Aviação regional Reformar, equipar e manter aeroportos e aeródromos em polos regionais Reformar e equipar aeroportos em polos regionais.
Condicionar incentivos a voos regionais a metas de frequência, ocupação, preço e permanência da rota
Incentivar a ampliação de voos regionais com redução de ICMS sobre o combustível de aviação para empresas que aumentem a oferta Articular a ampliação do terminal e da área de cargas do Aeroporto Marechal Rondon, com voos internacionais, transformando Cuiabá em hub logístico aéreo
Concessões e financiamento
Dar continuidade às obras de duplicação, manutenção e modernização da BR-163 sob gestão da concessão estadual
Conceder lotes de rodovias estaduais à iniciativa privada para duplicação, terceiras faixas e pontes de concreto Duplicar 400 km de rodovias estaduais estratégicas no período de governo Revisar o marco regulatório estadual de concessões e PPPs e realizar roadshows nacionais e internacionais para atrair investidores Vincular os recursos do FETHAB exclusivamente à manutenção de rodovias não concedidas e às contraprestações de PPPs, buscando crédito de longo prazo em BNDES, Banco Mundial e BID Atribuir a coordenação da política logística à SINFRA, em parceria com a SEDEC e a AGER, com emissão de licenças pela SEMA em prazo definido
Conectividade e energia no interior Tratar energia elétrica e internet no interior como infraestrutura básica, com eletrificação rural e ampliação da conectividade digital nos municípios
Exigir nos editais de concessão rodoviária a instalação de fibra óptica e cobertura móvel 4G/5G em toda a extensão das rodovias concedidas, com meta de 100% de cobertura
Ferrovias Garantir a continuidade da implantação da primeira ferrovia estadual Fiscalizar e apoiar a execução da primeira ferrovia estadual, ligando Rondonópolis a Cuiabá e a Lucas do Rio Verde. Articular junto à União e demais instâncias medidas relativas à Ferrogrão (Sinop–Miritituba) Atuar política e tecnicamente junto ao Governo Federal, ao STF e ao Ministério dos Transportes para destravar o licenciamento ambiental da Ferrogrão (EF-170). Articular a celeridade das obras da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) e sua conexão com a malha nacional Definir traçado, responsabilidades e prazos das ferrovias estaduais com prestação de contas trimestral sobre o avanço físico
Proteger faixas de domínio, organizar acessos e exigir que a expansão ferroviária gere concorrência, carga de retorno e redução de frete
Fixar metas de expansão da malha ferroviária estadual (250 km ampliados e 150 km de trilhos entregues no período) Realizar estudos de viabilidade (EVTEA) para linhas ferroviárias de média velocidade de transporte regional de passageiros
Gestão e transparência das obras Manter painel público de acompanhamento das obras, com situação física e financeira. Manter painel público de acompanhamento das obras de pavimentação, aberto a qualquer cidadão, com cronograma divulgado. Condicionar novas obras a projeto executivo, análise ambiental, orçamento independente e responsável definido pela operação e manutenção Exigir, para cada nova obra de infraestrutura, projeto executivo, análise ambiental, orçamento independente e responsável definido pela operação e manutenção, com fiscalização e avaliação do serviço após a entrega. Fazer inventário público das obras estaduais paradas, com motivo, custo já gasto e decisão de retomada, antes de anunciar obras novas Estabelecer articulação interfederativa permanente com definição transparente das responsabilidades da União, do Estado e dos municípios
Despriorizar novas expansões enquanto obras entregues estiverem sem manutenção ou fora de funcionamento Criar pacto entre Estado e municípios com metas de infraestrutura por localidade, lista pública do que falta, prazo, custo e responsável pela manutenção Mapear e monitorar indicadores de acesso (tempo até saúde e educação, dias de isolamento, energia, água e conectividade) por município
Hidrovias Viabilizar a Hidrovia do Rio Paraguai. Incorporar a Hidrovia do Paraguai à rede de transportes, com sinalização, monitoramento hidrológico, proteção ambiental e governança com os países da Bacia do Prata, condicionada à demonstração de navegabilidade e demanda. Condicionar a expansão hidroviária à proteção ambiental, ao monitoramento hidrológico e à governança com os países da bacia Consolidar Cáceres como porta fluvial do Estado. Planejar Cáceres como porta fluvial de Mato Grosso.
