Bombeiros e Defesa Civil Fortalecer o Corpo de Bombeiros. Interiorizar a segurança pública, ampliando a estrutura operacional das forças de segurança e a presença do Corpo de Bombeiros Militar. Fortalecer o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e a segurança no trânsito, com prevenção de incêndios, enchentes, seca e acidentes graves. Integrar proteção ambiental, prevenção a incêndios, segurança hídrica e resposta a desastres e crimes ambientais
Criar protocolos para acidentes com produtos perigosos, interrupções logísticas e proteção de infraestrutura crítica Priorizar a expansão dos Bombeiros e da Defesa Civil na Chapada dos Veadeiros, áreas industriais, corredores rodoviários, polos turísticos e municípios sujeitos a incêndios Implantar prevenção, protocolos de evacuação, segurança de trabalhadores e continuidade operacional nos parques industriais, com apoio dos Bombeiros
Crime organizado e inteligência Fortalecer as forças de segurança para combater o crime organizado. Combater o crime organizado com as forças de inteligência do estado. Atacar a estrutura financeira e patrimonial das organizações criminosas, fortalecendo a investigação financeira e a cooperação com órgãos estaduais e federais. Enfrentar o crime organizado alcançando suas estruturas financeiras, logísticas e patrimoniais, com fortalecimento da investigação financeira e da cooperação com instituições estaduais e federais. Realizar operações permanentes de inteligência e fiscalização nas divisas e rotas de entrada e saída do Estado contra tráfico, armas e roubo de cargas Criar agenda permanente de cooperação operacional e de inteligência entre Goiás, Distrito Federal e forças federais, com mapeamento de corredores, territórios e operações prioritárias.
Criar coordenação estadual integrada de enfrentamento ao crime organizado, sem substituir as competências legais das instituições
Crimes digitais Fortalecer a prevenção e a investigação de crimes cibernéticos, golpes e fraudes digitais Ampliar a capacidade da segurança pública de prevenir, investigar e enfrentar crimes cibernéticos, golpes e fraudes digitais contra cidadãos, empresas e instituições. Realizar campanhas permanentes de educação digital e prevenção a golpes voltadas a idosos e outros públicos vulneráveis Ampliar parcerias e cooperação com instituições financeiras e empresas de tecnologia para prevenir fraudes e bloquear recursos Criar um programa de prevenção a roubos e golpes digitais. Implantar o Programa Escudo Digital, ampliando a perícia digital e a inteligência cibernética das polícias e fortalecendo delegacias especializadas, com ações permanentes de educação digital e orientação contra golpes, atenção especial aos idosos e parcerias com instituições financeiras e empresas de tecnologia. Criar capacidade regional descentralizada de investigação e perícia digital, fora da capital
Criar canal único de registro de golpes digitais com apuração imediata, orientação à vítima e publicação de prazos e valores recuperados Criar programa de cibersegurança para proteger órgãos estaduais e municípios contra ataques, com prevenção, backup e resposta a incidentes Reforçar o combate a deepfakes, montagens íntimas, perseguição digital, exploração sexual infantil e violência online contra mulheres e idosos
Financiamento da segurança
Diversificar as fontes de financiamento da segurança pública, incluindo fundos federais, emendas, convênios e bens recuperados do crime
Investigação e perícia Ampliar a capacidade de perícia. Definir prazos de referência por tipo de laudo, priorizar a fila por gravidade e ampliar a capacidade pericial nas regiões com maior represamento, com contratações, equipamentos e plantões guiados pela demanda real e divulgação de indicadores de prazo e estoque de exames. Priorizar a investigação de homicídios. Meta no programa taxa estadual de homicídios: redução mínima de 20% Priorizar a investigação de homicídios, crimes sexuais, desaparecimentos e violência repetida, com prazo público para a conclusão de perícias.
Estruturar investigação especializada de crimes patrimoniais e ambientais nas regiões industriais
Definir e publicar prazos de referência para laudos periciais, com fila por gravidade e acompanhamento público do tempo de entrega Integrar registro, imagens, hospitais, assistência e bases policiais para busca imediata de pessoas desaparecidas, sem exigência de prazo de espera
Modelo de polícia e repressão Desmilitarizar ou dissolver a Polícia Militar e o aparato repressivo do Estado Acabar com a repressão policial. Acabar com a repressão, garantindo liberdade de expressão, direito de autodefesa e fim da violência policial contra a população negra, jovem e trabalhadora.
