Alfabetização e colaboração com municípios Garantir a alfabetização das crianças na idade certa. Meta no programa alfabetização: todas as crianças ao final do 2º ano Criar sequências didáticas estaduais para alfabetização, Língua Portuguesa, Matemática, Ciências e recomposição das aprendizagens, respeitando as realidades indígenas, ribeirinhas, rurais e urbanas. Produzir e distribuir sequências didáticas e materiais estruturados às escolas, adequados às realidades locais Cooperar com os municípios para garantir a alfabetização das crianças. Meta no programa pactos com municípios: 62 municípios, metas por escola Promover a transferência de capacidade institucional dos municípios com melhores resultados em alfabetização para os municípios sem selo. Meta no programa municípios envolvidos na difusão: 5 municípios Ouro para 24 sem selo Operacionalizar, pelo Eixo de Equidade Territorial do Plano, a transferência de capacidade institucional dos 5 municípios Ouro, que atuarão como hubs de difusão de boas práticas, para os 24 municípios sem selo, prioritariamente.
Aplicar avaliação bimestral de fluência leitora com devolutiva rápida e protocolo de intervenção no mesmo ciclo Padronizar o método de alfabetização por escola e depois por rede, com base em evidência científica Apoiar tecnicamente os municípios nos anos iniciais, com suporte diferenciado a quem tem piores resultados Avaliar a municipalização dos anos iniciais onde houver condições técnicas e fiscais comprovadas Tratar os anos finais do ensino fundamental como política própria, com rotinas de acolhimento na transição do 5º para o 6º ano Inscrever obrigatoriamente a rede estadual nos ciclos do Selo do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e articular com Manaus a melhoria da pontuação Criar ICMS Educacional, com repasse aos municípios vinculado à evolução dos resultados de alfabetização Implantar versão amazonense da Escola das Adolescências nos anos finais, com tutoria dirigida, clubes de leitura e matemática e monitoramento do clima escolar Firmar Termo de Pactuação Federativa com os 62 municípios, com compromissos recíprocos, metas pactuadas, cofinanciamento, governança, monitoramento e vigência de dez anos Instituir Plano de Recuperação de Metas para municípios que descumprirem os compromissos pactuados, com assistência técnica reforçada e suspensão de programas voluntários em caso de descumprimento reiterado Instituir o Comitê Intergestores Tripartite estadual da educação (CITE-AM) como instância de pactuação e mediação federativa
Alimentação escolar Garantir merenda escolar nas escolas Garantir merenda escolar de qualidade e regionalizada, valorizando produtos locais e a agricultura familiar. Garantir alimentação escolar saudável e regional, adquirida da agricultura familiar e de comunidades tradicionais. Adquirir alimentos regionais da agricultura familiar e de comunidades tradicionais para a merenda
Fixar meta de zero dia letivo sem oferta de alimentação escolar, com controle de estoques e alertas Organizar a logística de compras e abastecimento escolar por bacia hidrográfica, com antecedência sazonal
Convivência, proteção e saúde na escola Combater racismo, violência de gênero, capacitismo e discriminação no ambiente escolar
Instituir protocolo estadual de proteção a estudantes vítimas de violência, com fluxos entre escola, saúde, assistência, Conselho Tutelar e justiça Implantar política de dignidade menstrual, com educação em saúde e distribuição de absorventes Criar política de saúde mental e de prevenção ao uso problemático de álcool e outras drogas nas escolas, com abordagem educativa e de redução de danos
Educação ambiental
Criar programa estadual de inovação e educação ambiental na rede pública, integrado à BNCC Criar centros de referência em educação ambiental em cada município polo Expandir o programa Escola da Floresta com componentes de bioeconomia digital, monitoramento ambiental com sensores e drones educacionais Meta no programa Escolas da Floresta Digitais: 10 operacionais até 2030
Educação em tempo integral Ampliar a oferta de escolas e centros de educação em tempo integral na rede estadual Desenhar a educação integral como projeto pedagógico com cultura, esporte, ciência e formação profissional, e não apenas ampliação de horário Priorizar o interior na expansão do tempo integral, mapeando municípios sem atendimento e fixando metas progressivas por região Respeitar especificidades de comunidades indígenas, do campo e das águas na expansão do tempo integral, com consulta
Condicionar a expansão do tempo integral a critérios de demanda real, estrutura física, professores em regime integral e currículo do segundo turno definido
Educação inclusiva Ampliar o atendimento educacional especializado. Fortalecer a educação especial e inclusiva, ampliando salas de recursos multifuncionais e garantindo padrões mínimos de acessibilidade, atendimento educacional especializado e tecnologias assistivas. Ampliar o atendimento a estudantes com deficiência e autismo.
