Conectividade e inclusão digital Ampliar a cobertura de internet no estado. Apoiar redes comunitárias e provedores locais, com formação técnica e uso compartilhado de infraestrutura, e negociar com operadoras a redução de preços e a expansão da rede mediante obrigações verificáveis. Fortalecer a infraestrutura digital, ampliando a conectividade no Estado. Investir em infraestrutura tecnológica e expandir a conectividade rural para adensar a economia do Estado. Ampliar o acesso à internet de qualidade no interior, associando tecnologia ao desenvolvimento sustentável. Expandir a conectividade no estado. Criar o programa Conexão Rural, expandindo a conectividade por contratação pública, infraestrutura, parcerias e integração com programas federais e prestadoras autorizadas. Ampliar a conectividade no interior do Amazonas, levando internet a mais municípios e comunidades por satélite e fibra óptica. Combinar tecnologias diferentes (fibra óptica, satélite e rádio) em rede híbrida de conectividade Contratar conectividade por satélite. Universalizar sinal de internet funcional, reduzindo custos e garantindo segurança digital, com fibra, rádio, satélite e redes comunitárias, e conectar escolas, unidades de saúde, centros de assistência e comunidades prioritárias com metas de velocidade e disponibilidade. Garantir conexão de qualidade em escolas e unidades de saúde, com metas verificáveis Instalar pontos públicos de acesso digital em praças, portos e centros comunitários dos municípios Oferecer atendimento digital assistido. Expandir os Postos de Atendimento ao Cidadão (PAC) para cobertura estadual plena, com balcão único digital integrando serviços federais, estaduais e municipais. Implantar estruturas físicas municipais de atendimento com computadores, internet e atendentes qualificados e unidades digitais flutuantes nas calhas dos rios. Formar e contratar agentes de digitalização comunitária em cada município do interior para apoiar cidadãos no acesso a serviços digitais. Adotar padrões de proteção de dados pessoais e segurança cibernética no governo estadual
Apoiar redes comunitárias e provedores locais com formação técnica e uso compartilhado de infraestrutura Publicar mapa independente de cobertura e qualidade da conexão, com medição real Negociar com operadoras redução de preços e expansão mediante obrigações verificáveis
Universalizar internet de alta velocidade em 100% das sedes municipais até 2029 Implantar programas de inclusão digital e alfabetização tecnológica em comunidades, com protocolos específicos para povos indígenas Oferecer capacitação e apoio técnico em polos regionais, com conteúdos em formatos offline e transmissão por rádio comunitária para comunidades ribeirinhas e indígenas Adotar estratégia offline-first nos sistemas estaduais, com sincronização posterior de dados e materiais desplugados Instalar postos digitais ambientais nas sedes municipais, com servidor presencial qualificado ou serviço local conveniado, para acesso aos serviços do órgão ambiental Formar Agentes de Digitalização Comunitária e desenvolver plataformas em línguas nativas para inclusão digital de populações tradicionais e indígenas Implantar unidades digitais flutuantes (barcos com internet satelital e equipes) para levar serviços digitais a comunidades ribeirinhas Realizar caravanas digitais com laboratórios móveis de tecnologia satelital e tutores digitais locais para formação em comunidades rurais, ribeirinhas e indígenas Criar trilhas de capacitação em bioeconomia digital (geoprocessamento, rastreabilidade e plataformas de comercialização) para agricultores familiares, extrativistas e empreendedores da floresta Criar o Programa Jovens Amazonenses em TIC, voltado a jovens de 15 a 29 anos do interior Elaborar Plano Estadual de Conectividade Digital articulado às redes de teleatendimento em saúde e às soluções de educação digital em áreas remotas
CT&I para bioeconomia e meio ambiente Desenvolver tecnologias de monitoramento ambiental integrado, prevenção de impactos e restauração ecológica acelerada
Criar programa estadual de fomento à inovação em bioeconomia, produtos florestais e bioativos, com inclusão do conhecimento tradicional Criar linhas de pesquisa específicas no PPBIO e na FAPEAM para produtos florestais, fitofármacos e fitoterápicos Implantar rastreabilidade digital e certificação de produtos da floresta com blockchain e QR code Direcionar os investimentos obrigatórios em P&D das empresas da Zona Franca de Manaus para projetos de bioeconomia Criar repositório estadual de princípios ativos da biodiversidade Propor alteração do Decreto nº 10.521/2020 para permitir iniciação tecnológica básica de povos e comunidades tradicionais em projetos de PD&I Criar centros de saberes tradicionais e projetos de inovação social com comunidades Fomentar pesquisa aplicada em gestão ambiental e mudanças climáticas e criar residência ambiental para estudantes e pesquisadores Incentivar pesquisas sobre espécies da biodiversidade pouco exploradas, com práticas ESG e economia circular Criar o Sistema Estadual de Rastreabilidade e Certificação de Insumos Bioativos (SIS-RCIB) Fomentar pesquisa em tecnologias de exploração, extração e beneficiamento mineral de baixo impacto em ambientes tropicais úmidos Criar o Fundo Estadual de Bioeconomia Fomentar, por editais e pesquisa aplicada, tecnologias para recuperação de áreas degradadas e modelos produtivos sustentáveis, incluindo viveiros regionais e produção de mudas e sementes Utilizar drones e satélites no monitoramento ambiental
