Ronaldo Caiado — texto do programa sobre Saúde — parte 2 de 2 (Presidente, 2026)
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[b2082] (saude) • 2030 — avaliação nacional independente: medir metas, efetividade, eficiência, equidade e sustentabilidade; publicar resultados e plano para o ciclo seguinte. → saude/p145
[b2083] (saude) Toda política deverá incorporar avaliação de impacto, transparência de dados, participação social, auditoria e mecanismos de correção. Metas deverão ser ajustadas quando a linha de base oficial revelar inviabilidade técnica ou, ao contrário, oportunidade de ambição maior. → saude/p146
[p. 95]
[b2091] (saude) Reduzir em ≥50% o tempo mediano nas regiões de maior espera; 100% das filas estratégicas com prioridade clínica e rastreabilidade. → saude/p16
[b2094] (saude) Reduzir em 20% internações por condições sensíveis à APS; 100% das equipes com estratificação de risco e teleconsultoria. → saude/p147
[b2097] (saude) Meta indicativa de redução de 30% da mortalidade cardiovascular prematura; rotas regionais formais para infarto e AVC em 100% das regiões. → saude/p148
[b2100] (saude) 100% dos casos suspeitos prioritários com relógio assistencial; redução mensurável do diagnóstico tardio dos tumores prioritários. → saude/p55
[b2103] (saude) Meta indicativa de redução de 30% da mortalidade materna; referência de alto risco e linhas de endometriose/climatério em todas as regiões. → saude/p30, saude/p257
[b2106] (saude) Seguimento de 100% dos prematuros de maior risco; redução sustentada da mortalidade infantil e desigualdade territorial. → saude/p88
[b2108] (saude) Vacinação ≥95% de cobertura nas vacinas prioritárias para as quais essa meta é indicada, com busca ativa nominal. → saude/p50
[b2111] (saude) RAPS organizada em 100% das regiões; 90% dos pacientes de alto risco pós-emergência com seguimento estruturado. → saude/p24
[b2114] (saude) 90% dos idosos acompanhados na APS com avaliação funcional; plano de cuidado para 100% dos frágeis/alto risco. → saude/p65
[b2117] (saude) 100% dos DSEIs com plano assistencial/logístico, referência de média/alta complexidade e painel de indicadores territoriais. → saude/p149
[b2120] (saude) 100% de cobertura populacional do SAMU; reduzir em ≥50% espera mediana por UTI nas regiões mais críticas. → saude/p74
[b2123] (saude) Histórico clínico digital essencial interoperável disponível progressivamente para 100% dos cidadãos. → saude/p150
[b2126] (saude) 100% dos hospitais estratégicos do SUS integrados a gestão digital, indicadores de qualidade e segurança. → saude/p76
[b2129] (saude) Aumentar participação nacional em vacinas, imunobiológicos, biossimilares e medicamentos estratégicos, com carteira e metas públicas de nacionalização. → saude/p127, saude/p259
[b2132] (saude) Rede pública nacional operacional de terapia celular/gênica, com centros credenciados, registro de desfechos e capacidade produtiva nacional. → saude/p43
[b2135] (saude) 100% das novas tecnologias de altíssimo impacto avaliadas para negociação de preço, compartilhamento de risco e/ou transferência tecnológica. → saude/p42
[b2138] (saude) Rede nacional integrando universidades, hospitais universitários, Fiocruz, Butantan e ICTs em missões tecnológicas do SUS. → saude/p37, saude/p261
[b2141] (saude) Painel nacional de qualidade e eficiência e incorporação progressiva de resultados aos mecanismos de financiamento. → saude/p60
[b2144] (saude) Plano nacional de necessidades e vazios profissionais com metas regionais de formação, provimento e retenção. → educacao/p71, saude/p79
[b2147] (saude) Relatório anual público de execução das missões, com linha de base, meta, resultado, desigualdade regional e correções de rota. → saude/p61
[b2150] (saude) Cadastro e fluxo nacional implantados; centros de referência articulados por região; redução mensurável do tempo até o diagnóstico e uso de acordos de risco compartilhado nas terapias elegíveis. → saude/p90
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[b2154] (saude) O Brasil não precisa escolher entre universalidade e inovação, entre responsabilidade fiscal e acesso, entre excelência e escala. Precisa organizar melhor suas capacidades e fazer com que ciência, tecnologia, gestão e produção estejam a serviço do mesmo objetivo: melhorar a vida das pessoas.
