Omar Aziz — texto do programa sobre Ciência, tecnologia e inovação — parte 3 de 6 (Governador — AM, 2026)
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[b13048] (ciencia_tecnologia) A principal ameaça é a “fuga de cérebros” para outros centros e a baixa retenção de talentos de alta tecnologia. E, de forma muito nociva ao planejamento produtivo, as mudanças climáticas (secas e cheias extremas), desmatamento e queimadas impactam a logística e a vida no interior. A exclusão digital, por fim, pode ampliar as desigualdades sociais e econômicas. Assim, é urgente que se estabeleça um programa de desenvolvimento de modelos de IA para previsão de eventos climáticos extremos, queimadas e desmatamento, bem como os seus impactos logísticos. No Amazonas de hoje, o monitoramento em tempo real do desmatamento e focos de queimadas, por exemplo, é realizado principalmente pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em parceria com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA) e o Corpo de Bombeiros Militar. O INPE utiliza sistemas como o DETER e o PRODES para monitorar o desmatamento, enquanto o Corpo de Bombeiros utiliza ferramentas como o aplicativo Infire para auxiliar no combate a incêndios florestais. → ciencia-tecnologia/p46
[b13049] (ciencia_tecnologia) Pelas informações oficiais disponíveis, a análise das áreas afetadas é feita a partir de imagens obtidas por satélites mediante análise comparativa de imagens recentes com imagens antigas. Da mesma forma, deve-se criar programas de retenção de talentos, por meio de bolsas e incentivos, em parceria com a FAPEAM, UEA, UFAM, IFAM e o Serviço Geológico do Brasil (SGB). → ciencia-tecnologia/p15
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[b13053] (ciencia_tecnologia) A organização dos objetivos específicos em eixos estratégicos decorre da necessidade de enfrentar, de forma sistêmica e coordenada, os desafios estruturais, territoriais e institucionais que condicionam a adoção e a difusão da inteligência artificial no estado. Considerando as dimensões geográficas, socioeconômicas e ambientais singulares do Amazonas, a implementação de IA exige uma abordagem integrada que combine infraestrutura, formação de capacidades, aplicação orientada por impacto e modernização do setor público.
[b13054] (ciencia_tecnologia) A estruturação em eixos permite alinhar prioridades, organizar investimentos, promover a coordenação interinstitucional e assegurar que o avanço tecnológico esteja diretamente associado à redução das desigualdades regionais, à valorização dos ativos amazônicos e à melhoria dos serviços públicos essenciais.
[b13055] (ciencia_tecnologia) Eixo 1: Infraestrutura e Capacitação
[b13056] (ciencia_tecnologia) O Eixo 1 concentra-se na construção das condições habilitadoras para a implementação da inteligência artificial no território amazonense. A realidade do estado, marcada por grandes distâncias, baixa densidade populacional e desigualdade no acesso à conectividade e à qualificação técnica, impõe a necessidade de investimentos de base na infraestrutura digital e formação de capital humano.
[b13057] (ciencia_tecnologia) A implementação de centros de capacitação em IA em municípios como Tefé, Parintins, Humaitá, Tabatinga e São Gabriel da Cachoeira, responde à necessidade de interiorizar o acesso ao conhecimento, criando ambientes locais de formação, experimentação e inovação. Esses centros funcionarão como núcleos de difusão tecnológica, articulando ensino, pesquisa aplicada e soluções voltadas aos problemas regionais. → ciencia-tecnologia/p23
[b13058] (ciencia_tecnologia) De forma complementar, a universalização da conectividade de alta velocidade nas sedes dos municípios do interior, apoiada pelo Programa Norte Conectado e por parcerias público-privadas, constitui pré-requisito para qualquer política de IA. Sem conectividade adequada, não é possível garantir acesso a plataformas digitais, processamento em nuvem, interoperabilidade de sistemas ou oferta de serviços digitais, como telemedicina, educação a distância e gestão pública inteligente. Assim, o Eixo 1 estabelece a base física e humana necessária para os demais eixos do Plano. → ciencia-tecnologia/p5
[b13059] (ciencia_tecnologia) Eixo 2: Bioeconomia e Meio Ambiente
[b13060] (ciencia_tecnologia) O Eixo 2 reflete a centralidade da biodiversidade, da floresta em pé e da sustentabilidade ambiental como ativos estratégicos do Amazonas. A inteligência artificial, nesse contexto, não é tratada apenas como ferramenta tecnológica, mas como instrumento de proteção ambiental, valorização econômica da floresta e fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis.
[b13061] (ciencia_tecnologia) O desenvolvimento de uma plataforma de IA para monitoramento em tempo real de eventos climáticos, desmatamento e focos de queimada responde à crescente vulnerabilidade → ciencia-tecnologia/p46
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[b13063] (ciencia_tecnologia) Parte 05. Plano estratégico de desenvolvimento do território frente às mudanças climáticas e à necessidade de antecipação, prevenção e resposta rápida a eventos extremos. A ampliação da cobertura para 80% do território estadual até 2030 permite subsidiar políticas públicas ambientais e fortalecer a fiscalização. Ao mesmo tempo, gera dados confiáveis para os mercados de carbono e apoia uma gestão territorial baseada em evidências. → ciencia-tecnologia/p46
[b13064] (ciencia_tecnologia) Paralelamente, o fomento à criação de startups de base tecnológica voltadas à bioeconomia busca transformar conhecimento científico e ativos naturais em valor econômico sustentável. O apoio a bionegócios, à rastreabilidade de produtos da floresta e a soluções tecnológicas associadas à biodiversidade contribui para diversificar a economia, gerar empregos qualificados e reduzir a dependência de modelos econômicos concentrados. → ciencia-tecnologia/p33
[b13065] (ciencia_tecnologia) Esse eixo conecta inovação tecnológica, conservação ambiental e desenvolvimento econômico inclusivo.
[b13066] (ciencia_tecnologia) Eixo 3: Gestão Pública e Social
[b13067] (ciencia_tecnologia) O Eixo 3 direciona a aplicação da inteligência artificial para a modernização da gestão pública e a melhoria da oferta de serviços essenciais à população, com foco especial no interior do estado. A forte dependência de atendimentos presenciais, a fragmentação de sistemas e a baixa previsibilidade dos serviços públicos demandam soluções que aumentem eficiência, transparência e qualidade do atendimento ao cidadão.
[b13070] (ciencia_tecnologia) A organização dos objetivos específicos em eixos estratégicos traduz uma lógica de implementação progressiva e integrada da inteligência artificial no Amazonas. Ao articular infraestrutura e capacitação, aplicações voltadas à bioeconomia e ao meio ambiente, e a modernização da gestão pública e social, o Plano garante que a IA funcione como instrumento de desenvolvimento sustentável, inclusão territorial e valorização das singularidades amazônicas, e não como um vetor tecnológico isolado.
[b13071] (ciencia_tecnologia) Capital e interior conectados pela tecnologia, pelas oportunidades e pelo desenvolvimento sustentável.
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[b13074] (ciencia_tecnologia) As estratégias para a execução
[b13075] (ciencia_tecnologia) O Plano de Inteligência Artificial do Amazonas (PIA), parte fundamental do Plano Estratégico de Desenvolvimento, inaugura uma trajetória de longo prazo, em que o conhecimento científico, a inovação tecnológica e o compromisso público caminham juntos para que a inteligência artificial seja um instrumento cotidiano de inclusão, eficiência e desenvolvimento humano em todo o Amazonas. A seguir detalhamos as linhas mestras da estratégia para a sua execução.
