Alexandre Kalil — texto do programa sobre Economia, emprego e agro — parte 2 de 2 (Governador — MG, 2026)

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[b2068] (economia) 7.7.7. Empresas participando da formação

[b2069] (economia) Quem contrata conhece parte importante das competências exigidas pelo trabalho. Empresas poderão contribuir para a definição das demandas de formação, oferecer ambientes de aprendizagem prática e participar de projetos conjuntos com instituições educacionais. Isso não significa entregar ao setor privado a definição da política de educação. Significa permitir que a formação profissional compreenda melhor o mundo do trabalho. → economia-agro/p98

[b2070] (economia) Empresas, sindicatos de trabalhadores, universidades, instituições formadoras e Governo poderão participar de fóruns regionais para acompanhar mudanças na demanda profissional. As informações precisam circular. → economia-agro/p99

[b2072] (economia) 7.7.8. Formação no interior e retenção de talentos

[b2073] (economia) Regiões podem perder jovens não apenas pela ausência de emprego. Também pela falta de formação compatível com as oportunidades existentes. O Governo buscará aproximar oferta de qualificação, universidades e atividade econômica regional. Quando necessário, soluções compartilhadas poderão atender vários MUNICÍPIOS. → economia-agro/p100

[b2074] (economia) Cursos presenciais, modelos híbridos e utilização de estruturas educacionais já existentes poderão ampliar alcance sem exigir criação de unidades permanentes em todos os territórios. O objetivo será permitir que pessoas se qualifiquem perto de onde vivem e encontrem perspectivas → economia-agro/p101

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[b2075] (economia) para permanecer em suas regiões. A política de qualificação será avaliada principalmente pela inserção profissional e pela correspondência entre a formação oferecida e as oportunidades de cada região. → economia-agro/p102

[b2077] (economia) 7.8. Internacionalização, Exportações e Atração de Investimentos

[b2078] (economia) Minas Gerais precisa se conectar melhor aos fluxos de investimento, tecnologia e comércio do Brasil e do mundo. Atrair investimento é importante. Mas o resultado não pode ser medido pelo número de anúncios. O que importa é o empreendimento implantado, o recurso investido, os empregos gerados, os fornecedores mobilizados e a transformação econômica produzida no território. Da mesma forma, internacionalização não pode significar apenas aumentar exportações.

[b2079] (economia) Minas precisa ampliar a participação de produtos e serviços de maior valor agregado, diversificar mercados e ajudar empresas mineiras a competir fora do Estado e do País. A Invest Minas terá papel central nessa estratégia, articulada com SEDE, BDMG, Codemge, Jucemg, FAPEMIG e demais órgãos envolvidos. O Estado atuará nas duas direções: atrair capital, empresas e tecnologia para Minas e ampliar a presença de empresas mineiras nos mercados nacional e internacional. → economia-agro/p80, economia-agro/p81, economia-agro/p151

[b2081] (economia) 7.8.1. Atração orientada pela estratégia econômica de Minas

[b2082] (economia) Nem todo investimento produz o mesmo impacto. A atração de investimentos deverá dialogar com as prioridades definidas neste capítulo. Transformação mineral, indústria, agroindústria, saúde, energia, tecnologia, logística, bioeconomia e serviços especializados são exemplos de segmentos capazes de produzir efeitos econômicos relevantes. Mas oportunidades novas poderão surgir. A estratégia precisará ser flexível. O papel do Estado será avaliar qualidade e impacto potencial do investimento, e não apenas seu tamanho. → economia-agro/p85, economia-agro/p87, economia-agro/p153

[b2084] (economia) 7.8.2. Do anúncio à implantação

[b2085] (economia) Projetos anunciados que não saem do papel não geram desenvolvimento. Por isso, a política de atração de investimentos acompanhará toda a trajetória do empreendimento. Entraves precisarão ser identificados rapidamente e encaminhados ao órgão responsável. Esse acompanhamento não eliminará exigências legais. Servirá para evitar que processos fiquem parados por falta de coordenação administrativa. O que contará será o investimento efetivamente realizado, e não apenas anunciado. → economia-agro/p85

[b2087] (economia) 7.8.3. Atrair investimentos para mais regiões

[b2088] (economia) Investimentos privados tendem a procurar lugares que já possuem infraestrutura, mão de obra e mercado. Sem atuação do Estado, esse processo pode ampliar desigualdades territoriais. A Invest Minas e a política estadual de desenvolvimento deverão apresentar aos investidores oportunidades em diferentes regiões. → economia-agro/p84, economia-agro/p152

[b2089] (economia) MUNICÍPIOS precisarão estar preparados para receber investimentos. O Estado poderá apoiá-los na organização de informações, projetos e atendimento aos empreendedores. A atração regionalizada precisa ser baseada em viabilidade. Não em distribuição artificial de empresas. → economia-agro/p84, economia-agro/p152

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[b2091] (economia) 7.8.4. Cuidar também de quem já investiu em Minas

[b2092] (economia) A política de atração frequentemente dedica muita atenção à empresa antes de ela se instalar e pouca depois. Isso precisa mudar. Empresas já presentes em Minas podem expandir unidades, criar novos produtos, trazer outras etapas da cadeia, ampliar pesquisa ou aumentar exportações.