[b2155] (saude) O próximo ciclo do SUS deve ser reconhecido por cinco mudanças concretas: o cidadão espera menos; a doença é identificada mais cedo; as redes conversam entre si; o país produz mais do que é estratégico; e o dinheiro público passa a ser acompanhado por resultado.
[b2156] (saude) A saúde de 2030 não será construída apenas com mais estruturas. Será construída com prioridade clínica, prevenção, profissionais valorizados, informação integrada, inovação responsável, capacidade industrial e compromisso permanente com a equidade.
[b2157] (saude) O princípio que orienta esta agenda é simples: cada brasileiro deve receber o cuidado certo, no lugar certo e no tempo certo, e o Brasil deve ter capacidade científica, tecnológica e produtiva para sustentar esse direito.
[b2158] (saude) Nos primeiros 100 dias, o governo deverá colocar em marcha uma agenda enxuta de decisões estruturantes:
[b2159] (saude) • Instituir o Comitê Nacional das Missões de Saúde 2027–2030, com participação federativa, técnica e científica, responsável por metas, cronograma e monitoramento. → saude/p151
[b2160] (saude) • Iniciar o censo nacional das filas estratégicas e publicar metodologia única para medir tempo de espera, prioridade clínica e capacidade assistencial. → saude/p16
[b2161] (saude) • Lançar o mapa nacional de vazios assistenciais em APS, oncologia, cardiologia/AVC, saúde mental, obstetrícia de alto risco, UTI, saúde indígena e especialidades críticas. → saude/p152
[b2162] (saude) • Definir a arquitetura do Sistema Nacional de Acesso e Regulação Inteligente e selecionar as primeiras redes estaduais para implantação. → saude/p153
[b2163] (saude) • Publicar o plano de interoperabilidade 2027–2030, com padrões mínimos de troca de dados entre APS, hospitais, laboratórios, farmácia e regulação. → saude/p154
[b2164] (saude) • Criar a Aliança Nacional de Ciência e Produção em Saúde, reunindo universidades, hospitais universitários, → saude/p37, saude/p184, saude/p261
[b2165] (saude) Fiocruz, Instituto Butantan, laboratórios públicos, institutos e indústria para selecionar tecnologias estratégicas prioritárias. → saude/p155
[b2166] (saude) • Publicar a primeira carteira de medicamentos de alto custo, vacinas, imunobiológicos, terapias avançadas e insumos críticos para negociação, nacionalização produtiva ou desenvolvimento tecnológico. → saude/p156
[b2167] (saude) • Constituir grupo permanente Anvisa–CMED–Conitec–Ministério da Saúde para planejar de forma coordenada tecnologias de alto impacto, preservando competências regulatórias e avaliação baseada em evidências. → saude/p157
[b2168] (saude) • Pactuar com estados e municípios as metas nacionais de saúde da mulher, saúde indígena, infância, vacinação, saúde mental, longevidade, urgência e paciente crítico. → saude/p158
[b2169] (saude) • Criar o Painel Público Saúde 2030, com linha de base, responsáveis, cronograma e atualização periódica das metas nacionais. → saude/p61
[b2170] (saude) COMPROMISSO: preservar o SUS e fazê-lo funcionar para cada brasileiro, com prevenção, prioridade clínica, atendimento no tempo certo, cuidado regionalizado, profissionais valorizados, inovação responsável e dinheiro público acompanhado por resultado. → saude/p63, saude/p269
FIM — 40 blocos neste arquivo — parte 2 de 2.