Criar atendimento educacional especializado itinerante
Elaborar planos educacionais individualizados e ofertar tecnologia assistiva e mediadores escolares
Educação indígena, do campo e das águas Produzir materiais didáticos para a educação escolar indígena. Ampliar a produção de materiais didáticos em línguas indígenas e criar plataformas educacionais em dez línguas prioritárias, integrando conhecimento científico e saber tradicional, com política estadual de diversidade linguística e educação bilíngue. Construir currículos e calendários escolares junto com as comunidades, respeitando línguas, saberes e ciclos do território Fortalecer a educação escolar indígena específica, diferenciada, intercultural e bilíngue Construir currículos e calendários junto às comunidades, reconhecendo suas línguas, conhecimentos e formas próprias de organização, com participação das organizações representativas na formulação, execução e avaliação das políticas. Fortalecer a educação escolar indígena. Ofertar formação continuada aos professores indígenas Fortalecer a educação intercultural, indígena, quilombola e ribeirinha, com currículos contextualizados, materiais didáticos específicos e formação continuada de professores, respeitando as identidades de cada comunidade. Fortalecer casas familiares rurais e a pedagogia da alternância no interior Desenvolver modelo pedagógico e operacional próprio para o interior, em vez de replicar o modelo urbano de Manaus Adaptar a política de educação integral às condições territoriais, culturais e sociais do Amazonas, respeitando as especificidades das comunidades indígenas, do campo, das águas e das florestas.
Realizar concursos e processos seletivos específicos para professores indígenas Criar programa de formação e valorização de mestres de saberes tradicionais
Criar Centro Estadual de Educação, Línguas e Culturas Indígenas e plataforma digital de patrimônio linguístico Adotar calendário escolar flexível adaptado às cheias, secas e calendários agrícola e cultural indígena Definir política própria para escolas multisseriadas, com formação, materiais e organização curricular específicos Criar Plano Estadual de Contingência Educacional para estiagem e cheias, com pré-posicionamento de kits Aula em Casa e Merenda em Casa nas calhas vulneráveis Firmar protocolo integrado com a Defesa Civil, a Marinha e a secretaria estadual de saúde para acesso fluvial alternativo e atendimento às comunidades ribeirinhas durante a vazante
Educação infantil e creches Apoiar os municípios na ampliação de vagas de creche, com o Estado atuando como indutor e cofinanciador
Vincular a fila de creches ao acompanhamento pré-natal, integrando cadastros de educação e saúde para prever a demanda Criar programa de leitura intergeracional com idosos em creches e pré-escolas Meta no programa piloto de leitura intergeracional: 20 unidades de Educação Infantil no 1º ano
EJA e educação prisional Fortalecer a educação de jovens e adultos. Fortalecer a educação de jovens e adultos contextualizada, as casas familiares rurais e a pedagogia da alternância. Criar estratégias de reingresso para trajetórias interrompidas, com reconhecimento de aprendizagens anteriores.
Universalizar progressivamente a educação básica, a leitura e a qualificação profissional nas unidades prisionais, com concurso específico de professores
Ensino médio e educação profissional Criar programa de recomposição e recuperação das aprendizagens. Organizar a recomposição da aprendizagem dos estudantes. Criar programa de recuperação das aprendizagens, com atenção especial aos anos de transição. Integrar o ensino médio à formação técnica (ensino médio integrado) Meta no programa alunos no EM integrado: 46.250 alunos no primeiro ano Firmar parcerias com instituições de ensino e o setor produtivo. Ampliar a oferta gratuita de cursos técnicos e profissionalizantes alinhados às vocações econômicas regionais e às demandas do mercado de trabalho Integrar o ensino médio à formação técnica em parceria com CETAM, UEA, Sistema S e setor produtivo, alinhando o currículo às vocações econômicas de cada calha de rio. Ampliar cursos técnicos e tecnológicos em áreas como IA, programação, robótica, indústria 4.0, energia, logística, turismo, saúde, bioeconomia e economia criativa, com expansão regional. Fortalecer o ensino médio com metas de aprendizagem, redução do abandono e aumento da conclusão Oferecer preparação para o ENEM e o vestibular por meio de videoaulas e do Centro de Mídias Apoiar iniciação científica, feiras, clubes de estudo e olimpíadas acadêmicas na educação básica Criar cursos e itinerários formativos em inteligência artificial, programação, robótica e indústria 4.0 Ofertar formação técnica em formato modular, itinerante ou híbrido para alcançar o interior Ofertar formação em formato móvel e híbrido.