Garantir o direito de autodefesa e o armamento dos trabalhadores da cidade, do campo e dos indígenas Formar comitês de autodefesa dos trabalhadores da cidade, do campo e das comunidades indígenas
Interromper o processo de militarização das Guardas Civis Metropolitanas
Policiamento e presença territorial Planejar a expansão das estruturas policiais, periciais, de Bombeiros e de atendimento especializado. Interiorizar a segurança pública, ampliando unidades operacionais, policiamento, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica, Polícia Penal e serviços aeromédicos em todas as regiões, com prioridade às necessidades e características de cada região. Planejar o efetivo das forças de segurança, com calendário de concursos e reposição contínua de aposentadorias, e organizar plantões regionais noturnos e de fim de semana segundo o mapa real de ocorrências. Ampliar a presença e o policiamento das forças de segurança no território. Promover a interiorização da segurança pública, ampliando a estrutura operacional e expandindo o policiamento, com unidades operacionais modernizadas e perícia fortalecida em todas as regiões do estado. Organizar plantão regional noturno e de fim de semana conforme o mapa real de ocorrências, combinando presença física, atendimento remoto por autoridade e delegacia digital. Orientar a atuação da segurança pública com base em dados, indicadores e análise por território. Orientar o policiamento pelo acompanhamento permanente de indicadores e pela análise territorial, com estratégias adaptadas às características de cada região. Atualizar o mapa de ocorrências por horário e território para orientar a atuação das forças de segurança, com inteligência integrada e auditoria contra subnotificação. Fortalecer o policiamento rural especializado. Proteger rodovias e corredores logísticos contra o roubo de cargas. Atuar nas rodovias na segurança das pessoas, na fiscalização e no enfrentamento às rotas usadas por atividades criminosas. Adotar estratégias específicas de segurança para as Regiões Metropolitanas, com identificação de áreas de maior risco. Selecionar territórios prioritários por indicadores objetivos e elaborar, para cada região metropolitana, diagnóstico, metas e ações ajustadas aos riscos predominantes, com policiamento orientado por dados e pactuação com municípios. Priorizar o combate a roubos e furtos contra as propriedades rurais. Fortalecer o policiamento rural especializado e a inteligência policial contra crimes patrimoniais estruturados, protegendo propriedades, rebanhos, máquinas e demais bens da produção. Fortalecer a rastreabilidade de bens rurais, a investigação especializada e a atuação nas rotas de escoamento. Fortalecer o policiamento especializado nas áreas rurais, com inteligência, tecnologia e georreferenciamento para proteger propriedades, rebanhos, máquinas e equipamentos, e enfrentar as rotas criminosas nas rodovias. Ampliar equipes especializadas em crime no campo e roubo de carga e manter operações permanentes nas rotas de entrada e saída do estado, com leitura de placas, análise de risco e cooperação federal, além de cobertura regional da segurança rural com prazos e resultados publicados.
