Aeroportos e aviação regional Recuperar os aeródromos dos municípios do interior. Viabilizar a internacionalização dos aeroportos de Rio Branco e Cruzeiro do Sul e fomentar rotas aéreas regionais com países andinos. Viabilizar a internacionalização dos aeroportos de Rio Branco e Cruzeiro do Sul e implantar rotas aéreas regionais com países andinos, favorecendo turismo, negócios e transporte de cargas. Viabilizar a internacionalização dos aeroportos de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, fomentar rotas aéreas regionais com países andinos e promover a integração física e aduaneira com Peru e Bolívia. Apoiar políticas de incentivo à aviação regional, ampliando voos para municípios isolados e reduzindo o custo do transporte aéreo. Articular a regulamentação de subsídio ao combustível de aviação na Amazônia.
Garantir que os aeródromos públicos operem diariamente, inclusive no período noturno.
Conectividade e energia para a logística Ampliar a conectividade digital e a infraestrutura de energia voltadas às cadeias produtivas. Articular conectividade, energia e logística necessárias às cadeias produtivas, ampliando internet e energia no estado.
Expandir o uso de fontes renováveis de energia para abastecer serviços públicos essenciais, especialmente em localidades isoladas do Estado.
Firmar convênios com o Estado do Amazonas para manutenção de ramais e linhas elétricas em regiões limítrofes.
Hidrovias e portos fluviais Atuar na infraestrutura de portos fluviais do Estado. Modernizar instalações portuárias de pequeno porte e recuperar rampas nos principais rios do Estado, com melhorias operacionais para a navegação. Implantar programa de recuperação e construção de portos fluviais, em parceria com os municípios que usam embarcações para transporte de pessoas e mercadorias. Recuperar a infraestrutura portuária, os canais de navegação e os aeródromos do interior, com acessibilidade e segurança para as comunidades atendidas. Implantar pequenos portos e rampas de acesso ao longo das hidrovias estaduais. Realizar intervenções nas vias fluviais para assegurar as condições de navegação. Criar um programa de desobstrução de rios e igarapés para facilitar a navegação fluvial. Logística internacional e integração transfronteiriça Promover a integração logística do Acre com a América do Sul. Elaborar projetos logísticos e produtivos ligados à Estrada do Pacífico e às Rotas de Integração Sul-Americana, ampliando as exportações e conectando o Acre à América do Sul. Posicionar o Acre como hub logístico transfronteiriço, com acordos com departamentos peruanos e uso dos portos de Matarani, Ilo e Chancay. Implantar ou ampliar Porto Seco / recinto alfandegado para desembaraço de cargas. Modernizar a infraestrutura e os serviços aduaneiros na fronteira (alfândegas, centro integrado de fronteira, plataformas logísticas e pátios reguladores). Promover a integração física, aduaneira e comercial com Peru e Bolívia. Consolidar o Acre como corredor logístico de integração sul-americana, compatibilizando a malha rodoviária federal no estado com os corredores internacionais do Peru e da Bolívia e estruturando infraestrutura aduaneira, plataformas logísticas binacionais e pátios reguladores na fronteira. Apoiar a consolidação da Ferrovia Bioceânica e de outros projetos ferroviários de integração logística.
Criar um comitê estadual dedicado à integração física e aduaneira com os países vizinhos.
Mobilidade urbana Apoiar os municípios na qualificação da mobilidade urbana. Planejar com os municípios sistemas viários urbanos, transporte coletivo, calçadas acessíveis, travessias seguras e iluminação pública, considerando mulheres, crianças, pessoas idosas e com deficiência. Planejar e modernizar, junto com os municípios, os sistemas de transporte coletivo urbano.
Incentivar a mobilidade ativa, valorizando deslocamentos a pé e por bicicleta com implantação de ciclovias. Executar a contenção e urbanização da orla do Calçadão Raimundo Escócio, no centro de Rio Branco, com acessibilidade e drenagem.
Obras públicas e infraestrutura urbana Investir em obras públicas de infraestrutura urbana e social, abrangendo habitação, saneamento, mobilidade e acessibilidade. Investir em infraestrutura, logística, saneamento, mobilidade e integração regional, fortalecendo os municípios, com ruas mais seguras, acessíveis e estruturadas. Ampliar a infraestrutura urbana com saneamento, moradia, mobilidade, calçadas acessíveis, iluminação pública, arborização e infraestrutura verde, com planejamento de longo prazo e resiliência climática. Planejamento e gestão das obras Elaborar plano estadual e carteira de projetos de infraestrutura, com estudos de viabilidade e captação de recursos federais. Incluir as obras no plano estadual de projetos e em carteira de projetos estruturantes, com estudos prévios de viabilidade e captação de recursos federais e internacionais. Financiar as obras por meio de parcerias com União, municípios, instituições financeiras, organismos internacionais e parcerias público-privadas.
Realizar e atualizar diagnóstico das condições da infraestrutura e das obras paralisadas, com indicadores e metas. Priorizar a conclusão, recuperação e manutenção das estruturas existentes antes de novas expansões. Criar painel público de acompanhamento das principais obras, com prazos, custos e responsáveis. Reorganizar a coordenação estadual de infraestrutura e fortalecer as equipes técnicas do Estado. Consultar municípios, comunidades e setor produtivo na definição das prioridades de infraestrutura.
Rodovias, ramais e pontes Implantar programa permanente de recuperação e manutenção de ramais. Desenvolver programa permanente de recuperação e manutenção de ramais, com prioridade às regiões produtoras e acesso garantido às comunidades rurais durante todo o ano. Implantar programa de recuperação, manutenção e melhoria de ramais, em parceria com municípios, governo federal e setor produtivo rural, para garantir trafegabilidade em todas as localidades. Implantar programa permanente e regionalizado de manutenção de ramais, rodovias estaduais e pontes, precedido de diagnóstico atualizado com participação das comunidades. Atuar em parceria com as prefeituras municipais. Instituir programa permanente de recuperação, conservação e modernização das rodovias estaduais (pavimento, drenagem, pontes, sinalização). Considerar critérios de adaptação climática nas obras de infraestrutura. Desenvolver metodologia, normativos e protocolos de construção de infraestrutura pública com padrões de engenharia, arquitetura e urbanismo adaptados às condições climáticas da Amazônia. Implantar pontes com estruturas permanentes. Ampliar a substituição de pontes de madeira por estruturas permanentes e reforçar a drenagem das estradas. Construir pontes definitivas em ramais estratégicos, dentro de programa contínuo de pavimentação e manutenção. Articular e cobrar do Governo Federal a recuperação e a manutenção permanente da rodovia federal BR-364. Pactuar com o Governo Federal a recuperação e a manutenção permanente da BR-364 e das demais estruturas federais. Priorizar, na manutenção viária, as rotas de escoamento da produção. Garantir ligação rodoviária permanente aos municípios de difícil acesso (Jordão, Santa Rosa do Purus, Marechal Thaumaturgo e Porto Walter). Concluir as obras do Arco Metropolitano de Rio Branco e do Contorno Rodoviário de Brasiléia/Epitaciolândia.
Iniciar, nos primeiros 100 dias, ações emergenciais nos pontos críticos de ramais e rodovias estaduais, com publicação de plano de retomada e manutenção.