[b2093] (economia) O Governo estruturará relacionamento permanente com empreendimentos instalados para identificar possibilidades de expansão e obstáculos que estejam limitando novos investimentos. → economia-agro/p86

[b2094] (economia) Reter e expandir investimento existente pode ser tão importante quanto atrair uma nova empresa. Quem já produz em Minas precisa encontrar razões para investir novamente aqui.

[b2096] (economia) 7.8.5. Empresas mineiras no mercado internacional

[b2097] (economia) Exportar pode ampliar escala, produtividade e capacidade de inovação. Mas pequenas e médias empresas enfrentam dificuldades maiores para entrar no comércio internacional.

[b2098] (economia) As estratégias considerarão tanto bens quanto serviços. Empresas de tecnologia, engenharia, economia criativa, saúde e outros serviços especializados também podem vender conhecimento para fora de Minas. Internacionalização não é apenas colocar mercadoria em um navio. É conectar empresas mineiras a mercados. → economia-agro/p80, economia-agro/p151

[b2101] (economia) Minas possui forte presença de produtos primários em sua relação econômica com outros mercados. A estratégia estadual buscará ampliar a participação de produtos processados, industrializados e serviços de maior valor. O objetivo será aumentar a quantidade de valor econômico que permanece em Minas antes que o produto ou serviço alcance o mercado externo. → economia-agro/p81

[b2102] (economia) Quanto mais sofisticada a produção, maior tende a ser a possibilidade de renda, tecnologia e encadeamento produtivo.

[b2104] (economia) 7.8.7. Cooperação internacional para além do comércio

[b2105] (economia) A presença internacional de Minas também poderá ser utilizada para acessar: ● tecnologia; ● pesquisa; ● financiamento; ● projetos climáticos; ● cooperação universitária; ● boas práticas; ● novos mercados. → economia-agro/p79

[b2106] (economia) O Governo buscará relações internacionais conectadas às prioridades concretas do Estado. → economia-agro/p83

[b2107] (economia) Missão internacional precisa ter objetivo. E precisa produzir acompanhamento posterior. → economia-agro/p83

[b2108] (economia) Viagem institucional não será tratada como política de internacionalização. Resultado será medido pelo que foi construído depois dela. → economia-agro/p83

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[b2112] (economia) Produtos e serviços mineiros podem se beneficiar de uma identidade econômica mais clara.

[b2114] (economia) Café, alimentos, bebidas, minerais transformados, tecnologia, serviços e economia criativa podem compartilhar uma narrativa de qualidade associada a Minas Gerais. marca territorial não substitui a marca das empresas. Ajuda a abrir portas. A política será avaliada pelo que se transforma em investimento realizado, emprego, expansão empresarial, exportações e novos mercados — e não apenas por anúncios e missões realizadas. → economia-agro/p83

[b2116] (economia) 7.9. Uma Economia preparada para o Futuro

[b2117] (economia) A Nova Economia Mineira não será construída por um único setor. Mineração, indústria, agropecuária, serviços, turismo, ciência, tecnologia e empreendedorismo possuem funções diferentes e complementares. O desafio será conectá-los.

[b2118] (economia) A mineração pode alimentar novas cadeias industriais. A agricultura pode gerar agroindústria. A universidade pode gerar tecnologia. A tecnologia pode aumentar produtividade. O turismo pode transformar cultura e território em renda. A qualificação permite que as pessoas participem dessas oportunidades. A infraestrutura conecta tudo isso. E os MUNICÍPIOS são onde o desenvolvimento efetivamente acontece. O Governo Estadual deverá organizar essas capacidades em uma estratégia comum.

[b2120] (economia) 7.9.1. Desenvolvimento medido pelo que muda na economia real

[b2121] (economia) O desempenho econômico de Minas não será avaliado apenas pelo crescimento agregado da economia. Também será necessário acompanhar quem participa do crescimento. Uma economia não pode crescer sem que oportunidades cheguem a diferentes territórios e grupos sociais. Por isso, sempre que tecnicamente possível, indicadores econômicos serão analisados por região e por características relevantes da população. O objetivo será conhecer não apenas quanto Minas cresce. Mas como cresce e para quem esse crescimento gera oportunidades.

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[b2132] (economia) 7.9.4. Pessoas no centro da transformação econômica

[b2133] (economia) Toda estratégia econômica termina nas pessoas. Investimento precisa gerar oportunidades.