Exigir plano integrado de segurança e avaliação prévia de risco para novas zonas econômicas, grandes projetos de infraestrutura e empreendimentos Estruturar a segurança do Entorno do Distrito Federal como política regional integrada com o DF e forças federais, com metas compartilhadas Estruturar segurança específica para turismo e grandes eventos, com protocolo integrado obrigatório e avaliação prévia de riscos Exigir planos de emergência, prevenção a incêndio e segurança viária em áreas industriais Integrar associações, cooperativas, sindicatos, municípios e produtores em redes voluntárias de prevenção no meio rural Integrar o calendário estadual de eventos à análise prévia de riscos e à capacidade local de atendimento Elaborar plano de segurança ferroviária e rodoviária, com proteção de propriedades, atendimento de emergência e inteligência contra roubo de cargas. Criar o Selo Destino Seguro para destinos turísticos, com protocolo de grandes eventos, proteção do patrimônio, trânsito, evacuação e atendimento ao visitante Proteger cargas e passageiros nas rodovias e ferrovias FICO e Norte-Sul, com bases, comunicação e atendimento a acidentes e produtos perigosos Mapear cobertura policial, propriedades, cargas, ferrovias, distritos e pontos críticos da segurança rural e logística
Prevenção da violência e juventude Implantar programas de prevenção da violência envolvendo crianças e adolescentes. Tornar a prevenção função permanente da política de segurança pública, com identificação antecipada de riscos, presença qualificada e atuação integrada. Fortalecer a prevenção e a resposta especializada à violência contra mulheres, crianças, adolescentes, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade. Articular a segurança pública com as redes de saúde, assistência social e proteção de direitos para identificar riscos desde os primeiros sinais e acionar mecanismos de proteção. Criar protocolo estadual de prevenção e resposta a ameaças, violência e drogas no ambiente escolar
Usar iluminação pública, desenho urbano seguro e recuperação de espaços como política de prevenção, em ação conjunta com os municípios
Punição e responsabilização
Assegurar punição firme aos infratores, inclusive prisão de corruptos e corruptores
Sistema prisional Melhorar as condições carcerárias e promover a reintegração social das pessoas presas e egressas Melhorar as condições carcerárias, com foco na reintegração do indivíduo encarcerado à sociedade. Modernizar o sistema prisional, mantendo o controle das unidades e a inteligência penitenciária contra o comando criminoso a partir das prisões Modernizar o sistema prisional, ampliando a capacidade de prevenção e combate ao crime e a desarticulação de organizações criminosas. Preservar a integração das forças, a inteligência e o controle dos presídios, com metas por território e auditoria para impedir subnotificação.
Integrar o cronograma estadual ao programa Pena Justa e definir linha de base de trabalho, educação e segurança nas unidades prisionais
Tecnologia e videomonitoramento Empregar tecnologia e dados na segurança pública. Usar dados e tecnologias de forma responsável na segurança pública, para fortalecer a inteligência e a investigação e antecipar riscos. Empregar informação, investigação e tecnologia nas forças de segurança com controle e respeito à lei. Implantar câmeras corporais nas fardas dos policiais
Adotar câmeras corporais de forma gradual, iniciando por projeto-piloto com protocolos de custódia de imagens e avaliação independente antes da expansão Meta no programa projeto-piloto de câmeras corporais: implantado no primeiro ano; avaliação após 12 meses Garantir criptografia, integridade, cadeia de custódia, registros de acesso, prazos de retenção e proteção de dados das imagens de câmeras corporais, vedando edição local e uso político Integrar os registros das câmeras corporais à investigação, perícia, corregedorias e produção de prova, preservando sigilo e direitos individuais Condicionar a expansão das câmeras corporais à avaliação do projeto-piloto, prevista para o segundo ano
Integrar câmeras de videomonitoramento e leitores de placas em corredores estratégicos e municípios, com centros de comando e regras de acesso e proteção de dados
Trânsito Integrar educação, fiscalização e engenharia nas ações de segurança no trânsito para reduzir mortes e acidentes. Concentrar engenharia, fiscalização e educação nos trechos de rodovias estaduais com mortes e feridos graves, orientando-se por dados de saúde e segurança, com intervenções rápidas de sinalização, iluminação e travessias e apoio técnico aos municípios. Transparência e controle Publicar dados e indicadores de segurança pública. Divulgar os dados das ocorrências atendidas pelas polícias, incluindo o perfil das pessoas envolvidas. Definir metas de segurança por território, com auditoria contra subnotificação, e publicar tempos de triagem, perícia e investigação e os valores bloqueados ou recuperados nos crimes digitais. Adotar rotina de gestão por resultados na segurança. Acompanhar permanentemente os indicadores de segurança e usar análise territorial para direcionar recursos e estratégias. Executar as ações de segurança com responsável, linha de base e meta definidos antes da contratação, além de metas por território auditadas e incentivo por resultados verificados. Auditar os indicadores de segurança. Meta no programa auditoria dos indicadores: nos primeiros 100 dias Fixar metas de segurança por território e auditar os indicadores para impedir a subnotificação. Avaliar a segurança pública pela qualidade do serviço prestado ao cidadão Avaliar a segurança pública por resultados úteis ao cidadão: alertas efetivos, veículos recuperados, ocorrências esclarecidas e prazos de entrega de laudos, com dados públicos. Acompanhar a execução da carteira de projetos de infraestrutura, tecnologia, efetivo, custeio e execução orçamentária da segurança. Acompanhar a carteira de projetos de infraestrutura, tecnologia, efetivo, custeio e execução orçamentária da segurança. Executar no primeiro ano a linha de base, a gestão por resultados, a coordenação de crime organizado e os planos do Entorno, mulher, rural, digital, turismo e sistema prisional Aprovar o protocolo Goiás sem Golpe Digital e a cobertura regional para crime digital, violência contra a mulher, crime organizado e crime rural, com atualização do mapa de ocorrências por horário e território e revisão do atendimento digital de golpes. Cooperar com órgãos de controle e do sistema de justiça, respeitando competências, legalidade, transparência e responsabilização. Compartilhar com a polícia, o Ministério Público e o Judiciário a mesma base de informação sobre laudos e prazos da perícia, respeitado o sigilo do caso.