[b13076] (ciencia_tecnologia) a) Trilhas finalísticas: rotas de aplicação da IA
[b13077] (ciencia_tecnologia) • T1. Serviços Públicos Inteligentes: atendimento omnicanal (telefone, e-mail, redes sociais, chat, aplicativos, atendimento presencial e plataformas digitais), classificação automática de demandas e automação de processos repetitivos (licenças, cadastros, benefícios). → ciencia-tecnologia/p86
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[b13085] (ciencia_tecnologia) b) Habilitadores: as bases para a IA em escala
[b13087] (ciencia_tecnologia) - Catálogo estadual com 200 bases: o governo deverá mapear e organizar suas principais bases de dados — saúde, educação, segurança, meio ambiente, assistência social, logística, dentre outros — em um repositório único, padronizado e acessível para equipes autorizadas. Isso reduzirá duplicidades, melhorará a qualidade dos dados e facilitará análises integradas; → ciencia-tecnologia/p44
[b13088] (ciencia_tecnologia) - Catálogo com 50 APIs: as APIs permitem que sistemas diferentes “conversem” entre si. Com 50 APIs, o estado cria um ecossistema interoperável, onde informações fluem de forma segura entre secretarias, municípios e parceiros. Isso viabilizará desde telemedicina até monitoramento ambiental em tempo real; → ciencia-tecnologia/p87
[b13089] (ciencia_tecnologia) - Contratos de dados: são acordos formais que definem como os dados podem ser compartilhados entre órgãos, universidades, empresas e organizações sociais. Garantem segurança jurídica, proteção à privacidade e clareza sobre responsabilidades; → ciencia-tecnologia/p88
[b13090] (ciencia_tecnologia) - Políticas de segurança: incluem padrões de criptografia, controle de acesso, classificação de dados sensíveis e conformidade com a LGPD. Isso protege o cidadão e reduz riscos de vazamentos; → ciencia-tecnologia/p11
[b13091] (ciencia_tecnologia) - Kits de referência: conjuntos de modelos, guias e padrões técnicos que ajudam equipes públicas a criar novos sistemas de forma consistente, segura e interoperável. → ciencia-tecnologia/p89
[b13092] (ciencia_tecnologia) • Infraestrutura Computacional Compartilhada:
[b13093] (ciencia_tecnologia) - Centro híbrido com observabilidade: MLOps padronizado e metas de eficiência energética. Essa diretriz trata da base tecnológica que permitirá ao governo treinar, testar, implantar e monitorar modelos de IA de forma sustentável, segura e econômica. → ciencia-tecnologia/p90
[b13094] (ciencia_tecnologia) - Centro híbrido (nuvem + infraestrutura local): combina servidores próprios com serviços de nuvem pública. Isso dá flexibilidade, reduz custos e garante continuidade mesmo em regiões com conectividade limitada. É especialmente importante no Amazonas, onde a logística e a conectividade variam muito entre municípios. → ciencia-tecnologia/p90
[b13095] (ciencia_tecnologia) - Observabilidade: conjunto de ferramentas que permitem monitorar o desempenho dos sistemas de IA em tempo real. Inclui métricas, logs, alertas e dashboards. Isso garante que modelos não degradem, não gerem vieses inesperados e funcionem com confiabilidade. → ciencia-tecnologia/p90
[b13096] (ciencia_tecnologia) - MLOps padronizado: MLOps é o conjunto de práticas que integra desenvolvimento, implantação e manutenção de modelos de IA. Com padrões unificados, o Estado evita retrabalho, reduz riscos e acelera a entrega de soluções. → ciencia-tecnologia/p90
[b13097] (ciencia_tecnologia) - Metas de eficiência energética: IA consome energia, e no Amazonas isso tem impacto direto na sustentabilidade. Metas de eficiência garantem que o centro híbrido use energia renovável local, reduza desperdícios e adote práticas de computação verde. → ciencia-tecnologia/p90
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[b13100] (ciencia_tecnologia) c) Criação de uma Coordenação Técnico-Científica
[b13101] (ciencia_tecnologia) A Coordenação Técnico-Científica é o centro de conhecimento do Plano e a guardiã de sua qualidade técnica. Sua função é integrar pesquisa, inovação e políticas públicas de forma contínua. Ela será responsável por desenvolver e validar soluções, manter bibliotecas de componentes reutilizáveis e organizar programas de capacitação aplicados. Entre os programas de capacitação interna sugere-se criar residências imersivas em inteligência artificial, que devem reunir servidores, pesquisadores e estudantes em equipes mistas para resolver desafios reais do Estado. As residências terão duração variável, combinando aprendizado teórico e execução prática supervisionada pela UEA, CETAM, ICTs parceiras e UFAM como convidada. → ciencia-tecnologia/p45
[b13102] (ciencia_tecnologia) Além disso, a Coordenação Técnico-Científica deverá implantar a Academia de Projetos, voltada à formação de gestores públicos em metodologias ágeis e tecnologias digitais. Essa academia oferecerá módulos temáticos, oficinas e mentorias, preparando profissionais para conduzir iniciativas sustentáveis de transformação digital. A Coordenação também manterá o Laboratório Regulatório Permanente, espaço de experimentação controlada para novas tecnologias, com avaliações independentes sobre impacto ético, ambiental e social. Esse laboratório publicará relatórios semestrais, detalhando os aprendizados e boas práticas, garantindo transparência e credibilidade. → ciencia-tecnologia/p45
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[b13105] (ciencia_tecnologia) d) Governança e operação em alinhamento
[b13106] (ciencia_tecnologia) A implementação do Plano será coordenada por um Comitê Executivo, composto por representantes de secretarias estratégicas e órgãos parceiros. Esse comitê definirá prioridades anuais, supervisionará metas e alinhará as ações de governo. Em cada secretaria deverá existir uma célula de inovação com servidores designados para atuar em conjunto com a Coordenação Técnico-Científica, formando a base operacional descentralizada do Plano. Essas células serão responsáveis por traduzir metas gerais em entregas de curto prazo e receberão apoio contínuo das residências e da academia de projetos. → ciencia-tecnologia/p91
[b13107] (ciencia_tecnologia) A gestão será orientada por resultados, com métricas públicas que avaliam desempenho, impacto e eficiência. Cada iniciativa deverá nascer de um diagnóstico validado, apresentar plano de saída e comprometer-se a divulgar resultados para a sociedade. A coordenação geral publicará relatórios trimestrais e anuais, consolidando o avanço das ações e garantindo a prestação de contas e a perfeita informação das ações ao governo do Amazonas. → ciencia-tecnologia/p92
[b13108] (ciencia_tecnologia) e) Tratamento dos dados, privacidade e segurança
[b13109] (ciencia_tecnologia) O uso responsável dos dados é um dos pilares centrais do Plano. Por isso, será criado um Catálogo Estadual de Dados, que mapeará e documentará as bases públicas, indicando formato, finalidade, restrições e responsáveis. Todas as iniciativas passarão por avaliação de impacto à privacidade e à segurança da informação antes de entrarem em operação. As decisões sobre compartilhamento e anonimização seguirão princípios éticos e jurídicos estabelecidos. → ciencia-tecnologia/p44
[b13110] (ciencia_tecnologia) O objetivo é construir um ecossistema de dados abertos, interoperáveis e auditáveis, respeitando os direitos individuais e garantindo confiança social. Cada projeto deve explicitar as fontes utilizadas, os métodos de coleta e as margens de erro, permitindo que os resultados sejam reproduzíveis. A segurança cibernética será continuamente reforçada com protocolos de autenticação, backups automáticos e auditorias independentes. A transparência será tratada como princípio ativo: relatórios públicos, interfaces acessíveis e linguagem compreensível serão exigências obrigatórias para todos os sistemas implementados. → ciencia-tecnologia/p11
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[b13113] (ciencia_tecnologia) f) Infraestrutura compartilhada e sustentabilidade
[b13114] (ciencia_tecnologia) Para o funcionamento estável e sustentável do Plano, será implantado o Centro Estadual de Computação e Inovação, responsável por prover infraestrutura de processamento, armazenamento e conectividade. O Centro combinará servidores locais e nuvens públicas, criando um ambiente híbrido com escalabilidade e segurança. Ele permitirá o desenvolvimento de modelos, simulações e serviços digitais de forma integrada, reduzindo custos e otimizando recursos. A sustentabilidade será tratada como meta transversal. O Centro poderá adotar energia proveniente de fontes renováveis, priorizando matrizes regionais como a biomassa e a energia solar. Serão publicados relatórios anuais de eficiência energética, consumo → ciencia-tecnologia/p93
[b13115] (ciencia_tecnologia) g) Interiorização e inclusão tecnológica e social
[b13116] (ciencia_tecnologia) O Plano nasce para servir todas as regiões do Amazonas, respeitando as diferenças culturais e geográficas. Programas de capacitação e apoio técnico serão implementados em polos regionais, aproveitando a estrutura das escolas técnicas e das universidades do interior. Conteúdos educativos serão produzidos em múltiplos formatos, inclusive para uso offline e transmissão por rádio comunitária, garantindo acesso a comunidades ribeirinhas e indígenas. → ciencia-tecnologia/p94
[b13117] (ciencia_tecnologia) Serviços digitais poderão adotar interfaces simples, linguagem direta e suporte a usuários com baixa conectividade. Além da inclusão tecnológica, o Plano prioriza a inclusão social. Projetos de alfabetização digital e empreendedorismo comunitário capacitarão jovens e trabalhadores em novas competências, promovendo autonomia e geração de renda. → ciencia-tecnologia/p10
[b13118] (ciencia_tecnologia) Como forma de incentivo, poderão ser criados prêmios e editais para reconhecer iniciativas locais que usem inteligência artificial para resolver problemas reais de suas comunidades. → ciencia-tecnologia/p95
[b13119] (ciencia_tecnologia) h) As quatro fases de implementação do Plano:
[b13120] (ciencia_tecnologia) • Estruturação: ocorre nos cem primeiros dias de governo e estabelece a governança, a Coordenação Técnico-Científica e o inventário de dados.
