Crime organizado e territórios Retomar os territórios dominados por facções e milícias. Retomar os territórios sob domínio do crime organizado, com ações conjuntas com as forças armadas e investigação do dinheiro das facções e milícias. Estabelecer meta pública de redução da violência letal e dos crimes contra o cidadão Revisar e estabelecer novas metas públicas e indicadores de manchas criminais no sistema integrado de indicadores de criminalidade. Asfixiar financeiramente as organizações criminosas. Retomar territórios dominados pelo crime organizado com investigações que rastreiem o caminho do dinheiro desses grupos. Bloquear a exploração criminosa de serviços (gás, internet, transporte, extorsão) nos territórios Bloquear as fontes de renda do crime: extorsão, gás, transporte clandestino e internet ilegal. Estabelecer presença policial permanente nos territórios retomados, com estrutura fixa de controle em vez de operações pontuais Após a entrada da força, fixar no território retomado policiamento permanente, câmeras e escola de qualidade, com patrulhamento contínuo e monitoramento integrado. Destinar bens tomados do crime a uso público, revertendo os recursos recuperados a serviços públicos Remover barricadas e marcas das facções e requalificar os espaços públicos nos territórios retomados Fechar as rotas de entrada de armas e drogas no estado com fiscalização terrestre, marítima e aérea Criar grupamento ou estrutura especializada de policiamento marítimo nas baías do estado
Gestão e governança da segurança Acabar com indicações políticas na escolha de comandantes de batalhão e delegados Financiar a política de segurança com recursos recuperados do crime Destinar integralmente à segurança do cidadão cada real recuperado do crime. Punir policiais envolvidos em corrupção ou violência grave. Aplicar punição dura aos policiais que desonram a farda e respaldar quem age corretamente. Criar instância central de governança da segurança com monitoramento de metas
Inteligência e investigação Priorizar a investigação e a inteligência como base da política de segurança Modernizar a investigação, reestruturando as delegacias de homicídios e fortalecendo as especializadas com equipes técnicas e metas de elucidação, dentro de um método permanente baseado em inteligência e tecnologia. Enfrentar o crime organizado, as milícias, as facções e a corrupção que os protege com muita investigação e uma polícia mais eficiente e preparada. Fortalecer a perícia e a polícia técnico-científica. Criar um Complexo Integrado de Perícia, reunindo num mesmo espaço o IML, a Criminalística, o Instituto de Identificação e o Instituto de Genética Forense. Criar ou fortalecer centro integrado de comando, controle e inteligência unificando dados das forças de segurança Usar videomonitoramento com reconhecimento facial e leitura automática de placas Reestruturar as delegacias de homicídios e especializadas com metas de elucidação Criar política ou protocolo estadual de enfrentamento a crimes cibernéticos, estelionato e fraudes digitais Integrar permanentemente as polícias estaduais com outros órgãos.
Policiamento Adotar policiamento ostensivo territorial orientado por dados de criminalidade. Cooperação entre as forças de segurança estaduais e os municípios. Integrar as forças estaduais aos centros de comando dos municípios. Expandir o programa Segurança Presente / bases de policiamento de proximidade Ampliar o efetivo policial por meio de novos concursos e convocação de aprovados Implantar policiamento e patrulha escolar no entorno e interior das unidades de ensino Realizar blitzes e operações integradas multiagência para apreensão de armas e captura de procurados
Presídios e ressocialização Ampliar o trabalho prisional remunerado para pessoas presas. Condicionar a concessão de benefícios ao trabalho e ao rompimento com a facção, destinando parte da remuneração ao ressarcimento das vítimas e do Estado. Isolar lideranças de facção do convívio comum nos presídios Separar e afastar lideranças do convívio comum nos presídios, com aplicação do Regime Disciplinar Diferenciado mediante decisão judicial. Condicionar benefícios prisionais ao trabalho dos presos. Classificar os presos por periculosidade e vínculo com facção, com progressão conforme comportamento Construir novas unidades prisionais em parceria com a iniciativa privada
Prevenção da violência e juventude Requalificar espaços públicos Requalificar os espaços públicos e remover as marcas deixadas pelas facções. Integrar a política de segurança a educação, saúde e assistência social nos territórios vulneráveis
Valorização do policial Investir na formação e no treinamento dos policiais. Adotar formação conjunta das forças de segurança, com política permanente de cuidado com os policiais. Treinar os policiais como parte de um novo modelo de patrulhamento territorial, para reduzir assaltos, tiroteios e feminicídios. Interiorizar a rede de saúde do policial. Interiorizar a Policlínica da Polícia Civil e reestruturar o Hospital da PM, com rede de saúde mental voltada à prevenção ao suicídio e atendimento pós-eventos de estresse extremo. Criar bonificação ou adicional remuneratório para o policial Instituir bonificação ao policial que entrega resultado, com carreira revisada e defesa jurídica em todas as fases do processo. Rever a remuneração dos profissionais das forças de segurança. Oferecer apoio psicológico aos policiais. Garantir defesa jurídica custeada pelo Estado ao agente de segurança processado por ato praticado em serviço Criar política específica de apoio à policial mulher, com prevenção ao assédio e estímulo à participação feminina no comando
Violência contra a mulher Fortalecer a Patrulha Maria da Penha. Reduzir o feminicídio no estado. Reduzir significativamente os feminicídios já no primeiro ano de mandato, fortalecendo as patrulhas Maria da Penha e ajustando o policiamento aos indicadores criminais de cada município. Interiorizar o atendimento especializado à mulher. Ampliar a rede de acolhimento às vítimas de violência doméstica (abrigos, casas de passagem, apoio jurídico e psicológico) Realizar campanhas permanentes de prevenção e conscientização sobre violência contra a mulher Implantar protocolo de prevenção e atendimento à violência contra a mulher no transporte público estadual Acelerar a concessão e a fiscalização das medidas protetivas, com visita policial ao agressor Monitorar agressores por tornozeleira eletrônica com alerta de proximidade, que aciona a vítima e as forças de segurança ao descumprimento do afastamento. Ampliar as delegacias da mulher, com atendimento 24 horas e presença no interior, e garantir acolhimento, apoio jurídico e psicológico, abrigos sigilosos e encaminhamento à rede de proteção.