​a​​articulação​​institucional​​e​​o​​apoio​​à​​implantação​​de​​empreendimentos​​estratégicos​​relacionados​​à​​aviação​​executiva,​ ​corporativa,​ ​regional,​ ​à​ ​defesa​ ​civil,​ ​à​​segurança​​pública,​​ao​​transporte​​aeromédico​​e​​às​​atividades​​econômicas​​associadas,​​em​​cooperação​ ​com​ ​os​ ​órgãos,​ ​entidades,​ ​concessionárias​ ​e​ ​investidores​​competentes,​​fortalecendo​​sua​​integração​​aos​​corredores​​logísticos,​​aos​​polos​​de​ ​desenvolvimento econômico e à Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE-DF).​ ​Página​​144​ → infraestrutura-mobilidade/p70

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