[b2134] (economia) Produtividade precisa contribuir para renda. Qualificação precisa resultar em perspectivas.

[b2135] (economia) Inovação precisa melhorar a economia e a vida.

[b2136] (economia) O desenvolvimento deverá ampliar possibilidades para jovens, mulheres, população negra, pessoas com deficiência, trabalhadores mais velhos, empreendedores e pessoas que vivem em regiões com menos oportunidades. Não haverá uma única política para cada grupo econômico ou social. Mas haverá o compromisso de verificar se barreiras estão impedindo determinados públicos de participar da transformação produtiva. Economia forte é economia que aproveita melhor os talentos de sua população. → economia-agro/p35

[b2138] (economia) 7.9.5. Governança da Nova Economia Mineira

[b2139] (economia) Desenvolvimento econômico não pode funcionar como uma coleção de programas, incentivos, financiamentos e projetos administrados separadamente. O Governo organizará uma estratégia com prioridades, resultados esperados e responsabilidades definidas. → economia-agro/p67, economia-agro/p137

[b2140] (economia) Uma estratégia econômica dessa dimensão não poderá funcionar com órgãos atuando isoladamente. SEDE, SEAPA, SEF, SEE-MG e demais áreas relacionadas precisarão compartilhar prioridades. BDMG, Invest Minas, Codemge, Jucemg, FAPEMIG, Epamig, Emater-MG, IMA, Utramig, UEMG e Unimontes serão instrumentos de políticas conectadas entre si, respeitadas suas competências. MUNICÍPIOS, setor produtivo, trabalhadores, universidades e demais instituições participarão das agendas → economia-agro/p67, economia-agro/p137

[b2141] (economia) A governança deverá acompanhar uma carteira de iniciativas estratégicas, identificar sobreposições e lacunas e decidir onde combinar pesquisa, formação, financiamento, atração de investimentos, infraestrutura e apoio empresarial. Cada prioridade terá coordenação responsável e indicadores que mostrem investimento realizado, produtividade, empresas, empregos, renda, inovação e distribuição regional das oportunidades. → economia-agro/p67, economia-agro/p137

[b2143] (economia) 7.9.6. Um novo ciclo econômico para Minas Gerais

[b2144] (economia) Minas possui riquezas que vêm do solo, do campo, das fábricas, das cidades, da cultura e, principalmente, das pessoas. O desafio das próximas décadas será aumentar o valor produzido a

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[b2145] (economia) partir de todas elas. Extrair menos valor bruto e transformar mais. Produzir mais conhecimento.

[b2146] (economia) Atrair investimento que efetivamente aconteça. Criar empresas. Aumentar produtividade. Abrir mercados. Formar pessoas para novas oportunidades. E fazer o desenvolvimento alcançar diferentes regiões.

[b2147] (economia) Essa é a Nova Economia Mineira que este Plano propõe construir. Uma economia diversificada, produtiva, inovadora e sustentável. Uma economia em que crescimento se transforme em renda e oportunidades. Uma economia capaz de fazer Minas voltar a liderar o desenvolvimento brasileiro.

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[b2274] (agro) 8.6. Regularização Fundiária Rural

[b2275] (agro) A insegurança fundiária ainda limita oportunidades em diferentes áreas rurais de Minas. Sem documentação adequada, famílias podem encontrar dificuldades para acessar crédito, investir na propriedade, realizar sucessão, participar de programas públicos ou desenvolver atividades produtivas. O Estado reorganizará e dará escala à regularização fundiária rural dentro de suas competências, com critérios transparentes e prioridades territoriais. → economia-agro/p11

[b2276] (agro) Tecnologia e geoinformação poderão acelerar processos e reduzir conflitos de informação. A regularização deverá observar direitos existentes, questões ambientais e situações envolvendo povos indígenas, comunidades quilombolas e tradicionais. A entrega do título não será o fim da política. → economia-agro/p11

[b2277] (agro) Produtores regularizados deverão ser conectados, quando necessário, a assistência técnica, crédito, infraestrutura e demais políticas capazes de transformar segurança jurídica em desenvolvimento. Regularizar é permitir que famílias construam seu futuro com maior segurança. → economia-agro/p11

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[b2361] (economia) 9.8. MUNICÍPIOS como parceiros do desenvolvimento econômico

[b2362] (economia) A atração de empresas e a geração de empregos também dependem da capacidade dos MUNICÍPIOS. Uso do solo, infraestrutura urbana, disponibilidade de áreas, licenciamento local, qualificação profissional e qualidade da cidade interferem nas decisões de investimento.