Submeter os programas de segurança a avaliação científica independente, com rede de pesquisa aplicada junto a universidades Publicar, ao final dos 100 dias de governo, a linha de base, as metas anuais, a carteira de projetos, o modelo de governança e os indicadores de segurança acompanhados no mandato Institucionalizar a política de segurança com avaliação pública e carteira Goiás Seguro 2035 para garantir continuidade Reduzir em pelo menos 20% a taxa de homicídios ao longo do mandato Criar Comitê Estratégico presidido pelo Governador para definir prioridades, destravar gargalos, monitorar mensalmente e articular com a União Envolver conselhos comunitários, redes rurais e setor produtivo na prevenção, na proteção de corredores e na elaboração de protocolos de eventos e zonas econômicas
Valorização dos profissionais de segurança Valorizar os profissionais das forças de segurança, com condições de trabalho, equipamentos, formação e proteção institucional adequadas Oferecer atenção à saúde física e mental dos profissionais de segurança. Criar programa de saúde física e mental dos profissionais de segurança, com prevenção ao suicídio, apoio pós-ocorrência crítica e acompanhamento ocupacional. Valorizar os profissionais de segurança pública com atenção à saúde física e mental, condições adequadas de trabalho, equipamentos, formação permanente e proteção diante dos riscos da atividade. Recompor e planejar os efetivos das forças de segurança conforme as necessidades do Estado. Recompor efetivos e infraestrutura das forças de segurança com base em estudo técnico por região e especialidade, com publicação do impacto fiscal. Rever e tornar transparentes os critérios de promoção e progressão nas carreiras da segurança, com requisitos e calendário públicos
Adotar política permanente de valorização remuneratória das carreiras de segurança, com cumprimento de datas-base e correção de perdas de isonomia
Instituir incentivo financeiro por metas de redução de crime verificadas por território, com regra pública e auditoria Garantir assistência jurídica institucional ao profissional de segurança por atos praticados em serviço Manter mesa permanente de negociação com as entidades representativas das carreiras de segurança, com pauta, prazo e resposta registrada
Violência contra a mulher Intensificar a prevenção e a resposta especializada à violência contra a mulher Ampliar a proteção a mulheres, crianças, adolescentes e pessoas vulneráveis, fortalecendo a prevenção e o combate ao crime. Implantar delegacias especializadas da mulher com atendimento 24 horas, inclusive nos fins de semana, e qualificar os profissionais para o atendimento humanizado às vítimas. Ampliar e fortalecer as delegacias especializadas de atendimento à mulher. Capacitar os profissionais de segurança para o atendimento humanizado às vítimas. Capacitar profissionais da segurança pública para atendimento humanizado às vítimas. Monitorar continuamente casos de alto risco, reincidência e descumprimento de medidas protetivas para agir antes que a violência se agrave Integrar a medida protetiva e os demais serviços de atendimento à vítima em um único fluxo de acompanhamento. Integrar em um fluxo único registro, avaliação de risco, medida protetiva, acompanhamento preventivo, investigação, saúde e assistência social.
Revisar a execução do plano estadual de enfrentamento à violência contra a mulher 2026-2035, mapeando fluxos de risco e vazios de atendimento especializado
Ampliar a cobertura territorial da Patrulha Maria da Penha, com prazo de primeira providência e resultado publicado