[b13121] (ciencia_tecnologia) • Execução inicial: abrange o primeiro ano e foca na criação dos primeiros protótipos e pilotos.
[b13122] (ciencia_tecnologia) • Expansão: consolida os resultados e amplia os programas de formaçã
[b13123] (ciencia_tecnologia) • Consolidação: integra as ações em escala estadual e define políticas
[b13126] (ciencia_tecnologia) Ao final do primeiro ano, espera-se ter dez processos automatizados e o projeto de saúde em operação. No segundo ano, a meta é dobrar o número de automações e expandir o uso de dados integrados. Nos anos seguintes, pretende-se atingir todas as secretarias com pelo menos um projeto de inteligência artificial ativo.
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[b13129] (ciencia_tecnologia) i) Riscos, ética e avaliação: critérios de transparência
[b13130] (ciencia_tecnologia) O Plano adota uma abordagem preventiva em relação a riscos e impactos. Cada projeto passará por análise de viabilidade ética, técnica e ambiental antes de ser aprovado. Nas áreas sensíveis, como saúde e segurança, o uso da inteligência artificial estará sempre subordinado à supervisão humana. Um comitê ético independente avaliará periodicamente os sistemas implantados, revisando critérios de transparência e equidade. A avaliação de resultados será contínua. Relatórios trimestrais monitorarão indicadores de desempenho, eficiência e satisfação. Uma revisão anual, capitaneada pela Coordenação Técnico-Científica, examinará se os resultados declarados correspondem ao impacto real. A cada ciclo, as lições aprendidas serão incorporadas a novas versões do plano, promovendo uma melhoria permanente das políticas públicas digitais. → ciencia-tecnologia/p42, ciencia-tecnologia/p160
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[b13134] (ciencia_tecnologia) O Plano de Ação organiza a estrutura operacional do Plano de Inteligência Artificial do Estado do Amazonas (PIA), integrado ao Plano Estratégico de Desenvolvimento. Nele estão detalhados os objetivos específicos, os eixos estratégicos, as ações programadas, os responsáveis institucionais, os prazos de execução, os recursos necessários e os resultados esperados para o período de 2027 a 2030.
[b13135] (ciencia_tecnologia) As iniciativas estão organizadas em três grandes eixos — Infraestrutura e Capacitação, Bioeconomia e Meio Ambiente, e Gestão Pública e Social — e refletem o compromisso do estado com a interiorização da inovação, a sustentabilidade ambiental, a modernização dos serviços públicos e o fortalecimento de uma economia digital inclusiva. Cada ação foi desenhada para enfrentar desafios concretos do território amazonense, promovendo impacto social, eficiência administrativa e protagonismo tecnológico regional.
[b13136] (ciencia_tecnologia) Quadro 1 – Plano de Ação de Inteligência Artificial do Estado
[b13142] (ciencia_tecnologia) 1: Implementar centros de capacitação em IA em cinco polos do interior → ciencia-tecnologia/p23
[b13143] (ciencia_tecnologia) (Tefé, Parintins, Humaitá, Tabatinga, São Gabriel da Cachoeira)
[b13145] (ciencia_tecnologia) Eixo 1: Infraestrutura e Capacitação
[b13148] (ciencia_tecnologia) 1. Capacitação em IA para o Interior → ciencia-tecnologia/p23
[b13154] (ciencia_tecnologia) FAPEAM, MEC, material didático adaptado, contratação de instrutores
[b13155] (ciencia_tecnologia) 2.000 agentes públicos e comunitários certificados em IA básica e aplicada aos serviços locais → ciencia-tecnologia/p45
[b13158] (ciencia_tecnologia) 2: Garantir, via Programa Norte Conectado e/ou parcerias público-privadas, conectividade de internet de alta velocidade para 100% das sedes dos municípios do interior até 2029 → ciencia-tecnologia/p5
[b13160] (ciencia_tecnologia) Eixo 1: Infraestrutura e Capacitação
[b13163] (ciencia_tecnologia) 2. Programa Amazonas Conectado (parte do Programa Norte Conectado) → ciencia-tecnologia/p96
[b13164] (ciencia_tecnologia) SEDECTI, operadoras de telecomunicações e provedores de internet via satélite
[b13169] (ciencia_tecnologia) Fundos de P,D&I, FTI, acordos de cooperação
[b13170] (ciencia_tecnologia) 100% das sedes dos municípios com internet de alta velocidade, viabilizando telemedicina e educação à distância → ciencia-tecnologia/p5
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[b13181] (ciencia_tecnologia) SEDECTI, operadoras de telecomunicações e provedores de internet via satélite
[b13186] (ciencia_tecnologia) Fundos de P,D&I, FTI, acordos de cooperação
[b13187] (ciencia_tecnologia) 100% das sedes dos municípios com internet de alta velocidade, viabilizando telemedicina e educação à distância → ciencia-tecnologia/p5
[b13192] (ciencia_tecnologia) FAPEAM, UEA, UFAM, INPE, INPA, IFAM, SGB
[b13197] (ciencia_tecnologia) Recursos federais (FNDCT), FAPEAM, UEA, SGB, Programa Prioritário da Suframa, ampliação do LabClim da UEA, sistema de previsões climáticas do INPA, ampliação dos monitoramentos do SGB, modelos permanentes para bacias hidrográficas com IA
[b13201] (ciencia_tecnologia) 4: Fomentar a criação de 10 startups de base tecnológica focadas em bioeconomia (bionegócios e rastreabilidade de produtos da floresta) → ciencia-tecnologia/p33
[b13203] (ciencia_tecnologia) Eixo 2: Bioeconomia e Meio Ambiente
[b13212] (ciencia_tecnologia) Fundos de investimento, mentoria, espaços de coworking
[b13213] (ciencia_tecnologia) 10 novas startups de IA/Bioeconomia, 100 empregos de alta qualificação, faturamento anual de R$ 20 milhões
[b13218] (ciencia_tecnologia) Eixo 3: Gestão Pública e Social
[b13222] (ciencia_tecnologia) SES-AM, PRODAM, prefeituras municipais
[b13227] (ciencia_tecnologia) Recursos do SUS, FTI, equipe multidisciplinar (médicos, engenheiros de software), equipamentos de telemedicina
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[b13235] (ciencia_tecnologia) Eixo 3: Gestão Pública e Social
[b13240] (ciencia_tecnologia) PRODAM, com apoio de CETAM, UEA, ICTs parceiros e UFAM, como convidada
[b13250] (ciencia_tecnologia) CETAM, UEA,ICTs parceiros e UFAM, como convidada
[b13259] (ciencia_tecnologia) 9. Laboratório Regulatório Permanente → ciencia-tecnologia/p26
[b13260] (ciencia_tecnologia) CETAM, UEA,ICTs parceiros e UFAM, como convidada
[b13266] (ciencia_tecnologia) Espaço de experimentação controlada para novas tecnologias, com avaliações independentes sobre impacto ético, ambiental e social, com publicação de relatórios semestrais para a Gestão Governamental. → ciencia-tecnologia/p97
[b13271] (ciencia_tecnologia) Governador, Casa Civil, PGE, SEFAZ, SEDECTI, Seinfra, CETAM, UEA, ICTs Parceiras, PRODAM e UFAM como
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[b13282] (ciencia_tecnologia) O Plano de Inteligência Artificial do Estado do Amazonas reconhece que o sucesso da transformação digital depende da capacidade de enfrentar riscos estruturais, climáticos, sociais e institucionais que afetam o território. A gestão desses riscos será feita por meio de ações concretas distribuídas nos três eixos estratégicos — Infraestrutura e Capacitação, Bioeconomia e Meio Ambiente, e Gestão Pública e Social — que atuarão de forma coordenada para reduzir vulnerabilidades e ampliar a resiliência do Estado.