Criar centro de formação técnica para o setor naval e aquaviário em parceria com o CETAM e a indústria Instituir módulo obrigatório de competências socioemocionais nos cursos técnicos Estruturar o projeto de vida como eixo integrador dos três anos do ensino médio, com orientação de carreira e educação financeira Criar centros regionais de formação científica e tecnológica em parceria com universidades e institutos de pesquisa Meta no programa centros-piloto: 1 a 2 centros-piloto, estratégia decenal Realizar campanhas de divulgação dos cursos técnicos nas escolas e comunidades ribeirinhas Garantir professores habilitados em cada componente curricular do ensino médio, com avaliação formativa regular e foco no domínio real de conteúdo Criar a Rede Técnica da Bioeconomia, articulando o CETAM e os programas de formação em engenharias e tecnologia da informação Adotar a diretriz curricular Ensino 5.0 no ensino médio, integrando conhecimentos clássicos, habilidades digitais, competências socioemocionais e protagonismo juvenil Criar polos regionais de treinamento e clubes de estudo no contraturno para olimpíadas científicas, com sistema de premiação e parceria com UEA, UFAM e IFAM
Ensino superior, pesquisa e internacionalização Expandir a presença da universidade estadual no interior Firmar pacto com UEA, Ufam, Ifam e instituições de pesquisa para interiorização coordenada e pesquisa aplicada. Criar programa de intercâmbio nacional e internacional para estudantes e jovens talentos Meta no programa intercâmbio piloto: 10 a 20 estudantes no 1º ano Fortalecer a pesquisa e a extensão universitárias voltadas às vocações regionais Criar Centros Regionais de Formação Científica e Tecnológica, em parceria com universidades amazonenses e institutos de pesquisa, com iniciação científica voltada a temas da Amazônia, até cobrir todas as regiões do estado. Meta no programa centros-piloto iniciais: 1 a 2 centros-piloto
Estimular a formação de mulheres e jovens em ciência, engenharia, tecnologia e ofícios da transição energética
Ampliar o ensino de idiomas para estudantes da rede
Gestão, metas e avaliação da rede Fixar metas educacionais desagregadas por território. Criar governança estadual da educação com pactuação de metas por escola, município, etapa e território e painel público de acompanhamento. Pactuar metas por escola, município e território, com painel público de acompanhamento e transparência dos resultados Instituir estrutura de governança do plano educacional. Dar apoio técnico prioritário às escolas e municípios com piores resultados, com plano de melhoria e acompanhamento frequente Destinar suporte técnico diferenciado às escolas prioritárias e aos municípios com maior desvio de resultados, com controle bimestral de progressão, alertas automáticos e acordos de metas com diretores. Publicar relatórios semestrais em linguagem acessível. Publicar relatórios semestrais em linguagem acessível, com os 12 indicadores-mãe e a execução física e financeira, e realizar auditoria anual do Data Book quanto a consistência, completude e atualidade.
