Aeroportos e aviação regional Ampliar e modernizar os aeroportos e aeródromos regionais do Estado Criar incentivos para ampliar a oferta de voos regionais Expandir parcerias para investimentos em infraestrutura logística, com incentivos à aviação regional. Articular junto aos órgãos federais de aviação civil a captação de recursos para obras aeroportuárias Ferrovias Atuar pela recuperação, nova concessão e modernização da Malha Oeste e pela integração ferroviária do Estado Fortalecer a integração intermodal da logística, envolvendo terminais e a malha ferroviária. Ampliar terminais intermodais e atuar politicamente pela recuperação da Malha Oeste, com integração logística e conexão produtiva regional. Integrar os portos de Corumbá, Ladário e Porto Murtinho às redes rodoviária e ferroviária e estruturar conexões eficientes entre rodovias, ferrovia, hidrovia, portos e terminais. Financiamento da infraestrutura Manter a conservação da malha viária estadual com recursos do FUNDERSUL. Meta no programa conservação viária: ~R$ 1 bi/ano Garantir por lei que 100% dos recursos do FUNDERSUL sejam aplicados apenas em pavimentação, manutenção, sinalização e recuperação de rodovias estaduais e estradas vicinais, com comitê gestor paritário deliberativo. Tratar a recuperação e conservação da malha rodoviária como obrigação permanente do Estado, com manutenção preventiva de pavimentos, pontes, drenagem e sinalização, e direcionar os recursos do Fundersul exclusivamente à infraestrutura e logística. Ampliar parcerias para investimentos em infraestrutura logística Financiar a infraestrutura com maior uso de recursos próprios, planejamento plurianual, fundos de infraestrutura e parcerias estratégicas com controle público, reduzindo a dependência do endividamento. Ampliar o uso de recursos próprios no financiamento da infraestrutura Resgatar os instrumentos de financiamento próprio do Estado e assegurar que os recursos arrecadados do setor produtivo retornem integralmente como investimentos estruturais. Destinar integralmente os recursos do FUNDERSUL à infraestrutura viária e logística, vedando outros usos Meta no programa recursos do FUNDERSUL: 100% aplicados em rodovias e vicinais Criar comitê gestor paritário do FUNDERSUL, com assentos deliberativos para entidades do setor produtivo
Definir a fonte de custeio substituta do FUNDERSUL diante da reforma tributária, vinculada à manutenção viária Financiar as obras de infraestrutura por meio de crédito (BNDES/BIRD), concessões e recursos do Novo PAC Destinar investimento (CAPEX) da ordem de R$ 300-600 milhões para restauração e pontes e de R$ 1-2 bilhões para pavimentação priorizada Financiar infraestrutura e tecnologia em saúde e segurança com capital/crédito e cerca de R$ 0,2 bilhão por ano
Gestão e transparência das obras Promover um ciclo estadual de investimentos e manutenção em infraestrutura. Garantir o custeio da conservação viária antes de novas pavimentações, definindo a fonte substituta do Fundersul, restaurando corredores degradados e consolidando a manutenção sustentável. Executar novo ciclo de investimentos em infraestrutura logística, consolidando corredores estratégicos, ampliando pavimentação e adotando modelos modernos de gestão e conservação. Implantar política permanente de manutenção da infraestrutura, com manutenção preventiva, recuperação estrutural, gestão de ativos e financiamento equilibrado, superando o modelo de grandes obras emergenciais. Iniciar obras de enfrentamento dos principais gargalos de infraestrutura. Substituir de forma faseada as pontes de madeira por pontes de concreto, priorizando eixos de escoamento e de acesso à saúde, restaurar corredores degradados antes de pavimentar e pavimentar trechos de leito natural que ligam municípios a polos de saúde e escoamento. Usar tecnologia (drones, georreferenciamento, monitoramento digital) na fiscalização da execução das obras Fiscalizar as obras públicas, com controle da execução e do prazo. Modernizar a gestão das obras públicas com transparência em tempo real, controle digital da execução e fiscalização tecnológica, reduzindo atrasos e combatendo o desperdício. Criar sistema público de monitoramento das obras, com dados abertos, georreferenciamento e acompanhamento físico e financeiro Criar painel público de obras para acompanhar os investimentos em estradas e infraestrutura. Monitorar digitalmente a execução das obras, com drones e georreferenciamento, e fiscalizar por desempenho, acompanhando prazo, custo, qualidade e execução física.
Dar continuidade às obras já em andamento que tenham viabilidade técnica e interesse público Expandir simultaneamente as frentes de obras nas nove regiões do Estado, ampliando o volume de investimentos e entregas Concluir as obras prioritárias até o fim do mandato e manter uma carteira de projetos prontos para garantir a continuidade dos investimentos
Hidrovias e portos Modernizar e ampliar a infraestrutura portuária estadual Modernizar e ampliar o uso das hidrovias e a infraestrutura portuária, em articulação com o Governo Federal para fortalecer a hidrovia do Rio Paraguai, com logística sustentável e integração regional sul-americana Instituir programa estadual de desenvolvimento hidroviário, com incentivo à instalação de Terminais de Uso Privado Transformar Porto Murtinho no principal hub portuário do Centro-Oeste, com acessos terrestres e infraestrutura de atracação Fomentar PPPs para criação de retroáreas portuárias de armazenagem de grãos, combustíveis e fertilizantes Estimular o transporte de cabotagem e simplificar a integração aduaneira e sanitária com os países vizinhos Implementar monitoramento digital e gestão de tráfego hidroviário para aumentar a segurança da navegação
Mobilidade urbana Executar obras de drenagem urbana, combate a erosões e prevenção de enchentes. Criar o Programa Cidades Resilientes MS, em parceria com o Novo PAC federal, para viabilizar obras de drenagem urbana, combate a erosões, prevenção de enchentes, infraestrutura climática e mobilidade urbana sustentável.
