Aeroportos regionais Tratar os aeroportos como parte da infraestrutura logística e do desenvolvimento das regiões. Integrar aeroportos, rodovias e distritos como infraestrutura prioritária, junto a conectividade, centros de eventos e hotelaria. Articular rodovias, ferrovias, terminais, plataformas logísticas, aeroportos e estruturas de armazenagem para fortalecer a posição de Goiás no sistema logístico nacional.
Avaliar os aeródromos do interior por demanda e definir, com o município, plano de uso, responsável e custo de manutenção antes de novas obras, condicionando incentivo a voos ao desempenho
Ferrovias e hidrovias
Investir na ampliação e qualificação da rede hidroviária para integrar o território Investir na ampliação e na qualificação da rede ferroviária e hidroviária para maior integração do território estadual e nacional.
Tratar rodovias, FICO, Norte-Sul, aeroportos, terminais e armazenagem como um sistema logístico único, garantindo acessos à FICO, terminais intermodais e três plataformas intermodais estruturadas.
Atuar institucionalmente para acelerar a implantação e a integração dos grandes projetos ferroviários que atravessam Goiás, ampliando a conexão com a Ferrovia Norte-Sul e com os corredores nacionais de transporte.
Gestão, contratos e transparência do transporte coletivo Auditar os contratos e os subsídios do transporte coletivo Publicar custos, subsídios, quilometragem e indicadores de qualidade do transporte coletivo com participação do Estado
Reestatizar os meios de transporte coletivo
Remunerar o operador pelo serviço entregue e por indicadores de desempenho, em vez da arrecadação na catraca Tratar os dados do sistema de transporte em conformidade com a LGPD, com segurança e minimização de dados Manter a bilhetagem com 100% das viagens registradas por cartão, aplicativo ou QR Code, usando os dados de origem, destino, horário e lotação para planejamento e auditoria do sistema.
Usar a bilhetagem e seus dados no planejamento integrado de linhas, terminais e corredores das regiões metropolitanas, buscando redes mais simples e menor espera, com publicação de custo, subsídio e cumprimento de viagens.
Infraestrutura regional e territorial Definir prioridades de infraestrutura Implantar em cada região a infraestrutura exigida por sua vocação econômica: estradas e corredores rodoviários, ferrovias, energia, água e saneamento, conectividade digital, armazenagem e estrutura turística e de eventos. Definir as prioridades de infraestrutura pelos efeitos de cada ligação sobre a economia e sobre a vida das pessoas, articulando os investimentos às demais políticas do Estado e às necessidades dos municípios, para conectar as regiões e ampliar oportunidades em todo o território. Levar infraestrutura cuidada e presença do governo às dez regiões, com manutenção rápida, transporte pontual e obras iniciadas apenas com projeto e recursos definidos.
Garantir infraestrutura instalada antes da demanda (energia, água, acesso, conectividade e licenciamento mapeados) nas áreas destinadas a novos investimentos Investir em acessos, rodovias turísticas, terminais e sinalização nas regiões turísticas
Logística, cargas e multimodalidade Fortalecer a infraestrutura logística do Estado Fortalecer a infraestrutura estadual para sustentar o desenvolvimento, ampliando a logística, universalizando serviços essenciais e garantindo segurança energética e hídrica. Estruturar a Plataforma Multimodal de Anápolis, com governança, licenças e acessos reorganizados, conectando-a à ferrovia, às rodovias, ao aeroporto e ao distrito industrial, com calendário público de decisões e divulgação de investimentos, empregos e pendências. Estruturar plataforma multimodal. Estruturar a plataforma multimodal de Anápolis, com conexões ferroviária, rodoviária e aeroportuária, governança definida e etapas com calendário público.