Criar sistema único de informação gerencial da educação, com prontuário do estudante e painéis por nível de gestão Instituir avaliação diagnóstica e formativa bimestral própria da rede, elaborada fora da escola Aprovar novo Plano Estadual de Educação por lei e blindar os programas contra descontinuidade política Criar unidade de gerenciamento do plano educacional (escritório de projetos) na secretaria de educação Condicionar a expansão de programas à comprovação de resultados e de capacidade local de sustentação Compatibilizar as metas estaduais de educação com o Plano Nacional de Educação e com os planos municipais de educação Identificar escolas de excelência da rede como referências internas para escalonar boas práticas Adotar financiamento por resultados (outcomes-based financing) para escalar programas educacionais comprovadamente eficazes Publicar anualmente Relatório Amazonense de Equidade Educacional, com indicadores desagregados por raça, deficiência, povos indígenas, localização e sexo Implantar matrícula digital territorializada, com regras de zoneamento auditáveis Integrar o sistema de informação da educação aos sistemas de saúde, assistência social e proteção da infância Criar banco de itens de avaliação e relatórios simples de resultados para professores, gestão escolar e famílias Incluir cláusula de revisão obrigatória das metas do plano educacional no quinto ano, formalizada no Conselho Estadual de Educação e na Assembleia Legislativa Fixar no Plano Plurianual e na Lei Orçamentária Anual aporte mínimo identificável para as ações do plano estadual de educação Adotar minuta-padrão de Acordo de Cooperação Técnica com universidades, organismos e fundações, com plano de trabalho, metas, comissão de acompanhamento e cláusulas de propriedade intelectual e proteção de dados
Infraestrutura escolar e conectividade Universalizar a conectividade de internet nas escolas, com os equipamentos necessários. Meta no programa conectividade nas escolas: 100% funcional até o Ano 5 Universalizar a conectividade escolar até 2032, levando a cobertura de 64,2% para 100% das escolas estaduais, com uso de antenas Starlink e velocidade mínima de 100 Mbps na capital e 50 Mbps no interior. Meta no programa antenas Starlink: expansão progressiva para 3.000 antenas Reformar as escolas estaduais. Implantar laboratórios nas escolas Expandir polos educacionais regionais. Expandir o ensino médio integrado e a formação técnica nos polos regionais, com infraestrutura adequada e pacto com universidades e institutos para interiorização. Expandir polos regionais e cursos presenciais e híbridos, com laboratórios, pesquisa e extensão, incluindo ensino móvel. Garantir energia elétrica confiável nas escolas. Universalizar energia confiável e internet de qualidade nas escolas, adaptando a arquitetura escolar ao clima e ao território, com garantia de água, energia e conectividade. Garantir água potável nas escolas. Reformar escolas garantindo água potável, banheiros, acessibilidade, conforto térmico, cozinha, espaços de esporte e prevenção de incêndios. Garantir bibliotecas nas escolas Assegurar bibliotecas nas escolas como parte do apoio à alfabetização na idade certa, com materiais contextualizados e cooperação com os municípios. Implantar laboratórios modernos nas escolas. Modernizar as escolas com conectividade e laboratórios modernos, além de tecnologia, educação financeira e ensino de idiomas. Adaptar a arquitetura escolar ao clima, ao território e à cultura local. Modernizar as escolas rurais e indígenas, garantindo condições para ensinar, aprender e permanecer.
Levar conectividade por satélite de órbita baixa às escolas sem cobertura terrestre Criar fundo emergencial de condições básicas para escolas do interior, com reserva de merenda, combustível e pequenos reparos Meta no programa reserva de merenda: equivalente a 60 dias Captar financiamento junto ao BID e ao Banco Mundial para infraestrutura escolar, educação infantil, formação docente e sistemas de gestão Exigir cálculo do custo total de propriedade (TCO) e contratos de manutenção nos investimentos de infraestrutura e tecnologia escolar Elaborar cadastro das escolas fluviais, indígenas e sem acesso à rede elétrica regular para priorização de investimentos Realizar estudo técnico sobre durabilidade de baterias em ambiente amazônico em parceria com UFAM e INPA Firmar contrato-base com preço-teto institucional para internet por satélite em escolas públicas, junto a Telebras e Anatel
Modelos de gestão escolar
Substituir a referência militar das escolas cívico-militares por um modelo de gestão cívica, com gestão pedagógica integralmente pública e docente e adesão por consulta da comunidade Estudar e pilotar gestão compartilhada com parceiro privado apenas em serviços administrativos e de infraestrutura, com consulta pública e gestão pedagógica pública Selecionar as escolas-piloto de gestão compartilhada por critérios técnicos objetivos e públicos, vedada qualquer seleção de estudantes Definir em edital indicadores contratuais de monitoramento da gestão compartilhada (frequência, inscrição no ENEM, IDEB, satisfação da comunidade, infraestrutura, merenda e transporte) Assegurar salvaguardas trabalhistas e pedagógicas nas escolas com gestão compartilhada, mantendo servidores efetivos na carreira pública e o currículo sob gestão pública Adotar governança tripartite entre secretaria de educação, Conselho Estadual de Educação e parceiro privado, com participação consultiva do sindicato, nas escolas de gestão compartilhada Avaliar de forma independente as escolas-piloto de gestão compartilhada após 24 meses, com publicação de indicadores comparativos e deliberação do Conselho Estadual de Educação e da Assembleia Legislativa sobre a continuidade Condicionar a adesão de cada escola ao modelo de gestão compartilhada a consulta pública com quórum mínimo de metade mais um da comunidade escolar Contratar estudo técnico independente sobre modelos de gestão de convivência escolar e propor marco legal estadual próprio, com critérios objetivos de seleção de escolas-piloto e vedação à seleção de estudantes Condicionar a adesão de cada escola ao modelo de convivência escolar a consulta pública da comunidade, assegurada a existência de escola pública alternativa não aderente no mesmo território Avaliar externamente após 24 meses as escolas-piloto do modelo de convivência escolar, condicionando continuidade e expansão à deliberação do Conselho Estadual de Educação e da Assembleia Legislativa
Modernização da educação profissional pública Adequar os currículos dos cursos profissionais às cadeias produtivas locais e à formação em empreendedorismo comunitário, cooperativismo, economia solidária e comercialização digital de produtos regionais Oferecer cursos técnicos e profissionalizantes gratuitos conectados às oportunidades reais de emprego no Amazonas, tornando o ensino médio porta de entrada para o trabalho. Firmar parcerias. Firmar parcerias com empresas de tecnologia e universidades para custear a modernização de laboratórios e da infraestrutura tecnológica das escolas.