Ecossistema de inovação e startups Promover a ciência, a tecnologia e a inovação de forma articulada com o desenvolvimento econômico do estado. Implantar a Estratégia Estadual de Inovação, coordenando ações de ciência, tecnologia e inovação entre universidades, centros de pesquisa, setor produtivo e Governo, e apoiar o Distrito de Inovação do Largo de São Vicente para atrair empresas de tecnologia ao Centro de Manaus. Apoiar startups Apoiar startups e soluções de inteligência artificial voltadas à produção, logística, gestão e bioeconomia, no âmbito da expansão da conectividade rural. Ampliar a complexidade tecnológica da economia, apoiando o desenvolvimento de eletrônicos e hardware. Usar a expertise industrial do Polo Industrial de Manaus como âncora para o desenvolvimento de hardware e internet das coisas, com programa de fomento junto à Suframa e ao FNDCT integrando hardware, IoT e biodiversidade amazônica apoiados por inteligência artificial. Apoiar startups de bioeconomia. Meta no programa startups de bioeconomia: 10 startups de base tecnológica Criar e fortalecer parques tecnológicos, hubs, incubadoras e ambientes de inovação Apoiar tecnologias verdes e soluções de baixo carbono, energia renovável e economia circular Criar rede de extensão tecnológica voltada aos governos municipais Implantar Núcleos de Integração Universidade-Município nos campi do interior, articulados com as prefeituras, fortalecendo a extensão tecnológica e mapeando as demandas de conhecimento técnico dos municípios. Criar um fundo estadual de inovação. Meta no programa Fundo Estadual de Inovação: R$ 200 milhões Criar fundo de inovação com governança pública e social, impedindo a privatização do conhecimento financiado pelo Estado.
Financiar inovação apropriada, definida junto com os produtores, para reduzir esforço, perdas e riscos
Instituir ambientes de teste regulatório (sandbox) para soluções inovadoras Usar o poder de compra do Estado para gerar demanda por soluções inovadoras locais Criar fundos de capital semente e capital de risco com participação pública e privada Criar polos tecnológicos de bioindústria e ambientes de inovação em municípios do interior, fora de Manaus Implantar plano estadual que integre pesquisa, cooperativas e indústria em todas as etapas das cadeias agroextrativistas e agroindustriais Orientar os investimentos em CT&I para toda a cadeia produtiva (manejo, beneficiamento, certificação e acesso a mercados), e não apenas para a pesquisa básica Implantar cinco polos tecnológicos regionais com vocações específicas Garantir estrutura de apoio à inovação nos 62 municípios do estado Criar rede de plantas-piloto e centros de escalonamento tecnológico para facilitar a passagem da pesquisa ao mercado Apoiar a estruturação de consórcios de empresas inovadoras e arranjos produtivos locais de base tecnológica Criar laboratório de soluções tropicais para experimentação e prototipagem de tecnologias amazônicas Fortalecer o Polo de Computação de Manaus como hub de inovação para todo o estado Instituir laboratório regulatório permanente para experimentação controlada de novas tecnologias, com avaliações independentes de impacto ético, ambiental e social e relatórios semestrais Criar programa de integração entre ciência, cultura e tecnologia, com projetos colaborativos entre ICTs e empreendedores criativos Criar plataforma digital de transferência de tecnologia para compartilhamento de protótipos e soluções tecnológicas criativas Implantar laboratórios de criação (LabCriar) para economia criativa e inovação Criar programa de apoio à instalação e expansão de centros de P&D privados no estado Fortalecer e organizar o ecossistema de PD&I voltado aos desafios ambientais e tecnológicos da aquicultura, incluindo capacitação de mão de obra Instituir a Zona Franca Digital, usando incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus para atrair empresas de software, inteligência artificial e centros de P&D Criar programa de incentivos para atração e fixação de profissionais de TIC qualificados em Manaus e no interior
Governança da política de CT&I Adotar na política de CT&I um modelo em que o Estado atue como articulador estratégico. Ampliar a complexidade tecnológica da economia estadual, com o Estado atuando como articulador, investidor em formação e infraestrutura, parceiro de pesquisa e indutor de novos negócios em áreas como semicondutores, componentes eletrônicos, engenharia e tecnologias amazônicas. Promover intercâmbio e cooperação internacional em CT&I Implantar estratégia estadual de ciência, tecnologia e inovação articulando governo, universidades e setor produtivo Não prometer a criação de unidades federais de ensino e pesquisa por decisão do Estado, atuando por cooperação institucional
Criar Conselho Estadual de CT&I e comitês temáticos com participação de universidades, setor produtivo e sociedade civil Manter a CT&I sob secretaria executiva vinculada ao Planejamento, sem criar secretaria estadual plena de CT&I Criar sistema estadual de indicadores e observatórios para monitorar o impacto da CT&I nos municípios Estabelecer marco regulatório estadual da CT&I associado ao Zoneamento Econômico-Ecológico Regulamentar em âmbito estadual a proteção do conhecimento tradicional, a repartição de benefícios e a propriedade intelectual Implantar plataformas digitais integradas de governança e inteligência territorial em CT&I Estabelecer metas obrigatórias de territorialização dos investimentos digitais, com priorização dos municípios do interior e financiamento vinculado a resultados
Inteligência artificial e governo digital Garantir uso ético da inteligência artificial no setor público, com supervisão humana e auditabilidade. Instituir marco estadual de uso ético da inteligência artificial no serviço público, com supervisão humana em áreas sensíveis, auditoria de modelos, relatórios de impacto e comitê ético independente de avaliação periódica.