Exigir estudo técnico comparativo de modelos de transporte coletivo (vans, aplicativos, VLT, concorrência) antes de renovar a concessão
Ampliar a pavimentação urbana nos municípios, com drenagem, calçadas acessíveis e prioridade para áreas de maior déficit Executar contornos, variantes, viadutos e dispositivos viários para separar o tráfego de cargas da circulação urbana Melhorar a mobilidade e os acessos a hospitais, unidades de saúde, escolas e equipamentos públicos
Planejamento e logística multimodal Fortalecer a integração multimodal entre rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos e terminais Consolidar e conectar os grandes projetos de obras entre si para melhorar mobilidade, logística e serviços públicos Elaborar e implementar um plano estadual integrado de logística e transportes Melhorar os acessos e a conectividade entre polos produtivos, distritos industriais e mercados consumidores Integrar infraestrutura e desenvolvimento econômico, priorizando obras voltadas à agroindustrialização, à bioeconomia, à logística de exportação, à industrialização regional e à economia verde. Implantar centros logísticos, portos secos e polos de serviços de armazenagem e distribuição Construir a política estadual de infraestrutura em diálogo formal com entidades do setor produtivo e com os municípios
Incorporar tecnologias digitais, georreferenciamento e gestão por dados à operação e manutenção dos corredores logísticos
Pontes Executar programa de substituição das pontes e estruturas precárias Recuperar, substituir e modernizar pontes prioritárias, começando pelas estruturas em situação crítica e pelas rotas estratégicas de produção, transporte escolar e acesso à saúde. Apoiar os municípios, com convênios, projetos e recursos, na recuperação de pontes de estradas vicinais estratégicas
Mapear as pontes críticas do Estado nos primeiros 90 dias e publicar plano de intervenção com prioridades e cronograma Padronizar projetos de pontes para reduzir custos, acelerar contratações e diminuir aditivos
Rodovias e pavimentação Executar um programa estadual de pavimentação, recuperação e expansão da malha rodoviária estadual Meta no programa malha pavimentada: mais de 50% de rodovias pavimentadas Priorizar as rodovias estaduais. Ampliar a malha rodoviária estadual pavimentada, superando 50% de rodovias pavimentadas, e consolidar corredores logísticos estratégicos de integração regional. Criar o Plano Estadual de Pavimentação Rodoviário, com duplicação das principais rodovias estaduais, e priorizar investimentos em regiões menos atendidas, municípios pequenos, fronteira e estradas rurais. Instituir política de conservação e manutenção da infraestrutura rodoviária existente. Implantar modelos modernos de gestão e conservação da infraestrutura de transportes, no âmbito do Programa Estadual de Logística e Transportes (PELT). Promover a recuperação de estradas vicinais e rurais. Revitalizar a sinalização e ampliar os dispositivos de segurança viária (drenagem, acostamentos) da malha rodoviária Executar duplicações, terceiras faixas, contornos e anéis viários em corredores críticos Definir prioridades de obras por critérios. Definir prioridades de pavimentação e manutenção por critérios técnicos de escoamento produtivo e acesso à saúde, começando pelos 39 trechos de terra que ligam municípios habitados e privilegiando a restauração antes da pavimentação nova. Priorizar obras de infraestrutura por critérios de redução das desigualdades regionais, contemplando regiões historicamente menos atendidas, municípios pequenos, fronteira, estradas rurais e integração regional. Investir em novos materiais e tecnologias de pavimentação Investir em pesquisa de pavimentação com materiais alternativos, visando reduzir custos das obras. Fixar meta pública quantificada de expansão da malha rodoviária pavimentada Meta no programa malha pavimentada: mais de 50% de rodovias pavimentadas Fiscalizar as concessões rodoviárias. Cobrar das concessionárias rodoviárias as contrapartidas de duplicação nos prazos previstos e transparência nos contratos. Acompanhar a concessão e os serviços da empresa vencedora da licitação da BR-163, diante dos valores elevados do pedágio. Priorizar rotas de acesso à saúde e de escoamento da produção na escolha dos trechos. Criar o Programa Estadual de Estradas Rurais e Pontes, voltado à recuperação permanente, à pavimentação estratégica, à substituição de pontes precárias, ao apoio à agricultura familiar, à melhoria do transporte escolar e à integração da produção regional. Ampliar a resiliência climática da infraestrutura viária e logística Revitalizar as 17 residências regionais da AGESUL, recompondo corpo técnico e meios de execução Mapear os fluxos de carga do Estado para eliminar gargalos de escoamento e reduzir custos
Firmar parceria com o Governo Federal para duplicação e terceiras faixas em rodovias federais do Estado (BR-060 e BR-262) Priorizar investimentos viários em regiões historicamente menos atendidas, pequenos municípios e faixa de fronteira, para reduzir desigualdades regionais
Adotar contratos de manutenção rodoviária por desempenho, substituindo o modelo de tapa-buraco Adotar projetos executivos completos e previamente estruturados antes da contratação das obras
Rota Bioceânica e fronteira Fortalecer a infraestrutura de fronteira e as estruturas aduaneiras. Estruturar o Centro Unificado de Fronteira e ampliar a integração aduaneira com Bolívia, Paraguai e Argentina, simplificando trâmites fiscais e sanitários nos portos de fronteira. Integrar estruturas aduaneiras aos corredores logísticos do Estado, eliminando gargalos e ampliando a capacidade operacional, com novas conexões que alcancem as fronteiras. Garantir a conclusão dos acessos e estruturas de apoio da Rota Bioceânica (alça da BR-267, contorno de Porto Murtinho e pátio aduaneiro)