Cooperação com municípios Estabelecer relação de parceria permanente do governo estadual com os 92 municípios. Levar a presença do Estado aos 92 municípios por meio de um pacto de resultado, com metas pactuadas, apoio técnico e prêmio por desempenho, em substituição ao repasse sem contrapartida. Ser o principal parceiro dos 92 prefeitos, sem distinção partidária ou ideológica, apoiando cada município conforme suas necessidades e vocações e garantindo os repasses de saúde e educação sem atrasos. Criar uma instância permanente de articulação entre o governo estadual e as prefeituras, organizada por regiões do estado. Oferecer apoio e capacidade técnica às prefeituras com menor estrutura administrativa para elaboração de estudos, projetos, licenciamento, execução e prestação de contas. Firmar pactos com metas pactuadas entre o estado e os municípios/regiões. Estabelecer com cada prefeitura uma relação baseada em diagnóstico comum, metas pactuadas e dados públicos, com diagnóstico dos 92 municípios nos primeiros 90 dias, publicado em painel aberto. Manter painel público de acompanhamento dos projetos e compromissos com os municípios. Publicar painel público aberto com o diagnóstico dos 92 municípios e o acompanhamento da cooperação, coordenado pela Casa Civil, com divulgação automática dos repasses municipais. Meta no programa painel com diagnóstico municipal: nos primeiros 90 dias Publicar diagnóstico de cada um dos 92 municípios em painel aberto nos primeiros 90 dias de mandato, como base do pacto com as prefeituras. Iniciar o pacto com uma primeira onda de 10 municípios pioneiros com sete desafios pactuados, expandindo por adesão voluntária à maioria dos 92 até 2030. Conceder prêmio por desempenho aos municípios que atingirem as metas pactuadas, substituindo o repasse sem contrapartida. Meta no programa premiação por desempenho: 2028–2029
Instalar Escritórios Regionais de Desenvolvimento, um em cada uma das oito regiões, aproveitando estruturas existentes, para apoiar prefeituras em projetos, captação de recursos, licenciamento e atração de investimentos. Criar um balcão estadual de projetos municipais, com canal direto para que prefeituras apresentem demandas prioritárias e recebam resposta técnica em prazo definido. Organizar uma carteira estadual de projetos estruturantes por região, com critérios técnicos e transparentes de seleção (risco à vida, impacto regional, viabilidade e capacidade de entrega). Modelar o financiamento das obras municipais com recursos estaduais e federais, operações de crédito, concessões, PPPs e parcerias privadas.
Criar um Conselho das Cidades ligado diretamente ao governador, reunindo os prefeitos dos 92 municípios. Garantir sem atrasos os repasses estaduais de saúde e educação aos municípios.
Criar agências permanentes de gestão compartilhada em cada uma das oito regiões, para integrar administração estadual e municipal e pactuar compromissos interfederativos.
Desigualdade regional Levar investimento e ações de desenvolvimento a todas as regiões do estado, e não apenas à capital. Meta no programa presença do Estado: todos os 92 municípios Priorizar o desenvolvimento econômico fora da capital, no interior, tendo o Leste Fluminense e o litoral da Baía de Guanabara como eixos de um novo ciclo produtivo estadual. Revisar o Programa de Desenvolvimento Regional, com ênfase nas oito regiões do estado, para analisar problemas comuns e desenvolver potencialidades regionais em diálogo coordenado com as prefeituras. Interiorização de serviços Levar serviços públicos estaduais integrados às comunidades mais distantes e ao interior, com unidades fixas, móveis e atendimento digital, em vez de obrigar o cidadão a se deslocar à capital. Modernizar a malha viária estadual para conectar municípios isolados às rotas de desenvolvimento.
Planejamento regional Elaborar ou revisar planos de desenvolvimento para cada uma das oito regiões do estado, com foco em problemas comuns e nas vocações e potencialidades econômicas locais.
Fortalecer os polos regionais e as cadeias produtivas já existentes em cada região, com crédito, qualificação, inovação, infraestrutura e acesso a mercado.
Região metropolitana como território Reorganizar o desenvolvimento do entorno do Arco Metropolitano como território integrado (ArcoMM), com Cidades Vocacionadas e um grande anel multimodal ligando a metrópole ao sul, norte e leste do estado. Criar uma Autoridade Metropolitana com administração própria para agilizar obras, autorizar indústrias e planejar núcleos residenciais e comerciais no corredor do Arco. Definir faixa de 2 km de cada lado do Arco como área de influência prioritária para habitação, saneamento, segurança, saúde, educação e regularização fundiária, com instrumentos especiais como licenciamento expresso, isenção de IPTU e uso misto do solo. Criar fundo de reparação destinado a compensar os efeitos da fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro.
Regiões específicas
Firmar parceria com consórcio intermunicipal da Região dos Lagos (CONDERLAGOS) em torno de uma agenda de desenvolvimento regional, incluindo a solução de travessia por ferry boat.