Publicar mapa dos 20 principais gargalos logísticos com solução técnica e prioridades contratadas ou em execução
Identificar e superar os gargalos logísticos que elevam custos, com prioridade técnica Atuar institucionalmente junto à União, municípios e setor privado para acelerar investimentos logísticos estratégicos para o Estado
Destravar a plataforma logística multimodal de Anápolis, reorganizando governança, licenças, acessos e ocupação com calendário público Melhorar a logística e o escoamento de alimentos para reduzir o preço da cesta básica
Mobilidade urbana e metropolitana Planejar melhorias da rede de transporte coletivo nas regiões metropolitanas Dar continuidade ao programa Nova RMTC, com renovação da frota por veículos elétricos e a biometano, modernização de terminais, fortalecimento do Batalhão dos Terminais e acesso digital gratuito a horários, rotas e recarga. Apoiar municípios e regiões metropolitanas em soluções de mobilidade e transporte coletivo e estimular o planejamento integrado da mobilidade nas áreas urbanas mais populosas. Oferecer informação ao passageiro do transporte coletivo. Garantir consulta gratuita de horários, rotas, saldo e recarga de cartões nos canais digitais do transporte coletivo, sem consumo da franquia de dados do passageiro. Promover o planejamento integrado do transporte nas regiões metropolitanas. Renovar a frota do transporte coletivo com veículos de menor emissão (elétricos, biometano) Reforçar a segurança nos terminais do transporte coletivo Fortalecer o Batalhão dos Terminais e modernizar os terminais do transporte coletivo. Atuar em corredores prioritários de transporte coletivo. Planejar novos corredores de ônibus, terminais, segurança viária e informação ao passageiro nas Regiões Metropolitanas de Goiânia e do entorno do Distrito Federal, com planejamento integrado de linhas e divulgação de custo, subsídio e qualidade. Garantir acesso gratuito aos canais digitais do transporte (Zero Rating), sem consumo de franquia de dados
Criar programa de mobilidade segura para mulheres, com iluminação, monitoramento, protocolos de emergência e desembarque seguro Dar prioridade semafórica ao transporte coletivo nos cruzamentos Adotar meta de redução de 20% no tempo de viagem nos corredores prioritários Exigir que todos os veículos novos do sistema sejam acessíveis Meta no programa veículos novos acessíveis: 100% Integrar bicicletários, ciclovias e calçadas acessíveis aos terminais para resolver a primeira e a última milha Coordenar linhas e horários do transporte com escolas, universidades, unidades de saúde e polos de emprego Acelerar o embarque nos terminais e pontos com reorganização de fluxos e tecnologia operacional
Obras públicas e execução Priorizar a conservação do patrimônio público já construído antes de anunciar novas estruturas
Só iniciar obras com projeto executivo, licença, fonte de recursos, responsável pela operação e plano de manutenção definidos Inventariar as obras paradas e classificá-las entre concluir, adaptar ou encerrar Informar publicamente o andamento físico e financeiro de cada obra, priorizando concluir o que entrega serviço
Rodovias estaduais e estradas vicinais Implantar programa permanente de conservação, recuperação e modernização das rodovias estaduais Priorizar investimentos rodoviários por critérios técnicos de condição, tráfego, risco, segurança viária e importância econômica Apoiar os municípios na recuperação de estradas vicinais, pontes e bueiros, priorizando trechos de transporte escolar, produção e acesso à saúde Contemplar sinalização e pontes nas intervenções em rodovias, além do pavimento Mapear a condição de rodovias, pontes e sinalização, com atualização pública, e criar um sistema de resposta rápida em vias estaduais para vistoria, sinalização e solução de buracos, erosões e falhas em pontes.
Pavimentar novas ligações rodoviárias estratégicas entre municípios e regiões Duplicar os principais corredores rodoviários onde a demanda, a segurança e o desenvolvimento justificarem
Publicar calendário de manutenção por trecho e contratos com nível de serviço, medição georreferenciada e consequência por atraso Separar o orçamento de conservação do orçamento de expansão da malha Criar sistema de comunicação de problemas nas rodovias estaduais com vistoria e equipe de resposta rápida Publicar inventário de rodovias, pontes, pontos de risco e obras paradas, com ordem de atendimento Implantar pontos de parada seguros para caminhoneiros nas principais rotas, com banheiro, água, iluminação e segurança
Tarifa e gratuidade no transporte Implantar passe livre para pessoas em situação de desemprego Subsidiar a tarifa dos passageiros do Entorno do Distrito Federal Implantar progressivamente a Tarifa Zero no transporte metropolitano, com prioridade para a Região Metropolitana de Goiânia e, mediante cooperação entre Goiás, DF e União, para o Entorno do Distrito Federal.
Estender o passe livre aos trabalhadores da economia informal
Garantir passe livre irrestrito para estudantes no transporte coletivo
Implantar progressivamente a Tarifa Zero no transporte coletivo metropolitano, até custo zero para o usuário Condicionar cada etapa da gratuidade a gatilhos objetivos de financiamento, capacidade operacional e qualidade Criar fundo metropolitano de mobilidade com governança, contas segregadas e fontes permanentes de custeio Financiar o transporte com receitas extratarifárias, publicidade, exploração comercial de terminais, instrumentos urbanísticos e financiamento climático, em cofinanciamento com municípios e União Estruturar a gratuidade no Entorno do DF em três camadas (sistemas municipais, rede metropolitana em Goiás e negociação Goiás-DF-União) Oferecer apoio técnico e financeiro condicionado a cidades-polo do interior que queiram adotar gratuidade ou redução tarifária, sem custeio integral automático pelo Estado Ampliar a oferta e a frota do transporte coletivo antes de cada nova fase da gratuidade, com metas de lotação Condicionar cada etapa da gratuidade à comprovação de recursos para pelo menos 12 meses, com fundo de receitas permanentes Iniciar a transição completa para a gratuidade pela Região Metropolitana de Goiânia, aproveitando o sistema integrado, a governança e a bilhetagem existentes Separar, no fundo de mobilidade, os recursos de custeio da operação cotidiana dos recursos destinados a frota, corredores e terminais Manter cadastros sociais apenas quando necessários a políticas específicas, sem exigir cadastro para acesso à gratuidade universal Avaliar tecnicamente as experiências municipais de gratuidade, como a de Luziânia, quanto a demanda, custo por passageiro, frota e efeitos econômicos, usando-as como aprendizado Estimar previamente o impacto da gratuidade sobre a demanda e a necessidade de frota Realizar pilotos controlados de gratuidade em corredores e grupos de usuários selecionados