[b13283] (ciencia_tecnologia) Entre os principais riscos estão a exclusão digital, a precariedade da conectividade e logística no interior, a baixa retenção de talentos, os impactos das mudanças climáticas, a biopirataria e a fragmentação dos sistemas públicos. O PIA responde a esses desafios com iniciativas voltadas à interiorização da inovação, à criação de infraestrutura tecnológica compartilhada, à capacitação de servidores e comunidades, ao monitoramento ambiental inteligente e à modernização da gestão pública. A seguir, apresenta-se a associação entre os riscos identificados e as ações do Plano que contribuem para sua mitigação.
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[b13286] (ciencia_tecnologia) Quadro 2 – Principais riscos e ações mitigadoras no PIA
[b13292] (ciencia_tecnologia) Falta de acesso à internet e serviços digitais no interior
[b13294] (ciencia_tecnologia) Conectado para universalizar a conectividade → ciencia-tecnologia/p96
[b13299] (ciencia_tecnologia) Gestão Pública e Social / Bioeconomia e Meio
[b13302] (ciencia_tecnologia) Fuga de profissionais qualificados para outros centros
[b13303] (ciencia_tecnologia) Centros de capacitação em IA no interior e bolsas via FAPEAM → ciencia-tecnologia/p23
[b13312] (ciencia_tecnologia) Fomento a Bio-Startups com foco em rastreabilidade e inovação local → ciencia-tecnologia/p33
[b13321] (ciencia_tecnologia) Ausência de articulação entre pesquisa, governo e inovação
[b13322] (ciencia_tecnologia) Criação da Coordenação Técnico-Científica e residências em IA → ciencia-tecnologia/p83, ciencia-tecnologia/p98
[b13324] (ciencia_tecnologia) Baixa qualificação técnica no interior
[b13325] (ciencia_tecnologia) Gestores e servidores sem formação adequada em IA
[b13326] (ciencia_tecnologia) Programa de capacitação de servidores e Centros de Formação em IA → ciencia-tecnologia/p45
[b13332] (ciencia_tecnologia) No âmbito da execução interna, o Plano reconhece a existência de riscos e adota uma abordagem preventiva para a gestão de impactos. Todos os projetos serão submetidos a análises de viabilidade ética, técnica e ambiental antes da aprovação. Em áreas sensíveis, como saúde e segurança, o uso da inteligência artificial permanecerá sempre sob supervisão humana. Um comitê ético independente realizará avaliações periódicas dos sistemas implantados, com revisão contínua dos critérios de transparência e equidade. → ciencia-tecnologia/p42
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[b13336] (ciencia_tecnologia) Os indicadores definidos pelo Plano Estratégico de Desenvolvimento para cada ação do PIA são fundamentais para garantir a efetividade, a transparência e o alinhamento estratégico da política pública. Eles permitem acompanhar o progresso das metas, identificar gargalos operacionais, ajustar rotas de implementação e mensurar o impacto real das iniciativas sobre a população e o território.
[b13337] (ciencia_tecnologia) Ao estabelecer métricas claras — como número de capacitados, cobertura de conectividade, redução de desmatamento, geração de empregos qualificados, eficiência administrativa e qualidade dos serviços públicos — o Plano assegura que a transformação digital seja orientada por resultados concretos, promovendo inclusão, sustentabilidade e inovação em escala estadual.
[b13338] (ciencia_tecnologia) Esses indicadores também fortalecem a governança, ao fornecer subsídios para decisões baseadas em evidências e fomentar uma cultura de monitoramento contínuo e melhoria permanente. O monitoramento será realizado de forma focal por objetivo específico e eixo prioritário, avaliando-se as etapas e andamento de cada ação. Os indicadores sugeridos devem ser transversais demonstrando o desempenho e método de coleta de dados.
[b13341] (ciencia_tecnologia) 1: Implementar centros de capacitação em IA em cinco polos do interior → ciencia-tecnologia/p23
[b13342] (ciencia_tecnologia) (Tefé, Parintins, Humaitá, Tabatinga, São Gabriel da Cachoeira)
[b13344] (ciencia_tecnologia) Eixo 1: Infraestrutura e Capacitação
[b13347] (ciencia_tecnologia) 1. Capacitação em IA para o Interior → ciencia-tecnologia/p23
[b13349] (ciencia_tecnologia) • Nº de agentes públicos e comunitários certificados
[b13350] (ciencia_tecnologia) • Taxa de retenção dos capacitados em serviços locais
[b13351] (ciencia_tecnologia) • Grau de satisfação dos participantes
[b13353] (ciencia_tecnologia) 2: Garantir, via Programa Norte Conectado e/ou parcerias público-privadas, conectividade de internet de alta velocidade para 100% das sedes dos municípios do interior até 2029 → ciencia-tecnologia/p5
[b13355] (ciencia_tecnologia) Eixo 1: Infraestrutura e Capacitação
[b13358] (ciencia_tecnologia) 2. Programa Amazonas Conectado (parte do Programa Norte Conectado) → ciencia-tecnologia/p96
[b13359] (ciencia_tecnologia) • % de sedes municipais conectadas
[b13360] (ciencia_tecnologia) • Velocidade média de conexão por município
[b13361] (ciencia_tecnologia) • Nº de acessos em serviços de saúde e educação à distância
[b13362] (ciencia_tecnologia) • Tempo médio de instalação por localidade
[p. 540]
[b13379] (ciencia_tecnologia) 4: Fomentar a criação de 10 startups de base tecnológica focadas em bioeconomia (bionegócios e rastreabilidade de produtos da floresta) → ciencia-tecnologia/p33
[b13381] (ciencia_tecnologia) Eixo 2: Bioeconomia e Meio Ambiente
[b13388] (ciencia_tecnologia) • Nº de produtos com rastreabilidade digital
[b13417] (ciencia_tecnologia) 9. Laboratório Regulatório Permanente → ciencia-tecnologia/p26
[b13418] (ciencia_tecnologia) • Nº de normativas testadas ou revisadas
[b13420] (ciencia_tecnologia) • Nº de soluções reguladas com base em experimentação
[b13421] (ciencia_tecnologia) • Tempo médio de análise regulatória
[p. 541]
[b13436] (ciencia_tecnologia) A expansão da conectividade de alta velocidade, por meio do Programa Amazonas → ciencia-tecnologia/p1
[b13437] (ciencia_tecnologia) Conectado, democratiza o acesso a serviços públicos essenciais e cria as condições para que escolas, unidades de saúde, empreendedores e prefeituras utilizem plataformas digitais, telemedicina, educação a distância e sistemas de gestão. Essas medidas terão capacidade de reduzir deslocamentos longos e ampliar a previsibilidade dos atendimentos, aproximando o Estado das comunidades mais isoladas. → ciencia-tecnologia/p3
[p. 542]
[b13440] (ciencia_tecnologia) Já a criação de centros de capacitação em inteligência artificial no interior abre novas oportunidades de emprego qualificado e estimula a permanência de jovens em seus municípios de origem. Essas cidades passam a funcionar como núcleos de inovação, oferecendo cursos, programas de formação aplicada e trilhas formativas em tecnologia. Com isso, a população ganha condições reais de participar da nova economia digital, ampliando renda, empregabilidade e perspectivas de futuro. → ciencia-tecnologia/p23
[p. 548]
[b13498] (ciencia_tecnologia) No campo da inovação, o Amazonas já apresentou avanços relevantes, como a presença de incubadoras e aceleradoras conectadas às universidades (UEA, UFAM e IFAM), e outras vinculadas ao setor privado. Ainda assim, o ecossistema enfrenta limitações como a alta informalidade, a dificuldade de acesso ao crédito, a baixa densidade de startups fora da capital e a escassez de hubs de inovação no interior. Em 2025, o estudo Análise Quantitativa do Impacto Social das Agências de Fomento ao Empreendedorismo no Estado do Amazonas apontou que, embora as instituições de apoio tenham impacto positivo, sua atuação ainda é insuficiente para atender a dimensão territorial do estado, especialmente em áreas remotas.
