Atenção especializada e diagnóstico Ampliar o acesso à reabilitação física, cognitiva e funcional Ampliar a atenção especializada ambulatorial e de diagnóstico com organização regional (policlínicas, centros especializados e serviços de reabilitação) Organizar a atenção oncológica de forma integrada em rede. Organizar linha integrada de cuidado para pessoas com doenças raras Ampliar serviços de alta complexidade hoje inexistentes ou insuficientes no DF, incluindo transplantes
Implantar centro distrital de diagnóstico e imagem
Atenção primária Fortalecer a Atenção Primária à Saúde. Fortalecer a Atenção Primária ampliando as Unidades Básicas de Saúde e qualificando o atendimento com equipes multidisciplinares, incluindo assistência farmacêutica e atendimento domiciliar. Transformar progressivamente as Unidades Básicas de Saúde em UBS Plena, com protocolos assistenciais, ferramentas digitais, telemedicina e apoio remoto de especialistas, e funcionamento noturno e em fins de semana em regiões prioritárias. Ampliar a cobertura de saúde bucal na rede pública Meta no programa cobertura de saúde bucal: 75% das ESF Meta no programa equipes de saúde bucal: 70% das ESF, cerca de 770 Fortalecer o acompanhamento contínuo das pessoas com doenças crônicas pela Atenção Primária Ampliar a cobertura da Estratégia Saúde da Família e integrar o cuidado das condições crônicas na Atenção Primária, reduzindo em 20% as internações por condições sensíveis a esse nível de atenção. Fortalecer a Atenção Primária com mais equipes de Saúde da Família e atendimento multiprofissional, garantindo prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento das doenças crônicas. Ampliar a rede de Unidades Básicas de Saúde. Ampliar a cobertura da Atenção Primária (Estratégia Saúde da Família) Meta no programa cobertura da ESF: 85% até 2030 Ampliar a cobertura real da Estratégia Saúde da Família para 85% até 2030. Priorizar a expansão da Atenção Primária nos territórios mais vulneráveis Estender o horário de funcionamento das unidades básicas, incluindo noites e fins de semana Usar a proximidade das equipes de Atenção Primária com as famílias para identificar vulnerabilidades e conectar os usuários às demais políticas de proteção social Criar uma rede permanente de identificação de sinais de risco, busca ativa e acompanhamento das pessoas em maior vulnerabilidade, articulando saúde, educação e assistência social. Levar equipe de Saúde da Família de referência a distância caminhável para toda família do DF, ampliando de cerca de 600 para 1.100 equipes, com prioridade a Sol Nascente, Estrutural, Itapoã e Paranoá.
Transformar as UBS em unidades resolutivas com exames, protocolos, ferramentas digitais e apoio remoto de especialistas
Filas e regulação Reduzir as filas de consultas, exames e cirurgias com regulação qualificada e gestão ativa da demanda Implantar fila única integrada e transparente, com acompanhamento público da espera. Criar fila única regulada em central única, com mutirão permanente de consultas, exames e cirurgias usando capacidade ociosa das redes pública, privada e filantrópica, e painel público de tempos de espera por procedimento, especialidade e região administrativa. Realizar mutirões de consultas, exames e cirurgias, com contratação complementar quando necessário Realizar mutirões de consultas, exames e cirurgias quando necessários, com ampliação de turnos e contratação complementar regulada caso a capacidade pública não baste. Realizar mutirões emergenciais orientados por dados, critérios clínicos e demanda regulada, com uso coordenado da capacidade dos serviços públicos, complementares e contratualizados. Reduzir faltas e cancelamentos com busca ativa, confirmação antecipada e reaproveitamento de vagas Fixar metas numéricas de redução da fila cirúrgica eletiva Meta no programa fila de cirurgias eletivas: reduzir até 70% em 24 meses Meta no programa tempo médio cirurgia eletiva: de 254 para 180 dias Auditar a demanda reprimida e as filas como base para o plano de redução da espera
Ampliar a oferta de cirurgias eletivas por meio de programa específico de mutirão cirúrgico do governo distrital
Estabelecer prazo máximo de 30 dias para consulta com especialista e exame
Financiamento e cooperação federativa Aderir aos programas e ao cofinanciamento federal da saúde. Expandir a rede de saúde de forma gradual, priorizando vulnerabilidade, impacto sanitário e capacidade de financiamento, com aproveitamento dos programas e recursos do Ministério da Saúde.
