Continuidade das políticas sociais Dar continuidade aos programas sociais existentes, modernizando-os em vez de substituí-los por novos nomes. Manter a rede de proteção social como amparo permanente e convertê-la em ponte para o trabalho, a qualificação e a mobilidade social das famílias. Família, creche e cuidado Desenvolver políticas de proteção e cuidado voltadas à primeira infância e às pessoas idosas. Atribuir à vice-governadora a condução das pautas do cuidado, com prioridade às pessoas mais carentes e atenção à mulher, à primeira infância, ao idoso e à família, em articulação com municípios e comunidades.
Enfrentar a fila de creche em parceria com os municípios, articulando creche, moradia e mobilidade para as famílias Atribuir à vice-governadora a coordenação das pautas do cuidado, com atenção prioritária a pessoas carentes, mulheres, primeira infância, idosos e famílias
Inclusão produtiva e autonomia Conectar a proteção social a qualificação profissional, emprego, empreendedorismo e geração de renda, com foco na emancipação das famílias
Não condicionar o acesso à proteção social à obtenção de emprego Recuperar e atualizar programas de microcrédito e de primeiro emprego ligados à política social (Banco do Povo e Jovem Cidadão) Manter e ampliar a CNH Social, com primeira habilitação gratuita para pessoas de baixa renda
Primeira infância e proteção da criança Integrar as políticas voltadas à primeira infância.
Criar a Autoridade Estadual da Primeira Infância e elaborar o Plano Estadual da Primeira Infância
Amparar gestantes em situação de vulnerabilidade desde a gravidez até os primeiros anos do filho, em parceria com os municípios Monitorar indicadores das famílias acompanhadas na primeira infância (pré-natal, vacinação, desenvolvimento e acesso à creche) Apoiar os municípios na ampliação do acolhimento familiar temporário, reduzindo a permanência de crianças em abrigos institucionais Apoiar conselhos tutelares, a proteção de crianças e adolescentes e processos de adoção segura
Rede socioassistencial e SUAS Organizar o atendimento socioassistencial de forma integrada com as demais políticas. Fortalecer a rede integrada de proteção social da primeira infância à terceira idade, ampliando o acompanhamento das famílias vulneráveis com uso do Cadastro Único e combinando proteção social, qualificação e geração de renda. Construir uma política social integrada que aproxime assistência social, segurança alimentar, habitação, cidadania, qualificação, trabalho, crédito e proteção de direitos, evitando atendimentos isolados. Organizar o acesso integrado à assistência social, tratando moradia e cuidado junto com creche, água, transporte, escola, saúde e renda, com plano familiar e encaminhamento acompanhado nos casos de maior risco. Realizar busca ativa de famílias em situação de vulnerabilidade. Fazer busca ativa de famílias vulneráveis na primeira infância, com acompanhamento dos marcos do desenvolvimento e orientação sobre benefícios e serviços.
Atender cada família por uma pessoa de referência, com plano familiar e encaminhamento acompanhado nos casos de maior risco Auditar e conferir filas de creche, cadastros habitacionais e listas de famílias atendidas pelos programas sociais do Estado Contratar cada ação social com responsável, linha de base e meta, condicionando a execução a diagnóstico, viabilidade e orçamento
Segurança alimentar Criar, recuperar ou ampliar equipamentos públicos de alimentação popular para pessoas em insegurança alimentar
Construir lavanderias coletivas para pessoas em situação de fome e desemprego
Recuperar e ampliar o Restaurante Cidadão, com refeições de qualidade a preços acessíveis Tratar a segurança alimentar como eixo da política de proteção social, garantindo alimento a quem tem fome
Aprimorar a compra pública de alimentos da agricultura familiar para escolas, hospitais e equipamentos sociais, unindo segurança alimentar e renda rural
Transferência de renda Usar o Cadastro Único, dados e tecnologia para identificar, focalizar e acompanhar as famílias beneficiárias Manter e fortalecer programas de transferência de renda. Garantir auxílio emergencial de forma permanente à população goiana, até que haja oferta plena de emprego. Garantir auxílio emergencial enquanto durar a situação de crise e falta de emprego
Elevar o valor do Bolsa Família para pelo menos um salário mínimo
Retomar e atualizar o programa estadual Renda Cidadã