[p. 553]
[b13567] (ciencia_tecnologia) • Crescimento das plataformas digitais de streaming, e-commerce e redes sociais;
[b13568] (ciencia_tecnologia) • Ferramentas de realidade aumentada e inteligência artificial aplicadas à cultura;
[b13569] (ciencia_tecnologia) • Desafios de infraestrutura tecnológica limitam o alcance digital.
[p. 555]
[b13600] (ciencia_tecnologia) Capacidade institucional e tecnológica
[b13601] (ciencia_tecnologia) • Presença de ICTs, universidades e centros de pesquisa dedicados à inovação e à indústria criativa (UEA, UFAM, IFAM, Centro de Bionegócios da Amazônia-CBA, Museu da Amazônia-MUSA, Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial-CIDE).
[b13602] (ciencia_tecnologia) • Hub de inovação consolidado: Sidia, Samsung Ocean, FabLabs, Casa Criativa, Impact
[b13603] (ciencia_tecnologia) Hub, Casarão de Ideias, Centro Cultural Povos da Amazônia etc.
[b13604] (ciencia_tecnologia) • Disponibilidade crescente de ferramentas digitais para produção audiovisual, design, modelagem 3D, economia digital e EAD.
[b13605] (ciencia_tecnologia) • Base institucional estável com editais de cultura, PD&I e inovação.
[b13608] (ciencia_tecnologia) • Incentivos estaduais para inovação, startups e empreendedorismo (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica-PIBIC, FAPEAM, AFEAM, programas da
[b13610] (ciencia_tecnologia) • Incentivos federais para inovação (Lei de Informática da ZFM – Programas Prioritários de PD&I).
[p. 558]
[b13641] (ciencia_tecnologia) • Diferenças grandes de conectividade entre capital e interior;
[b13642] (ciencia_tecnologia) • Baixa digitalização de empreendedores e dificuldade de acesso a plataformas
[b13645] (ciencia_tecnologia) • Custo elevado de equipamentos para audiovisual, design, música e modelagem 3D;
[b13646] (ciencia_tecnologia) • Falta de integração entre bases de dados culturais e econômicas, dificultando rastreabilidade e planejamento.
[p. 562]
[b13726] (ciencia_tecnologia) • Falta de conectividade no interior limita digitalização e e-commerce;
[b13727] (ciencia_tecnologia) • Risco de exclusão digital para pequenos empreendedores;
[b13728] (ciencia_tecnologia) • Segurança cibernética insuficiente, com risco de fraudes e violações
[p. 564]
[b13759] (ciencia_tecnologia) a) Criar pré-aceleradoras e aceleradoras criativas integradas à UEA, → ciencia-tecnologia/p24
[b13762] (ciencia_tecnologia) b) Criar edital de startups criativas com inovação de impacto amazônico. → ciencia-tecnologia/p24
[p. 568]
[b13820] (ciencia_tecnologia) Objetivo Específico 5 – Ampliar a integração entre inovação, ciência, cultura e empreendedorismo
[b13821] (ciencia_tecnologia) Prazo: Institucionalização até 2028
[b13822] (ciencia_tecnologia) Responsável: SEDECTI, FAPEAM, UEA, UFAM, IFAM, SEC
[b13824] (ciencia_tecnologia) 1. Programa de Integração Ciência–Cultura–Tecnologia → ciencia-tecnologia/p99
[b13825] (ciencia_tecnologia) a) Projetos colaborativos entre ICTs e empreendedores criativos. → ciencia-tecnologia/p99
[b13827] (ciencia_tecnologia) a) Criação de linhas de pesquisa em bioeconomia criativa, novos materiais, tecnologias sociais. → ciencia-tecnologia/p100
[b13828] (ciencia_tecnologia) 3. Plataforma de transferência de tecnologia criativa → ciencia-tecnologia/p101
[b13829] (ciencia_tecnologia) a) Plataforma digital para compartilhamento de protótipos, soluções → ciencia-tecnologia/p101
[b13833] (ciencia_tecnologia) 4. Residências técnicas e criativas → ciencia-tecnologia/p102
[b13834] (ciencia_tecnologia) a) Programas de residência em centros de pesquisa, ICTs e espaços culturais. → ciencia-tecnologia/p102
[p. 570]
[b13872] (ciencia_tecnologia) 1. Conectividade para a criatividade:
[b13873] (ciencia_tecnologia) a) Expandir internet de alta qualidade no interior e comunidades tradicionais. → ciencia-tecnologia/p1
[p. 573]
[b13956] (ciencia_tecnologia) 5. Integrar inovação, ciência, cultura e empreendedorismo
[b13959] (ciencia_tecnologia) Integração Ciência–Cultura–Tecnologia
[b13960] (ciencia_tecnologia) Nº de projetos colaborativos; nº de pesquisadores envolvidos
[b13962] (ciencia_tecnologia) Nº de linhas de pesquisa; nº de soluções/protótipos desenvolvidos
[b13963] (ciencia_tecnologia) Plataforma de Transferência Tecnológica
[b13964] (ciencia_tecnologia) Plataforma criada; nº de tecnologias cadastradas; nº de usos/downloads
[b13965] (ciencia_tecnologia) Residências Técnicas e Criativas
[b13966] (ciencia_tecnologia) Nº de residências; nº de participantes; nº de produtos gerados
[p. 575]
[b14041] (ciencia_tecnologia) • Exclusão digital que impede participação competitiva na economia digital;
[b14045] (ciencia_tecnologia) • Baixa conectividade digital em municípios remotos impede circulação
[b14054] (ciencia_tecnologia) • Vulnerabilidade a ataques cibernéticos e perda de dados por falta de sistemas seguros;
[b14055] (ciencia_tecnologia) • Risco de obsolescência tecnológica rápida, tornando empreendimentos pouco competitivos;
[b14056] (ciencia_tecnologia) • Ausência de infraestrutura adequada para estúdios, laboratórios de criação
[p. 577]
[b14105] (ciencia_tecnologia) • Exclusão digital do interior;
[b14114] (ciencia_tecnologia) • Baixa conectividade no interior;
[b14116] (ciencia_tecnologia) • Vulnerabilidade cibernética;
[b14118] (ciencia_tecnologia) • Falta de infraestrutura para laboratórios e estúdios. Ações Mitigadoras
[b14119] (ciencia_tecnologia) • Expansão da internet regional (Objetivo 8 – Ação 32); → ciencia-tecnologia/p1
[b14121] (ciencia_tecnologia) • Laboratórios de criação – LabCriar (Objetivo 4 – Ação 15); → ciencia-tecnologia/p103
[b14122] (ciencia_tecnologia) • Hubs Digitais (Objetivo 4 – Ação 16); → ciencia-tecnologia/p25
[b14123] (ciencia_tecnologia) • Fomento à inovação criativa (Objetivo 4 – Ação 19); → ciencia-tecnologia/p24
[b14124] (ciencia_tecnologia) • Plataforma de Transferência Tecnológica (Objetivo 5 – Ação 22). → ciencia-tecnologia/p101
[p. 578]
[b14144] (ciencia_tecnologia) • Fortalecimento do Registro de Propriedade Intelectual (Objetivo 5 – Ação 22); → ciencia-tecnologia/p39
[p. 586]
[b14243] (ciencia_tecnologia) • Integrar ciência, tecnologia e inovação à agenda de investimentos. → ciencia-tecnologia/p104
[b14244] (ciencia_tecnologia) • Fortalecer a infraestrutura digital e energética para competitividade. → ciencia-tecnologia/p105
[p. 588]
[b14268] (ciencia_tecnologia) Capacidade institucional e tecnológica
[b14269] (ciencia_tecnologia) • Presença de ICTs e universidades (UFAM, UEA, IFAM, CBA, INPA) aptas a apoiar pesquisa e inovação aplicada.