Recompor o investimento próprio do Tesouro distrital na saúde Pactuar com a União e com Goiás o cofinanciamento do atendimento à população do Entorno atendida pelo SUS-DF Meta no programa moradores do Entorno cobertos: cerca de 1,2 milhão de pessoas
Gestão do IGES-DF Auditar contratos, compras e resultados do IGES-DF e ampliar transparência e fiscalização sobre o instituto
Condicionar a permanência do modelo IGES-DF à demonstração de resultados, com novo contrato de gestão, metas e seleção pública de pessoal
Devolver à Secretaria de Saúde o comando direto dos hospitais e UPAs hoje geridos pelo IGES-DF, com plano de transição
Integração da rede e jornada do paciente Organizar o SUS distrital como rede regional integrada. Meta no programa posição da rede pública: DF entre as 3 melhores do país Organizar policlínicas, CAPS, reabilitação, oncologia, trauma e saúde mental em redes regionais integradas, com atendimento regionalizado e Atenção Primária fortalecida. Reorganizar a rede hospitalar por regiões de saúde, definindo o papel de cada unidade, com regulação única e prontuário único. Medicamentos e assistência farmacêutica Fortalecer a assistência farmacêutica. Ampliar a entrega domiciliar de medicamentos de uso contínuo para públicos elegíveis Pessoa idosa e atenção domiciliar Ampliar e qualificar o atendimento domiciliar para idosos, pessoas com deficiência, doenças crônicas e limitação de mobilidade Estruturar rede integrada de cuidado ao envelhecimento, articulando Atenção Primária, especialidades, reabilitação e convivência comunitária Criar hospital de referência especializado no atendimento à pessoa idosa Pessoas com deficiência e neurodivergentes Organizar linha de cuidado para pessoas neurodivergentes. Criar rede integrada de prevenção, identificação precoce, diagnóstico, intervenção especializada e apoio às famílias para o desenvolvimento emocional e o neurodesenvolvimento de crianças e adolescentes, articulando escola, UBS e equipes especializadas. Implantar o Hospital da Criança como topo da rede de atenção à infância, com o autismo e outras condições do desenvolvimento como linha prioritária para reduzir a espera em neuropediatria.
Garantir acessibilidade física e comunicacional nos serviços de saúde e qualificar profissionais para atendimento inclusivo
Profissionais de saúde Investir em formação continuada e educação permanente dos profissionais de saúde Repor e dimensionar a força de trabalho da saúde por meio de concursos públicos e convocação de aprovados Melhorar a distribuição dos profissionais de saúde na rede pública Planejar a reposição de profissionais de saúde e adotar estratégias para ampliar a disponibilidade de especialistas nas regiões com maior necessidade. Reestruturar as carreiras e a remuneração dos profissionais de saúde. Reestruturar as carreiras da saúde com valorização salarial e repor profissionais por meio de concursos públicos. Promover a saúde ocupacional e mental dos trabalhadores da saúde e melhorar suas condições de trabalho. Fortalecer as condições de trabalho dos profissionais da saúde, com desenvolvimento profissional, melhor gestão de pessoas e distribuição mais equilibrada das equipes na rede pública. Implantar programa permanente de saúde mental do servidor, reduzindo o absenteísmo de 9,5% para menos de 5%. Garantir condições adequadas de trabalho aos servidores da saúde, com valorização e formação continuada. Rede hospitalar e infraestrutura Reorganizar a rede hospitalar. Reorganizar a rede de saúde como sistema regional integrado, organizando policlínicas e serviços especializados em redes regionais, com a Atenção Primária como porta de entrada e coordenadora do cuidado. Organizar e expandir a rede de alta complexidade, definindo vocações assistenciais para os hospitais e ampliando a capacidade instalada quando necessário. Fortalecer a rede hospitalar para internações, cirurgias e tratamentos de maior complexidade, articulando os hospitais às demais unidades do SUS. Recuperar e modernizar os equipamentos da rede pública de saúde Meta no programa equipamentos com manutenção: 100% da rede Recuperar a infraestrutura e os equipamentos da rede pública de saúde. Entregar novos hospitais no DF, entre eles o Hospital Oncológico (do Câncer). Meta no programa leitos contratados a entregar: cerca de 360 leitos Ampliar a infraestrutura hospitalar do DF com a construção do Novo Hospital da Ceilândia e do Hospital do Câncer (SAIN). Melhorar a gestão de leitos e os fluxos hospitalares, reduzindo permanências e esperas desnecessárias. Implantar terceiro turno cirúrgico e usar a capacidade ociosa, com equipe cirúrgica completa, contrato permanente de órteses, próteses e materiais especiais e fluxo garantido de insumos, elevando a utilização dos centros cirúrgicos acima dos atuais 30%, e ampliar leitos apenas com pessoal correspondente. Construir novas UPAs. Meta no programa novas UPAs: 7 unidades Meta no programa UPAs concluídas: 7 UPAs; rede de 13 para 20 Construir 7 novas UPAs em Águas Claras, Água Quente, Guará 2, Taguatinga, Estrutural, Arapoanga e Ceilândia.
