Dados, soberania digital e governo Aplicar tecnologia e dados na gestão pública para servir ao cidadão. Assegurar a soberania do estado sobre seus dados e plataformas, com proteção da privacidade, regras públicas para o uso de inteligência artificial no governo e tecnologia contratada para servir ao cidadão, sem dependências caras e opacas. Garantir a soberania do estado sobre seus dados e plataformas, com proteção da privacidade e contratação de tecnologia que evite dependência de fornecedores
Ecossistema de inovação e startups Atrair empresas nacionais e internacionais e seus centros de pesquisa e desenvolvimento para o estado Fomentar startups, empresas de tecnologia e centros privados de pesquisa e desenvolvimento no estado. Disputar investimentos ligados à inteligência artificial, incluindo data centers movidos a energia limpa, apoiando o ecossistema de startups com regras estáveis, ambientes de teste e formação de talentos em escala.
Criar uma rede estadual de hubs de inovação organizada em trilhas tecnológicas regionais, com temas definidos por vocação produtiva de cada território e inspiração em ecossistemas internacionais Apoiar pequenas e médias empresas no acesso a equipamentos, tecnologia, pesquisa e financiamento para inovação Usar desafios e demandas do governo e do setor produtivo como encomendas para desenvolver, testar e validar novas soluções tecnológicas Criar polo de inovação em tecnologia da saúde, com desenvolvimento de dispositivos e equipamentos médicos, diagnóstico, inteligência artificial clínica, saúde digital e telemedicina a partir das necessidades de hospitais e profissionais de saúde Criar polo de inovação em design e manufatura avançada (design digital, CAD 3D, novos materiais, prototipagem rápida e pequenas séries) para desenvolvimento de produtos e marcas em polo produtivo tradicional
Infraestrutura de pesquisa e computação
Construir um supercomputador estadual de classe Exaflop, integrado a uma infraestrutura digital de armazenamento, transmissão e proteção de dados, disponível a governo, universidades, institutos e setor privado Aplicar a capacidade de supercomputação em políticas públicas setoriais, como saúde e medicina de precisão, previsão climática e hídrica, segurança pública, mobilidade e planejamento urbano e indústria 4.0
Instituições de pesquisa e formação Formar talentos nas áreas de tecnologia para sustentar a economia do conhecimento Desenvolver, com as Fatecs e Etecs, formação técnica e tecnológica ajustada às necessidades de cada polo de inovação, integrando a formação de pessoas ao ciclo de pesquisa, desenvolvimento e produção.
Fortalecer e valorizar as instituições estaduais de pesquisa e fomento, como FAPESP, IPT, IPA e APTA, articulando-as ao desenvolvimento econômico e social Conectar universidades e institutos públicos de pesquisa ao setor produtivo para transformar conhecimento científico em produtos, patentes e empresas Adequar a formação técnica e tecnológica das Fatecs e Etecs às necessidades específicas de cada polo de inovação
Inteligência artificial Posicionar o estado como polo de inteligência artificial, com infraestrutura e pesquisa no setor Criar infraestrutura digital estratégica estadual, com supercomputação e capacidade própria de treinar grandes modelos de inteligência artificial, e polos de GovTech e FinTech, tornando São Paulo referência mundial em pesquisa e inovação. Disseminar o uso de inteligência artificial na economia real, elevando a produtividade da indústria, do agro, do comércio e dos serviços, inclusive de pequenos negócios Definir regras públicas e ambientes regulatórios de teste para o uso seguro de inteligência artificial
Desenvolver capacidade própria do estado para treinar grandes modelos de inteligência artificial, incluindo modelos de linguagem especializados
Pesquisa aplicada a setores
Ampliar a pesquisa e a inovação científica e tecnológica no agronegócio, incluindo melhoramento genético, manejo do solo, sanidade vegetal e animal e inovação em produtos alimentícios Atrair empresas e startups de tecnologia para o esporte e a indústria criativa, com pesquisa própria e fomento a eventos de esportes eletrônicos Criar polo de tecnologia esportiva com pesquisa em biomecânica, wearables, ciência de dados, novos materiais, equipamentos esportivos, análise de performance e prevenção de lesões para modalidades olímpicas e paralímpicas Criar polo de bioeconomia da Mata Atlântica, com bioprospecção e biotecnologia para desenvolver ingredientes, bioativos, cosméticos, alimentos funcionais, biomateriais, bioinsumos e aplicações farmacêuticas