[b14270] (ciencia_tecnologia) • Ecossistema de inovação fortalecido por laboratórios, hubs tecnológicos e centros privados de pesquisa.
[b14271] (ciencia_tecnologia) • Crescimento de soluções digitais para governança, monitoramento e atração
[p. 589]
[b14301] (ciencia_tecnologia) Tecnologia, informação e inovação
[b14303] (ciencia_tecnologia) • Falta de integração entre bases de dados para análise de investimentos.
[b14304] (ciencia_tecnologia) • Conectividade limitada em municípios do interior.
[p. 591]
[b14340] (ciencia_tecnologia) • Digitalização acelerada das economias globais, expansão de IA e automação.
[b14341] (ciencia_tecnologia) • Potencial para atrair centros de P&D, startups tecnológicas e empresas
[b14344] (ciencia_tecnologia) • Uso de plataformas digitais para governança e facilitação de investimentos.
[p. 592]
[b14374] (ciencia_tecnologia) • Baixa conectividade e risco de exclusão digital.
[b14375] (ciencia_tecnologia) • Vulnerabilidades cibernéticas em órgãos públicos e empresas.
[p. 595]
[b14439] (ciencia_tecnologia) 2. Conectividade e digitalização territorial → ciencia-tecnologia/p1
[b14440] (ciencia_tecnologia) a) Expandir internet de alta velocidade e redes de fibra óptica em áreas estratégicas. → ciencia-tecnologia/p1
[p. 597]
[b14469] (ciencia_tecnologia) Objetivo Específico 7 – Integrar ciência, tecnologia e inovação à agenda de investimentos → ciencia-tecnologia/p104
[b14471] (ciencia_tecnologia) Responsável: SEDECTI, FAPEAM, UEA, UFAM, IFAM, ICTs
[b14473] (ciencia_tecnologia) 1. Programa Ciência–Tecnologia–Investimento → ciencia-tecnologia/p106
[b14474] (ciencia_tecnologia) a) Apoiar centros de P&D que desejem se instalar ou expandir no estado. → ciencia-tecnologia/p106
[b14475] (ciencia_tecnologia) 2. Parques tecnológicos e bioindústrias → ciencia-tecnologia/p25
[b14476] (ciencia_tecnologia) a) Estruturar parques tecnológicos, biofábricas e centros de inovação com incentivo a investimentos privados. → ciencia-tecnologia/p25
[b14477] (ciencia_tecnologia) Objetivo Específico 8 – Fortalecer infraestrutura digital e energética para competitividade → ciencia-tecnologia/p105
[b14479] (ciencia_tecnologia) Responsável: PRODAM, Seinfra, SEDECTI
[p. 600]
[b14570] (ciencia_tecnologia) 4.3 Expandir conectividade digital → ciencia-tecnologia/p1
[b14571] (ciencia_tecnologia) • Km de fibra óptica instalados
[b14599] (ciencia_tecnologia) 7. Integrar ciência, tecnologia e inovação à agenda de investimentos
[b14604] (ciencia_tecnologia) • Investimentos em P&D atraídos
[b14605] (ciencia_tecnologia) 7.2 Estruturar parques tecnológicos e bioindústrias → ciencia-tecnologia/p25
[p. 602]
[b14672] (ciencia_tecnologia) • Baixa conectividade de internet no interior e em zonas logísticas prioritárias;
[b14673] (ciencia_tecnologia) • Infraestrutura digital insuficiente para serviços avançados (IA, big data, automação);
[b14674] (ciencia_tecnologia) • Vulnerabilidade cibernética do estado e de empresas recém-instaladas;
[b14675] (ciencia_tecnologia) • Obsolescência tecnológica rápida em setores estratégicos (TI, energia, bioeconomia);
[b14676] (ciencia_tecnologia) • Insuficiência de laboratórios, parques tecnológicos e centros de P&D no interior, reduzindo competitividade;
[b14677] (ciencia_tecnologia) • Dependência de tecnologia estrangeira, sujeita a sanções internacionais e volatilidade cambial.
[p. 604]
[b14724] (ciencia_tecnologia) • Parques tecnológicos e bioindústrias (Objetivo 7 – Ação 17). → ciencia-tecnologia/p25
[p. 605]
[b14732] (ciencia_tecnologia) • Programa Ciência–Tecnologia–Investimento (Objetivo 7 – Ação 16); → ciencia-tecnologia/p106
[b14735] (ciencia_tecnologia) • Integração com ICTs e universidades (Objetivo 5). → ciencia-tecnologia/p13
[b14740] (ciencia_tecnologia) • Falta de infraestrutura digital; Ações Mitigadoras
[b14741] (ciencia_tecnologia) • Conectividade estratégica (Objetivo 8 – Ação 18); → ciencia-tecnologia/p1
[b14742] (ciencia_tecnologia) • Parques tecnológicos e biofábricas (Objetivo 7 – Ação 17); → ciencia-tecnologia/p25
[b14743] (ciencia_tecnologia) • Digitalização total dos serviços (Objetivo 8 – Ação 18); → ciencia-tecnologia/p43
[b14744] (ciencia_tecnologia) • Expansão de laboratórios e centros de P&D (Objetivo 7 – Ação 16). → ciencia-tecnologia/p16
[b14745] (ciencia_tecnologia) Dimensão Tecnológica (T) Principais Riscos
[p. 1110]
[b26824] (ciencia_tecnologia) Inovação, Gestão e Desenvolvimento
[b26826] (ciencia_tecnologia) SEAS, UEA, Institutos Federais, AADESAM, SEDECTI
[p. 1137]
[b27449] (ciencia_tecnologia) Ao mesmo tempo, Ciência, Tecnologia e Inovação tornam-se instrumentos indispensáveis para enfrentar os desafios do século XXI. Nesse contexto, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) fortalece a produção do conhecimento científico, enquanto o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (CETAM) amplia a qualificação profissional e leva oportunidades ao interior. Complementando esse esforço, o programa Amazonas Digital e Inovador estabelece as bases para a transformação digital do Estado, modernizando a administração pública e ampliando a eficiência dos serviços.