Recompor e ampliar os leitos SUS, com prioridade para UTI adulta, pediátrica e neonatal Meta no programa leitos SUS recompostos: cerca de 2 mil em quatro anos Executar plano de reforma das unidades hospitalares existentes, com levantamento estrutural, cronograma e orçamento públicos
Saúde da mulher e materno-infantil Fortalecer a atenção integral à saúde da mulher em todas as fases da vida, com prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce Fortalecer o pré-natal, o parto e o puerpério com acompanhamento contínuo das gestantes. Meta no programa captação de gestantes: 90% até a 12ª semana Fortalecer o pré-natal, a assistência ao parto e ao puerpério e o acompanhamento da criança desde os primeiros dias, integrando maternidades, pediatria, vacinação e atenção primária. Criar centro ou hospital de referência especializado na saúde da mulher Ampliar o acesso ao planejamento reprodutivo, métodos contraceptivos e fertilidade assistida na rede pública Garantir acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil com identificação precoce de alterações e integração entre saúde, educação e assistência social
Criar benefício financeiro condicionado ao pré-natal para gestantes de baixa renda Implantar centros de parto normal nas regiões de saúde e recuperar e ampliar o hospital materno-infantil de referência
Integrar a rede de saúde à política de prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher, capacitando equipes da Atenção Primária
Saúde digital e informação Implantar prontuário eletrônico integrado entre os pontos da rede de saúde. Integrar prontuários e sistemas de saúde e disponibilizar plataforma pública com agendamento, receitas, histórico assistencial e acompanhamento de filas. Ampliar a telemedicina e as teleconsultas para agilizar diagnósticos e atendimentos. Usar a telessaúde, junto com regulação clínica e ampliação regional da atenção especializada, para reduzir as filas de consultas, exames e cirurgias. Disponibilizar plataforma pública digital para agendamento, confirmação, resultados e acompanhamento do atendimento pelo cidadão Adotar gestão da saúde orientada por metas e indicadores, com monitoramento de resultados e divulgação pública das informações de desempenho da rede. Implantar fila única e transparente para consultas, exames, cirurgias e reabilitação, com prioridade clínica, medindo a redução das filas por tempo de espera, estoque de procedimentos e produção por região de saúde. Modernizar a gestão da saúde com prontuário eletrônico unificado, acompanhamento digital de agendamentos e filas e uso de dados para planejamento, transparência e redução do tempo de espera. Saúde mental Fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial. Garantir atendimento contínuo em saúde mental, com CAPS, UBS e hospitais trabalhando de forma integrada e com Plano Distrital de Prevenção ao Suicídio. Fortalecer a saúde mental de crianças, adolescentes e jovens com ações articuladas entre saúde e educação Garantir cuidado continuado às pessoas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, com apoio às famílias. Assegurar cuidado continuado e resposta integrada às pessoas com problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, evitando que as famílias peregrinem entre serviços. Implantar ações de prevenção ao suicídio na rede pública distrital. Oferecer atenção psicossocial a jovens nas escolas e nas UBS, com foco em prevenção ao suicídio e acolhimento.
Criar programa distrital de saúde mental com dotação própria, psicólogo em todas as UBS, Centros de Convivência e ampliação de leitos em hospitais gerais
Urgência e emergência Integrar os serviços de urgência e emergência aos demais serviços da rede de saúde. Integrar a Atenção Primária aos serviços especializados, de diagnóstico, de urgência e hospitalares, reduzindo o tempo de espera, inclusive por meio do IntegraSaúde, articulado com as emergências e os CAPS. Organizar fluxos entre os serviços para reduzir a procura às portas de urgência por casos que podem ser resolvidos em outros níveis da rede. Vigilância e imunização Realizar ações itinerantes de exames, prevenção e educação em saúde nos territórios Ampliar o acesso à saúde bucal com unidades móveis de atendimento odontológico nas escolas públicas. Fortalecer a vigilância em saúde e a capacidade laboratorial da rede pública
Ampliar as ações de prevenção e rastreamento voltadas à saúde do homem, com atendimento compatível com a rotina de trabalho
Recuperar as coberturas vacinais com campanhas e busca ativa, levando a vacina aonde a população está Articular saúde e meio ambiente para monitorar e prevenir efeitos da exposição ambiental sobre a saúde da população