Realizar estudos de viabilidade ambiental para o aproveitamento hidroviário do Rio Teles Pires
Investir em rampas públicas e sinalização náutica em rios com vocação turística
Logística intermodal e terminais Implantar terminais intermodais de transbordo conectados aos eixos ferroviários. Instalar terminais intermodais onde houver produção, consumo, ferrovia, hidrovia e acesso rodoviário, com o Estado organizando áreas, acessos, licenças e padrões de operação. Integrar os polos industriais à malha de transporte de alta capacidade, aproveitando os terminais da primeira ferrovia estadual entre Rondonópolis, Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde. Transformar a matriz logística estadual, ampliando a participação dos modais ferroviário e hidroviário e reduzindo o custo logístico por tonelada transportada. Conectar a malha ferroviária de Rondonópolis a Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, integrando-a à malha rodoviária para reduzir fretes.
Criar um plano estadual multimodal com carteira integrada de rodovias, ferrovias, hidrovias, aeroportos, portos secos e terminais Planejar a logística também para o fluxo de entrada (fertilizantes, insumos, máquinas e industrializados), exigindo carga de retorno nos terminais Delegar a operação dos terminais a empresas especializadas por contratos transparentes, com metas de tempo e preço, acesso não discriminatório e fiscalização pública Publicar painel de desempenho logístico com custo por tonelada, tempo de viagem, filas de transbordo, interrupções e preço do frete por corredor
Mobilidade urbana Retomar a mobilidade estruturante de Cuiabá e Várzea Grande com cronograma público e marcos trimestrais
Apoiar os municípios na melhoria da circulação e da mobilidade urbana
Rodovias e pontes Ampliar a pavimentação de rodovias estaduais prioritárias Criar programa estadual de substituição das pontes de madeira por estruturas definitivas de concreto Manter programa permanente de manutenção de pontes, drenagem e sinalização viária Garantir trafegabilidade contínua das travessias para carga pesada, transporte escolar e ambulâncias. Executar plano viário com manutenção preventiva, pontes, drenagem, sinalização, pesagem, segurança viária, acessos aos terminais e rotas permanentes para serviços públicos. Implantar aduelas pré-moldadas nas travessias, com critérios técnicos de drenagem e capacidade hidráulica Substituir de forma integral e sistemática as pontes de madeira remanescentes por estruturas definitivas de concreto e aduelas pré-moldadas. Definir a prioridade de pavimentação pelo estado crítico dos trechos, com cronograma divulgado
Adotar critérios públicos de seleção de obras viárias combinando população atendida, acesso a saúde e educação, risco de isolamento, tráfego e custo de manutenção Reservar R$ 1 bilhão por ano para carteira de infraestrutura definida com apontamento de produtores, cooperativas, transportadores, municípios e comunidades
Priorizar a pavimentação dos eixos que ligam as regiões Noroeste, Nordeste e Sudoeste aos corredores de exportação
Incentivar consórcios e associações intermunicipais, com produção, comércio e indústria, para a gestão de trechos rodoviários Construir anéis viários e contornos rodoviários em polos regionais com tráfego pesado intenso Modernizar o sistema de pesagem e fiscalização com balanças dinâmicas e monitoramento eletrônico em pontos estratégicos Estabelecer padrões de projeto rodoviário compatíveis com o tráfego e as cargas praticadas no Estado Articular a estadualização e a pavimentação do corredor Leste–Oeste (BR-242 entre Santiago do Norte e Gaúcha do Norte e MT-457 até a MT-020) Garantir padrão de qualidade nas estradas de acesso aos pontos turísticos