Revisar e atualizar a Política de Educação Profissional do Estado e modernizar institucionalmente o CETAM Mapear as demandas profissionais por município e organizar a oferta de cursos por calha de rios Criar conselho consultivo setorial permanente com representantes da indústria e de instituições de inovação para revisar periodicamente a grade curricular e a oferta de cursos técnicos Implantar programa de capacitação continuada de docentes, instrutores e servidores do CETAM, com diagnóstico de lacunas, plano anual de trilhas formativas e parcerias com empresas e universidades Ampliar a captação de recursos para pesquisa, desenvolvimento e inovação no CETAM Criar Comitê Estratégico de Implantação no CETAM, com responsável designado por ação, reuniões periódicas e prestação de contas Captar recursos junto a programas governamentais, editais, lei de informática e fundos públicos e privados para capacitação de pessoal e modernização do CETAM Implantar programa de mentoria e acompanhamento de egressos dos cursos técnicos na inserção no mercado de trabalho Automatizar a emissão de certificados e diplomas e digitalizar os serviços acadêmicos e os portais de transparência do CETAM Implantar sistema de monitoramento e avaliação contínua da política de educação profissional, com painéis de indicadores, relatórios semestrais, diagnósticos regionais e pesquisas de satisfação Realizar estudo de mercado prévio sobre o interesse das empresas em parcerias com a educação profissional
Permanência, busca ativa e apoio ao estudante Prevenir a evasão escolar de crianças e adolescentes. Prevenir a evasão escolar como parte da política de tempo integral e da recomposição da aprendizagem, com diagnóstico por escola, acompanhamento de matrículas e apoio prioritário às escolas com maior dificuldade. Oferecer escuta e apoio psicossocial aos estudantes, com equipes multidisciplinares
Criar canais de participação e debate para jovens de municípios distantes, via satélite ou mediação tecnológica
Implantar sistema de alertas automáticos de frequência e risco de abandono, com responsáveis e prazos definidos Estruturar comunicação regular com as famílias, com devolutivas de aprendizagem e alternativas não digitais para ribeirinhos Instituir Pacto Estadual de Permanência no Ensino Médio, articulado ao programa federal Pé-de-Meia e à redução da distorção idade-série
Professores e gestão escolar Garantir formação continuada dos profissionais da educação Realizar concursos públicos para a rede estadual Realizar concurso público com prova de conteúdo específico por área de atuação, aplicando a mudança já no próximo edital. Valorizar a remuneração docente, recompondo perdas e cumprindo direitos de carreira Manter negociação permanente e formal com os sindicatos da categoria Oferecer formação continuada aos professores em parceria com universidades públicas. Garantir formação continuada aos professores dentro do horário de trabalho, em parceria com universidades e institutos públicos. Assegurar a formação continuada dos docentes com tempo protegido. Garantir formação continuada regular, com tempo protegido, incentivos e reconhecimento profissional, articulada à avaliação diagnóstica não punitiva dos docentes. Criar adicional financeiro e política de fixação e permanência de professores no interior Garantir saúde ocupacional, apoio psicossocial e prevenção do adoecimento dos profissionais da educação Assegurar profissionais de apoio à rede escolar, com psicólogos e assistentes sociais. Garantir psicólogo e assistente social por coordenadoria regional, com formação de merendeiras e auxiliares para identificar e encaminhar casos de violência, e protocolo de articulação entre escola, CRAS e rede de saúde. Realizar planejamento territorial da força de trabalho docente conforme as necessidades de cada território. Organizar concursos públicos conforme as necessidades territoriais, reduzindo vínculos precários e garantindo equipes completas nas escolas, com adicional e política de permanência no interior baseados em critérios públicos. Reconhecer e premiar escolas, professores e municípios pelos resultados alcançados Assegurar professor em sala em todas as escolas, reduzindo a vacância docente Meta no programa vacância prolongada: ≤15 dias úteis; ≤2% das turmas
Formar diretores e equipes gestoras em liderança, orçamento, gestão de pessoas e clima escolar