[p. 1138]
[b27460] (ciencia_tecnologia) Ao longo destas páginas, o leitor também conhecerá programas estratégicos, como o Amazonas Digital e Inovador, primeiro plano decenal integrado de governo digital e transformação tecnológica concebido como política de Estado. Verá, ainda, o papel fundamental do CETAM e da FAPEAM neste novo Amazonas que planejamos construir.
[p. 1244]
[b29809] (ciencia_tecnologia) Diretrizes para compras e contratações de tecnologia
[b29810] (ciencia_tecnologia) • Termos de referência devem exigir interoperabilidade, APIs documentadas, exportação integral de dados, logs de auditoria e propriedade dos dados pelo Estado; → ciencia-tecnologia/p107
[b29811] (ciencia_tecnologia) • Contratações devem considerar custo total de propriedade: implantação, treinamento, conectividade, manutenção, suporte local, atualização, substituição de equipamentos e descontinuação; → ciencia-tecnologia/p108
[b29812] (ciencia_tecnologia) • Soluções devem ser testadas em piloto controlado antes da escala, com métricas de uso, aderência pedagógica, estabilidade técnica e custo por escola atendida; → ciencia-tecnologia/p109
[b29813] (ciencia_tecnologia) • Fornecedores devem demonstrar conformidade com a Lei Geral de Proteção de → ciencia-tecnologia/p11
[b29814] (ciencia_tecnologia) Dados Pessoais (LGPD), segurança da informação, acessibilidade, disponibilidade offline e suporte em territórios de difícil acesso; → ciencia-tecnologia/p11
[b29815] (ciencia_tecnologia) • Modelos algorítmicos usados para risco de evasão, aprendizagem crítica ou priorização de manutenção devem ser auditáveis e revisáveis pelo Estado. → ciencia-tecnologia/p42, ciencia-tecnologia/p160
[p. 1248]
[b29905] (ciencia_tecnologia) Exclusão digital reforçada e baixa efetividade de plataformas.
[b29906] (ciencia_tecnologia) Estratégia offline-first, CEME/AM, sincronização posterior, materiais desplugados e conectividade por prioridade territorial. → ciencia-tecnologia/p110
[b29920] (ciencia_tecnologia) Uso inadequado de IA ou dados pessoais
[b29921] (ciencia_tecnologia) Risco jurídico, discriminação, exposição de crianças e perda de confiança.
[b29922] (ciencia_tecnologia) Governança de IA, LGPD, auditoria de modelos, supervisão humana e relatórios de impacto. → ciencia-tecnologia/p42, ciencia-tecnologia/p160
[p. 1297]
[b30897] (ciencia_tecnologia) O Eixo Estruturante 4 enfrenta justamente esses gargalos de forma sistêmica, tendo a inovação tecnológica como ferramenta de impulsionamento da política pública. Por isso, o apoio às pesquisas aplicadas das Instituições de Ciência e Tecnologia do estado
[b30898] (ciencia_tecnologia) — públicas (UEA, INPA, UFAM, IFAM, FIOCRUZ, CBA etc.) e privadas —, bem como ao desenvolvimento de startups ambientais e tecnologias de ponta, como biotecnologia, nanotecnologia e bioinformática, pode gerar produtos e processos de alto valor agregado a partir da biodiversidade amazônica.
[p. 1305]
[b30995] (ciencia_tecnologia) Ativos estratégicos do Amazonas
[b30996] (ciencia_tecnologia) O Amazonas abriga algumas das mais importantes instituições brasileiras de pesquisa, formação e produção de conhecimento sobre a Amazônia. Apesar dessa extraordinária capacidade científica instalada, a articulação entre pesquisa, gestão pública e tomada de decisão ainda permanece limitada. O desafio estratégico consiste em fortalecer a conexão entre a produção científica e a formulação, execução e avaliação das políticas públicas ambientais, transformando conhecimento em capacidade permanente de gestão, monitoramento e tomada de decisão. •
[b30997] (ciencia_tecnologia) O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) é uma das principais referências mundiais em biodiversidade tropical, ecologia, mudanças ambientais e desenvolvimento sustentável na Amazônia; •
[b30998] (ciencia_tecnologia) A Universidade Federal do Amazonas (UFAM) forma, anualmente, centenas de profissionais em áreas relacionadas ao meio ambiente, recursos naturais, engenharia, biologia e gestão ambiental; •
[b30999] (ciencia_tecnologia) A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) desenvolve ações de educação ambiental por meio de programas de extensão, pesquisa, pós-graduação e publicações voltadas à preservação da Amazônia, à formação de professores e à conscientização das comunidades locais; •
[b31000] (ciencia_tecnologia) A Fiocruz Amazônia realiza pesquisas sobre as interações entre saúde humana, ambiente, biodiversidade e condições socioambientais da região.
[b31001] (ciencia_tecnologia) Revista Ciência e Sustentabilidade Amazonas:
[b31005] (ciencia_tecnologia) Este documento propõe a criação da Revista Ciência e Sustentabilidade Amazonas, estratégia de fortalecimento da produção, integração e difusão do conhecimento científico voltado ao desenvolvimento sustentável da Amazônia. Concebida como uma revista científica de alcance local, nacional e internacional, ela reunirá em um único espaço editorial a contribuição das instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, públicas e privadas, promovendo uma visão integrada entre ciência, gestão ambiental, inovação, educação e políticas públicas. → ciencia-tecnologia/p21
[b31006] (ciencia_tecnologia) Com editorial compartilhado entre universidades, institutos de pesquisa, centros tecnológicos, órgãos ambientais e instituições de ensino, a revista consolidará um modelo colaborativo de governança científica. Essa estrutura garantirá pluralidade, rigor metodológico e alinhamento às agendas prioritárias do Estado, como o uso racional dos recursos naturais e a diversificação de vetores econômicos, ampliando a capacidade de comunicar resultados relevantes tanto para a comunidade científica quanto para a sociedade. → ciencia-tecnologia/p21
[b31007] (ciencia_tecnologia) A publicação terá como missão informar e qualificar o debate público sobre os avanços da gestão ambiental, da pesquisa científica, do desenvolvimento tecnológico, da inovação e das políticas públicas ambientais, sempre utilizando linguagem acessível, para que as comunidades compreendam a importância do meio ambiente em seu cotidiano. → ciencia-tecnologia/p21
[p. 1306]
[b31010] (ciencia_tecnologia) Ao apresentar indicadores, análises, estudos de caso e resultados de programas governamentais, em espaço reservado ao Governo do Amazonas e às prefeituras municipais, a revista também contribuirá para a transparência, o controle social e o fortalecimento da tomada de decisão baseada em evidências, elementos essenciais para a consolidação de políticas ambientais integradas, eficazes e duradouras. → ciencia-tecnologia/p21
[b31011] (ciencia_tecnologia) A revista também se estabelecerá como um espaço qualificado para a publicação de artigos científicos, com foco especial em inovações tecnológicas escalonáveis para a área ambiental, soluções de monitoramento ambiental, bioeconomia, mudanças climáticas, gestão hídrica, restauração ecológica e tecnologias limpas aplicáveis à realidade amazônica. → ciencia-tecnologia/p21
[b31012] (ciencia_tecnologia) Um diferencial central da revista será a inclusão estruturada da Educação Ambiental como eixo temático permanente. A publicação abrirá espaço para estudos, metodologias, práticas pedagógicas, projetos escolares e pesquisas aplicadas voltados à formação de uma cultura socioambiental alinhada à Base Nacional Comum Curricular → ciencia-tecnologia/p21
[b31013] (ciencia_tecnologia) (BNCC) e às demandas contemporâneas de sustentabilidade. Dessa forma, contribuirá para aproximar ciência, educação e sociedade, fortalecendo a construção de uma cidadania ambiental ativa, crítica e informada. → ciencia-tecnologia/p21
[b31014] (ciencia_tecnologia) Ao adotar padrões editoriais compatíveis com periódicos de excelência, como revisão por pares, indexação progressiva em bases científicas, política de acesso aberto e critérios rigorosos de avaliação, a Revista Ciência e Sustentabilidade Amazonas buscará alcançar reconhecimento acadêmico crescente, obter classificação no sistema Qualis Periódicos da CAPES e ampliar sua projeção nacional e internacional. → ciencia-tecnologia/p21
[p. 1313]
[b31091] (ciencia_tecnologia) • O Plano da Ciência, Tecnologia e Inovação identificou que o extrativismo e os SAFs são pilares da economia local e que a CT&I constitui base fundamental para a restauração ambiental e a produção sustentável. A bioengenharia aplicada à recuperação de áreas degradadas, por meio da produção de mudas e sementes que poderão se tornar fontes de renda no futuro, representa uma forma de perpetuar esse modelo de desenvolvimento em diversas comunidades, valorizando o conhecimento tradicional como ativo estratégico para o manejo e a inovação. Portanto, a transição agropecuária sustentável dependerá de ciência aplicada, viveiros regionais, tecnologias de recomposição florestal e sistemas de monitoramento; → ciencia-tecnologia/p111
[p. 1319]
[b31177] (ciencia_tecnologia) 8. Integrar ciência, inovação, desenvolvimento econômico e educação ambiental ao projeto estratégico de desenvolvimento do Amazonas.