[b2363] (economia) O Governo ajudará os MUNICÍPIOS a preparar estratégias de desenvolvimento local conectadas às vocações regionais. → economia-agro/p71

[b2364] (economia) Invest Minas, SEDE, BDMG e demais instituições atuarão de forma coordenada. Nem todo município receberá uma grande indústria, mas todos precisam ter condições de identificar e desenvolver oportunidades reais para gerar trabalho e renda. → economia-agro/p71

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[b2915] (economia) 14.6. Economia do conhecimento e produtividade

[b2916] (economia) O crescimento futuro dependerá menos da simples expansão do volume produzido e mais da capacidade de produzir melhor. Produtividade será uma das grandes questões de Minas até 2040.

[b2917] (economia) Mineração precisa gerar mais transformação. Agricultura precisa produzir mais valor. Indústria precisa incorporar tecnologia. Serviços precisam aumentar produtividade. Conhecimento precisa transformar empresas e criar novas atividades. A política de longo prazo deverá acompanhar não apenas crescimento do Produto Interno Bruto, mas produtividade, renda, valor agregado, inovação e qualidade dos empregos. Uma economia que cresce apenas aumentando a utilização de recursos possui limites. Uma economia que aprende a produzir melhor cria novas possibilidades. → economia-agro/p103

[b2919] (economia) 14.7. Preparar trabalhadores para mudanças tecnológicas

[b2920] (economia) Automação, inteligência artificial e novas formas de produção modificarão atividades e ocupações. Algumas funções serão transformadas, novas profissões surgirão e trabalhadores precisarão atualizar conhecimentos ao longo da vida. O Estado precisa estar preparado para essa realidade.

[b2921] (economia) O Estado acompanhará setores e ocupações em transformação para antecipar necessidades de qualificação e requalificação. As respostas serão construídas com instituições de ensino, empresas, organizações de trabalhadores e políticas de desenvolvimento, priorizando os territórios e grupos mais expostos às mudanças. → economia-agro/p34

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[b2922] (economia) A formação não será organizada apenas em torno de tecnologias específicas, que podem rapidamente se tornar ultrapassadas. Também deverá desenvolver capacidade de aprender, resolver problemas, trabalhar com novas ferramentas e adaptar-se a diferentes contextos. → economia-agro/p104

[b2923] (economia) Trabalhadores adultos também precisarão ter acesso a requalificação. Não será suficiente preparar apenas quem está entrando no mercado. Mulheres, população negra, pessoas com deficiência, trabalhadores mais velhos e grupos que já enfrentam barreiras no mercado precisam ser considerados para que a transformação tecnológica não amplie desigualdades existentes. O futuro do trabalho precisa ser planejado também como política social. → economia-agro/p34

[b2925] (economia) 14.8. Nova geografia econômica de Minas

[b2926] (economia) A economia das próximas décadas não precisa permanecer concentrada onde esteve historicamente. Tecnologia, conectividade, infraestrutura, novos minerais, bioeconomia, energias renováveis, agroindústria e serviços podem modificar a geografia econômica do Estado. O Minas 2040 deverá identificar quais regiões possuem potencial para novos ciclos de desenvolvimento. Isso não significa predeterminar a atividade de cada território. Significa antecipar infraestrutura, formação e políticas capazes de permitir que oportunidades apareçam. → economia-agro/p88, economia-agro/p105

[b2927] (economia) O Estado acompanhará a evolução dos investimentos, empregos, atividades econômicas, infraestrutura e fluxos populacionais para identificar mudanças na geografia econômica. Essas informações orientarão decisões sobre formação profissional, logística, energia, habitação, serviços públicos e apoio aos MUNICÍPIOS. → economia-agro/p106

[b2928] (economia) A estratégia não estabelecerá uma vocação rígida para cada território. Regiões precisam ter condições para aproveitar suas capacidades e também diversificar sua economia quando mudanças de mercado, tecnologia ou disponibilidade de recursos tornarem necessário construir novos caminhos.

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[b2975] (economia) 14.19. Minas conectada ao Brasil e ao mundo

[b2976] (economia) O futuro econômico de Minas dependerá de sua capacidade de se conectar: produção a mercados, empresas a fornecedores, MUNICÍPIOS à economia digital, universidades a redes de conhecimento e pesquisadores a instituições nacionais e internacionais.

[b2977] (economia) A estratégia Minas 2040 acompanhará mudanças nas cadeias produtivas, nos mercados e nas tecnologias para identificar oportunidades e vulnerabilidades. Infraestrutura logística e digital, internacionalização das empresas, cooperação científica e acesso a novos mercados deverão funcionar como partes de uma mesma agenda. → economia-agro/p107

[b2978] (economia) Minas precisa ser suficientemente diversificada para enfrentar mudanças e suficientemente qualificada para competir em atividades de maior valor. Conectar o Estado ao mundo não significa abandonar sua identidade ou suas regiões, mas criar novos caminhos para que conhecimento, produtos e talentos mineiros alcancem mais oportunidades.

FIM — 76 blocos neste arquivo — parte 2 de 2.