Conectividade e inclusão digital Ampliar a conectividade e a infraestrutura de fibra óptica para escolas, unidades de saúde, órgãos de segurança e demais equipamentos públicos Criar programa de conectividade para áreas rurais e regiões de baixa cobertura Mapear a cobertura da banda larga no território. Atualizar o mapa de cobertura de banda larga e articular metas com União, Anatel e operadoras. Usar ativos estaduais e compartilhamento de infraestrutura para facilitar a expansão das redes de telecomunicações Usar ativos estaduais para facilitar a expansão das redes, por meio de programa com órgão responsável, cronograma, financiamento, recorte territorial e metas anuais, iniciando por diagnóstico e priorização de riscos, com projetos-piloto, expansão progressiva e avaliação independente.
Instalar wi-fi público em áreas de maior vulnerabilidade social Apoiar letramento digital e segurança online da população Garantir acessibilidade digital nos serviços públicos Estimular redes comunitárias de internet onde o mercado não atende Integrar a conectividade a projetos de cidades inteligentes
Ecossistemas regionais de inovação Apoiar ambientes de inovação. Apoiar parques tecnológicos, startups e GovTechs e expandir ambientes comunitários de inovação e inclusão digital nas periferias, integrando universidades, centros de pesquisa, empresas e arranjos produtivos locais.
Criar ambientes comunitários de inovação e inclusão digital nas periferias
Criar parques tecnológicos e industriais conectados às universidades da Metade Sul
Fomento à pesquisa e FAPERGS Fortalecer a FAPERGS e assegurar recursos para o fomento à pesquisa e à inovação Financiar pesquisa orientada a grandes desafios sociais, climáticos, de saúde, agricultura, indústria e gestão pública Promover o adensamento tecnológico das cadeias produtivas estratégicas do Estado. Consolidar cadeias tecnológicas estratégicas, concentrando esforços em áreas com capacidade científica e empresarial, como semicondutores, saúde, agro, indústria avançada, software, inteligência artificial, energia e tecnologias climáticas, por meio de planos com metas, projetos e avaliação periódica. Criar editais e ações afirmativas de inclusão de mulheres, pessoas negras e povos originários na ciência e na inovação
Modernizar a infraestrutura de laboratórios de pesquisa e ampliar a previsibilidade do financiamento científico
Governança e avaliação da política de CT&I Estruturar a política estadual de CT&I como política de Estado. Tratar a área como política de Estado orientada por resultados, com plano de implementação publicado com metas anuais, entregas regionalizadas, transparência e coordenação interinstitucional. Disponibilizar informações sobre a política de inovação, incluindo seus resultados, e revisar os programas de baixo desempenho. Integrar as informações sobre orçamento, editais, bolsas, projetos, laboratórios, empresas, propriedade intelectual e resultados, avaliando periodicamente os programas e ampliando, reformulando ou encerrando iniciativas conforme a efetividade. Medir indicadores de resultado da inovação, como patentes, contratos e empregos gerados Acompanhar indicadores de resultado da inovação, como patentes e produtos, empresas instaladas ou apoiadas, investimento privado, empregos, contratos de produção e exportações. Avaliar os resultados da política de CT&I. Publicar plano de implementação com metas anuais e manter painel público atualizado ao menos trimestralmente. Consolidar a política estadual de ciência, tecnologia e inovação com missões prioritárias, responsáveis, metas, orçamento e avaliação, integrando as informações sobre editais, bolsas, projetos e resultados e avaliando periodicamente os programas.
Criar estratégia estadual de especialização inteligente
Integração universidade-empresa-governo Ampliar a integração entre universidades, centros de pesquisa, empresas e poder público para transformar conhecimento em aplicação produtiva e em soluções públicas Fortalecer ou criar órgão consultivo permanente de ciência, tecnologia e inovação no Estado Fortalecer o Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, articulando CEITEC, universidades, empresas e o ecossistema de inovação às políticas de reindustrialização. Fortalecer o conselho estadual de ciência, tecnologia e inovação por meio de programa específico, com órgão responsável, cronograma, financiamento, metas anuais e avaliação independente. Inteligência artificial e infraestrutura digital Consolidar o Estado como polo de inteligência artificial e computação avançada, ampliando acesso a dados, nuvem e capacidade computacional Desenvolver inteligência artificial e computação avançada, ampliando o acesso a dados, nuvem e capacidade computacional para pesquisa e inovação, com desenvolvimento responsável, supervisão humana, proteção de informações e testes proporcionais aos riscos.
Estimular a implantação de data centers sustentáveis abastecidos por energia renovável Promover a soberania digital da administração estadual, com segurança, proteção de dados e domínio sobre tecnologias estratégicas
Internacionalização Internacionalizar o ecossistema de inovação, atraindo centros de P&D e empresas de tecnologia e potencializando eventos estratégicos como o South Summit Brazil
Microeletrônica e semicondutores Criar programa estadual de microeletrônica e semicondutores articulando CEITEC, universidades, parques e empresas
Construir polo estadual de tecnologias em saúde, conectando hospitais, universidades e empresas em diagnóstico, dispositivos, biotecnologia e pesquisa clínica
Regulação e compras públicas de inovação Instituir e regulamentar sandbox regulatório estadual para validação de soluções inovadoras em ambiente controlado Usar o poder de compra do Estado e encomendas tecnológicas para acelerar soluções inovadoras para desafios públicos
Diferenciar, na regulação estadual, jogos de azar eletrônicos de videogames e esportes eletrônicos, evitando prejuízo à indústria de tecnologia e ao desenvolvimento de software
Startups e empreendedorismo inovador Apoiar startups e empresas de base tecnológica Ampliar o acesso a instrumentos de financiamento da inovação. Facilitar o acesso de startups e empreendimentos de base tecnológica a instrumentos de financiamento, com apoio à proteção da propriedade intelectual e à transferência de tecnologia. Fortalecer a proteção da propriedade intelectual, o licenciamento e a transferência de tecnologia entre instituições científicas e empresas Talentos e formação científica Criar ou ampliar política de atração e retenção de talentos científicos e tecnológicos no Estado Promover políticas de atração e permanência de jovens pesquisadores no Estado, assegurando os recursos da FAPERGS e ampliando a integração entre universidades, centros de pesquisa, parques tecnológicos e empresas. Estimular a vocação científica desde a educação básica, com iniciação científica, feiras, olimpíadas e aproximação de estudantes a universidades e laboratórios