[p. 1322]
[b31205] (ciencia_tecnologia) • Ciência, inovação e tecnologia: substituir práticas empíricas não testadas por decisões baseadas em estudos com rigor metodológico. Adotar sensoriamento remoto, inteligência artificial e blockchain de rastreabilidade, além de apoiar de forma consistente as pesquisas dos institutos regionais;
[p. 1325]
[b31248] (ciencia_tecnologia) • Estruturar incubadoras e editais para startups da sociobiodiversidade amazônica: a bioeconomia em escala possui potencial para superar receitas de commodities com menor pegada ambiental. Para tanto, caberá ao Governo do Amazonas apoiar → ciencia-tecnologia/p33
[p. 1326]
[b31250] (ciencia_tecnologia) Parte 02. Plano Estratégico de Desenvolvimento a criação de incubadoras e startups voltadas ao desenvolvimento de tecnologias, produtos, processos e sistemas de monitoramento aplicados à sociobiodiversidade amazônica, impulsionando o crescimento da bioeconomia no Estado. → ciencia-tecnologia/p25
[p. 1328]
[b31281] (ciencia_tecnologia) • Ecossistema local de inovação consistente e em crescimento: existe no Amazonas, concentrado em Manaus, um ecossistema consolidado composto por Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) públicas e privadas, com e sem fins lucrativos, incubadoras e fontes de financiamento. Essa diversidade permitiu, por exemplo, o surgimento de startups agtech (tecnologias para a agricultura) e greentech (tecnologias ambientais). O ecossistema também conta com múltiplas fontes de financiamento, como os recursos da Lei de Informática da Zona Franca de Manaus, editais da FAPEAM e da FINEP, linhas do BNDES e Fundos de Investimento em Participações (FIPs).
[b31284] (ciencia_tecnologia) • Apagão digital: a baixa ou inexistente conectividade em vastas áreas do interior do
[b31285] (ciencia_tecnologia) Estado exclui comunidades dos sistemas de alerta, da telemedicina, dos serviços públicos digitais e das ferramentas de inteligência da segurança pública. Além disso, reduz a eficiência da fiscalização ambiental, em razão da demora na transmissão e no processamento das informações.
[b31286] (ciencia_tecnologia) • Grave déficit de analistas de dados, especialistas em sensoriamento remoto e engenheiros ambientais nos municípios: tecnologia sem capital humano qualificado para operá-la transforma-se em ativo ocioso. Essa lacuna é particularmente crítica nos municípios do interior.
[b31288] (ciencia_tecnologia) • Investimento estruturante em conectividade por meio de satélites de órbita baixa → ciencia-tecnologia/p2
[b31289] (ciencia_tecnologia) (LEO), como a Starlink, para monitoramento e sensoriamento das calhas dos rios: a conectividade é pré-requisito para todo o sistema de monitoramento ambiental, gestão pública e inclusão digital do interior. → ciencia-tecnologia/p112
[p. 1329]
[b31294] (ciencia_tecnologia) Quadro 4 - Paradoxo tecnológico do plano
[b31295] (ciencia_tecnologia) A digitalização integral do licenciamento ambiental convive com o apagão digital em vastas áreas do interior
[b31299] (ciencia_tecnologia) O Plano Estratégico de Desenvolvimento do Meio Ambiente do Amazonas avança decisivamente na governança digital do meio ambiente, com sistemas integrados, licenciamento eletrônico modernizado, dashboards públicos, sensoriamento remoto, inteligência artificial aplicada a imagens de satélite e outros recursos, mas, em grande parte do interior, simplesmente não há conexão à internet disponível com qualidade e estabilidade suficientes. Sem conectividade nas pontas, a digitalização do Amazonas vira ferramenta de exclusão. São frentes de ação para resolver esse paradoxo: •
[b31300] (ciencia_tecnologia) Satélites LEO: investimento estruturante em conectividade via constelações de baixa órbita (StarLink e similares) para todas as calhas dos rios; • → ciencia-tecnologia/p112
[b31301] (ciencia_tecnologia) Postos digitais ambientais: instalação de pontos físicos de acesso ao IPAAM nas sedes municipais, com servidor presencial qualificado ou serviço local conveniado; • → ciencia-tecnologia/p113
[b31302] (ciencia_tecnologia) Modo offline-first: sistemas estaduais ambientais devem operar com sincronização posterior, permitindo trabalho de campo sem conexão permanente; • → ciencia-tecnologia/p110
[b31303] (ciencia_tecnologia) Inclusão digital indígena: protocolos específicos para acesso digital às terras indígenas, respeitando a Convenção 169/OIT de modo a proteger seus territórios e garantir a participação efetiva nas decisões que os afetam. → ciencia-tecnologia/p10
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[b31345] (ciencia_tecnologia) • INPA, UFAM e Fiocruz Amazônia como referências mundiais de pesquisa biológica sediadas em Manaus: o ecossistema científico de classe mundial pode transformar biodiversidade em escala de produção, com vistas ao mercado interno brasileiro e ao mercado de exportação.
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[b31462] (ciencia_tecnologia) • Acesso aos sistemas PRODES/DETER/INPE que permitem monitoramento remoto e georreferenciamento;
[b31463] (ciencia_tecnologia) • Ecossistema local de inovação consistente e em crescimento, com investimentos em startups de agtech e green-tech em Manaus;
[b31464] (ciencia_tecnologia) • Aplicações de IoT e IA para detecção de desmates ilegais antes de se consolidarem.
[b31466] (ciencia_tecnologia) • Baixa conectividade no interior;
[b31467] (ciencia_tecnologia) • Grave déficit de analistas de dados, fiscais de sensoriamento remoto e engenheiros ambientais atuando nos municípios;
[b31468] (ciencia_tecnologia) • Quadro técnico insuficiente nos órgãos ambientais para fiscalização de campo e acompanhamento de processos administrativos;
[b31469] (ciencia_tecnologia) • Falta de integração dos sistemas estaduais com os sistemas municipais e federais.
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[b31473] (ciencia_tecnologia) • Implantar conectividade via satélites LEO (starlink) e modo offline-first que permita trabalho de campo sem conexão permanente; → ciencia-tecnologia/p2
[b31474] (ciencia_tecnologia) • Utilizar drones e satélites no monitoramento; → ciencia-tecnologia/p114
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