Implantar política estadual de inteligência artificial aplicada a serviços públicos, gestão e bioeconomia Digitalizar integralmente os serviços públicos estaduais em portal único, com identidade digital e aplicativo do cidadão Construir infraestrutura pública de dados: catálogo e data lake estadual, data center soberano, interoperabilidade e dados abertos Meta no programa catálogo estadual de dados: 200 bases Capacitar servidores públicos em competências digitais e inteligência artificial Desenvolver plataforma de IA para monitoramento em tempo real de eventos climáticos, desmatamento e queimadas Meta no programa monitoramento por IA: 80% do território até 2030 Criar Coordenação Técnico-Científica institucional para conduzir a política estadual de inteligência artificial Articular com o governo federal a atração de investimentos de fundos verdes e de tecnologia para soluções sustentáveis de inteligência artificial Implantar atendimento público omnicanal com classificação automática de demandas e automação de processos repetitivos (licenças, cadastros e benefícios) Disponibilizar catálogo com 50 APIs públicas para interoperabilidade entre secretarias, municípios e parceiros Estabelecer contratos de dados formais que definam o compartilhamento seguro de dados entre órgãos, universidades, empresas e organizações sociais Disponibilizar kits de referência com modelos, guias e padrões técnicos para desenvolvimento de sistemas públicos Implantar centro híbrido de computação para inteligência artificial, com observabilidade, MLOps padronizado e metas de eficiência energética Criar comitê executivo de coordenação e células de inovação em cada secretaria para implementar o plano estadual de inteligência artificial Adotar gestão por resultados no plano de inteligência artificial, com métricas públicas e publicação de relatórios trimestrais e anuais Implantar o Centro Estadual de Computação e Inovação, com infraestrutura híbrida de processamento e uso de energia renovável Criar prêmios e editais para reconhecer iniciativas locais que usem inteligência artificial na solução de problemas das comunidades Criar programa de residências em inteligência artificial no setor público estadual Exigir nas contratações de tecnologia interoperabilidade, APIs documentadas, exportação integral de dados, logs de auditoria e propriedade dos dados pelo Estado Considerar o custo total de propriedade (implantação, treinamento, conectividade, manutenção e substituição) nas contratações de soluções tecnológicas Testar soluções tecnológicas em piloto controlado antes da escala, com métricas de uso, estabilidade técnica e custo por unidade atendida Designar a PRODAM como executora do programa de transformação digital, com desenvolvimento de sistemas, operação de data centers e prestação de serviços digitais aos municípios Revisar a política de preços e diversificar as receitas da PRODAM, com ampliação de serviços ao setor privado e a municípios e programa de eficiência operacional Editar lei estadual de governança de dados e normas complementares de adequação à LGPD Atrair e instalar polo de data centers soberanos no Amazonas Implantar Centro de Operações de Segurança Digital (SOC) com monitoramento contínuo sob coordenação da PRODAM Criar a Escola de Governo Digital do Amazonas para capacitação e retenção de servidores públicos Institucionalizar o Comitê Estadual de Transformação Digital como instância permanente de governança digital, com participação de todas as secretarias Implantar plataforma governamental de business intelligence, com painéis gerenciais por secretaria e portal público de indicadores Implantar cloud governamental estadual em modelo híbrido, sob coordenação da PRODAM, com migração progressiva dos sistemas estaduais Expandir a capacidade da PRODAM com contratação de profissionais especializados, modernização de laboratórios e data centers e adoção de metodologias ágeis Oferecer serviços compartilhados da PRODAM (sistemas de gestão financeira, RH, patrimônio, saúde e educação) aos 62 municípios a custos reduzidos Aplicar inteligência artificial em pelo menos 15 políticas públicas estaduais Criar banco de dados aberto SEDUC-FAPEAM com microdados anonimizados para uso da comunidade acadêmica, em conformidade com a LGPD