Reduzir burocracias que retiram tempo do trabalho pedagógico Fortalecer a gestão democrática, com conselhos escolares e escolha de dirigentes com participação da comunidade
Adotar concurso docente com avaliação de conteúdo específico da área a ser lecionada Aplicar avaliação diagnóstica do domínio de conteúdo dos docentes, acompanhada de oferta formativa Instituir junta médica por telemedicina no interior para acelerar a avaliação de afastamentos Criar programa de bolsas para licenciandos atuarem como monitores e tutores nas escolas estaduais Meta no programa bolsas de licenciatura: 200 bolsas no 1º ano Exigir processo seletivo técnico com critérios públicos para a nomeação de gestores escolares, vedando o preenchimento por mera indicação política Reajustar as funções gratificadas de direção, coordenação pedagógica e secretaria escolar, com indexação periódica Construir e publicar série histórica da remuneração docente como base para metas de fixação e competitividade salarial Estabelecer comunicação simples e contínua com professores, diretores e gestores municipais sobre o plano educacional e as mudanças esperadas Adotar abordagem de suporte contínuo e não punitivo no acompanhamento de escolas e gestores
Tecnologia e cultura digital Disponibilizar plataforma educacional com trilhas de estudo para estudantes e apoio a professores e gestores Incluir educação financeira na formação escolar Implementar letramento digital e pensamento computacional no currículo da educação básica Apoiar a cultura digital crítica nas escolas, junto a laboratórios escolares e iniciação científica júnior. Acelerar a aquisição e distribuição de dispositivos digitais às escolas com uso do guia de planejamento e da ata de registro de preços do FNDE. Ampliar a conectividade escolar, com internet, equipamentos, suporte técnico e melhoria dos ambientes de mediação tecnológica, em integração com o Programa Norte Conectado. Prever o uso complementar do Centro de Mídias no planejamento da expansão da educação em tempo integral, com metas regionais progressivas.
Garantir que plataformas e conteúdos pedagógicos funcionem em modo offline, com sincronização posterior Expandir programas de robótica educacional e espaços maker para todos os municípios Meta no programa espaços makers: 150 espaços na Fase 1, nos 62 municípios Formar professores para o uso pedagógico da tecnologia, em níveis progressivos e com certificação Usar inteligência artificial na gestão da rede e na personalização pedagógica Criar comitê de governança de inteligência artificial e proteção de dados na secretaria de educação, com supervisão humana obrigatória e conformidade com a LGPD Implantar arquitetura de inteligência artificial de borda nas escolas (servidor local com modelo aberto e atualização por satélite), com validação técnica federal Fazer curadoria de recursos digitais e definir protocolos de uso responsável de inteligência artificial pelos estudantes, preservando o raciocínio independente Estabelecer política de segurança cibernética, backup, criptografia, resposta a incidentes e gestão de fornecedores nos sistemas educacionais Ampliar a capacidade do Centro de Mídias para resposta emergencial em formato offline, com apostilas impressas, rádio comunitária e distribuição por barco-escola Aderir à Rede Brasileira de Encarregados de Dados e à Rede Nacional de Educação Aberta Otimizar o Centro de Mídias com professores mediadores formados nas escolas do interior, autenticação por matrícula para acompanhar o uso, aulas preparatórias para ENEM e vestibular e formação docente permanente.
Transporte escolar e permanência Garantir transporte escolar seguro. Fortalecer parcerias com os municípios para compartilhar o transporte escolar, com rotas seguras e modernizadas. Assegurar transporte escolar seguro, além de professor em sala e merenda, como condições essenciais para o aprendizado. Criar bolsas de permanência para estudantes. Criar programa de bolsas de estudo e auxílio-permanência e assegurar, na Amazônia, transporte fluvial e busca ativa como parte do direito de aprendizagem.
Compartilhar o transporte escolar com os municípios por meio de parcerias, com rotas modernizadas Instituir por lei a gratuidade do transporte público para estudantes da rede pública estadual
Rastrear a frota escolar por GPS em tempo real, com cadastro, manutenção preventiva contratada e alertas automáticos