Pesquisa científica e fomento Fortalecer a atuação estadual de apoio à inovação. Estimular a inovação aberta em parceria com universidades e institutos de pesquisa do Estado. Ampliar parcerias e redes de cooperação com universidades e institutos de pesquisa para projetos de pesquisa e inovação Criar programa de atração de pesquisadores. Ampliar laboratórios e infraestrutura de pesquisa Firmar parcerias com instituições nacionais e internacionais. Desenvolver pesquisa aplicada em tecnologias adaptadas ao ambiente amazônico (logística fluvial, arquitetura bioclimática, energia renovável e saúde tropical) Intensificar a formação de capital humano junto a universidades locais e instituições internacionais. Firmar cooperação com universidades, institutos federais e centros de pesquisa nacionais e internacionais para ampliar laboratórios, formação avançada, intercâmbio, programas de engenharia e atração de pesquisadores. Formar talentos para a economia do conhecimento com capacitação em programação, inteligência artificial, dados e robótica Criar fundo público de inovação para financiar projetos e empresas inovadoras
Ampliar bolsas de iniciação científica, mestrado e doutorado em áreas prioritárias Modernizar a FAPEAM, reduzindo despesas administrativas, digitalizando editais e adotando gestão por resultados Interiorizar a agência estadual de fomento, com polos regionais e critérios diferenciados para projetos do interior Implantar programas de popularização da ciência em escolas e comunidades (caravanas, clubes de ciência, feiras) Criar revista científica estadual de ciência e sustentabilidade, com acesso aberto e revisão por pares Implantar centros de capacitação em inteligência artificial em polos do interior Criar universidades e centros de pesquisa nos núcleos populacionais mais densos do interior, conectados em rede de aprendizagem e inovação Criar programa de mentoria científica e inovadora intergeracional, conectando pesquisadores sêniores a jovens talentos locais Investir em infraestrutura crítica de apoio à pesquisa: conectividade de alta velocidade, energia confiável e logística para insumos e produtos de pesquisa Criar programas de bolsas para trabalhos de conclusão de curso e pesquisas multidisciplinares vinculadas a demandas dos municípios, formuladas com secretarias municipais, cooperativas e lideranças comunitárias Criar editais temáticos territoriais para orientar projetos acadêmicos a desafios locais como água, saneamento rural, logística fluvial e gestão de resíduos Formar multiplicadores comunitários de divulgação científica, capacitando professores, lideranças e jovens com cursos e certificação por instituições de ensino superior Desenvolver tecnologias de saneamento e abastecimento de água para áreas isoladas Implantar centros de formação em CT&I em cidades-polo do interior Fomentar projetos de CT&I e soluções tecnológicas para serviços públicos de saúde e educação Instalar laboratórios móveis de ciência e tecnologia para atender municípios do interior Criar redes e linhas de pesquisa aplicada em bioeconomia criativa, novos materiais e tecnologias sociais Criar programas de residência técnica e criativa em centros de pesquisa, ICTs e espaços culturais Criar laboratórios regionais de inovação junto às ICTs públicas para testar tecnologias de baixo custo e anfíbias, adaptadas a cheias e secas dos rios Implantar programa de capacitação contínua da equipe da FAPEAM em atendimento, inovação, gestão pública e tecnologia Revisar e ampliar os editais, chamadas e programas da FAPEAM em áreas prioritárias como biotecnologia, saúde, educação, logística e indústria Meta no programa revisão de editais: próximos 5 anos Implantar sistema único de atendimento da FAPEAM, com portal, aplicativo e chatbot Realizar diagnóstico e mapeamento das capacidades de CT&I instaladas nos municípios do interior (instituições, pesquisadores, demandas e infraestrutura) Firmar acordo entre SEDUC e FAPEAM com cofinanciamento, editais temáticos conjuntos e câmara técnica permanente de pesquisa em educação Estruturar linhas de pesquisa em educação amazônica (alfabetização, ensino médio, educação indígena bilíngue, tecnologia educacional em territórios remotos, carreira docente, equidade, gestão escolar e avaliação) Criar edital temático SEDUC-FAPEAM de pesquisa em educação com aporte mínimo de R$ 5 milhões por ano durante cinco anos, em cofinanciamento 50/50 e com produtos verificáveis Articular parcerias internacionais de pesquisa, inclusive com a CAPES-PrInt, para internacionalização das pesquisas em educação amazônica